Conferência “Os Desafios Empresariais em Contexto de Mudança” no Politécnico de Viseu

O Departamento de Gestão da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Viseu do IPV leva a efeito no próximo dia 3 de junho, entre as 9:00h e as 16:30h, no auditório da ESTGV, uma conferência para debater os grandes desafios que se colocam ao tecido empresarial.

O painel do evento conta com a presença de reputados gestores e economistas do firmamento nacional: professor Teixeira dos Santos (Professor da Universidade do Porto e Ministro de Estado e das Finanças do XVIII Governo Constitucional), professor Mário Augusto (Universidade de Coimbra e Instituto de Sistemas e Robótica), professor Carlos Lobo (Universidade de Lisboa, Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais do XVII Governo Constitucional e Head of Tax da Ernst & Young) e professor Azevedo Rodrigues (ISCTE-IUL e Bastonário da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas). A moderação está a cargo de Paulo Ferreira, Jornalista, Editor e Comentador de Economia.

O Departamento de Gestão pretende com a organização deste evento criar um espaço de partilha e debate de questões prementes do atual contexto socioeconómico e empresarial: “Governo das sociedades e cobertura do risco financeiro”, “Orçamento do estado para 2016 e implicações fiscais, com especial ênfase para as empresas”, “Macroeconomia, déficit orçamental, dívida pública, que futuro?” e “A carga fiscal das empresas”, são as grandes temáticas a abordar nesta sessão que se enquadra no ciclo de “Conferências de Gestão 2016”.

Nas palavras do professor Joaquim Antunes, Diretor do Departamento de Gestão da ESTGV|IPV e responsável pela organização do evento, “os desafios que hoje se colocam à gestão empresarial, resultantes das constantes transformações ao nível económico, financeiro, tecnológico e de mercados, condicionam a economia global e conduzem, indubitavelmente, a uma constante adaptação das organizações. A intensidade e a volatilidade das pressões internas e externas determinam uma constante adaptação do tecido empresarial, fomentando a necessidade real de mudança e a adoção de novos paradigmas e políticas de gestão, nomeadamente, ao nível da estrutura de capitais, dos investimentos e da fiscalidade”.

Para o docente do IPV o evento propicia “o debate de temas atuais com a participação de especialistas de reconhecido valor, sendo uma oportunidade para os decisores empresariais da região partilharem os seus conhecimentos”.

A participação na conferência requer uma inscrição prévia, até 27 de maio, na página web da conferência em HYPERLINK “http://www.estgv.ipv.pt/desafios2016” \t “_blank” http://www.estgv.ipv.pt/desafios2016.

* Artigo redigido ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

Viseu, 10 de maio de 2016

Joaquim Amaral

Comunicação e Relações Públicas|IPV

HYPERLINK “mailto:[email protected][email protected]

Joaquim Antunes

Diretor do Departamento de Gestão da ESTGV|IPV

HYPERLINK “mailto:[email protected][email protected]

Programa-Desafios2016

Diogo Rocha em ascensão. Estrela Michelin a caminho ?

O Chef da”Mesa de Lemos” acaba de conquistar o “Garfo de Ouro” do Guia “Boa Cama, Boa Mesa” do jornal Expresso

O prémio “Garfo de Ouro” consolidou definitivamente Diogo Rocha como um dos mais conceituados Chef´s do nosso país. Convidámos este Nelense, nascido na Urgeiriça, para almoçar no Senta Aí e nos dar pistas do que é mais marcante na culinária Portuguesa, reconhecidamente uma das melhores do mundo. O responsável por uma equipa de seis pessoas na “Mesa da Lemos”, restaurante revelação do ano do referido Guia, foi desde logo desafiado a entrar na cozinha do Wine Bar e Petiscos e surpreender. A partir de um coelho à caçador, degustámos, fritos na hora, pasteis de massa tenra, com molho de mostarda e gengibre, servidos sobre granito da Beira. Irrepreensível e desde logo degustados com um dos novos vinhos Brancos do produtor Pedra Cancela. É na transpiração que situa o segredo do seu sucesso, reconhecendo contudo que “as longas horas em que me recolho são determinantes para a inspiração”. Este filho da terra, tem conseguido uma notoriedade que faz jus ao seu trabalho, que combina precisamente virtuosismo com muitas horas de dedicação. A aposta na carne de coelho, por onde iniciámos este encontro gastronómico, que Diogo Rocha gosta de chamar momento ou experiência, é uma das novidades da Mesa de Lemos, e está intimamente ligada ao concelho de Nelas, que tem um dos maiores cunicultores nacionais e muitas receitas tradicionais, embora perdidas no tempo. “É uma carne ainda envolta em mitos e preconceitos, muito ligados ao passado e à forma como é apresentada para venda, sem transformação em cortes”, explica, defendendo que “é um produto muito versátil para confecionar e muito tradicional aqui – dou-lhe o exemplo de minha casa, onde sempre comi coelho assado com avelãs,que há mais de 50 anos já a minha avó fazia”. “Uma das nossas missões, e não precisamos quem nos lembre isso, é valorizar as raízes da nossa gastronomia, e nós na Mesa de Lemos damos primazia aos produtos locais, para depois partirmos para os regionais e o nacionais”,sempre com “boa matéria prima da época”. Aqui está um primeiro fator de sucesso : matéria prima de excelência. Diogo Rocha, depois de vários ciclos em termos de tendências gastronómicas, acredita que já se iniciou um novo – o ciclo da receita tradicional, clássica, não só a que consta nos livros, ou a dos restaurantes, mas a que está enraizada também nas casas, no povo, que não se deve deixar cair, citando como exemplo “o cabrito assado no forno”. “O feijão bonito é uma das leguminosas em que estamos a apostar, reavivando assim memórias”, revela, enquanto começamos a degustar uma magnífica açorda tradicional de bacalhau, confecionada dentro do pão. Lembrámos ainda o feijão de espeto e de debulho, e viajámos por sabores que nos lembram as nossas avós, com as petingas de escabeche na mesa, onde íamos também “beliscando”. “As refeições têm que ter uma estória e é também isso que encanta quem nos visita”, constata. “Em cada refeição que servimos as pessoas têm um referencial na sua memória, o que é para nós muito importante”. O Chef assina inclusive um bacalhau especial Seleção Diogo Rocha, da Lugrade, com uma cura de nove meses, e uma consistência e textura que lembram o bacalhau de antigamente. Recuando à sua infância, foi desde cedo que entrou em contacto com o fascinante mundo da culinária. “Aos nove anos já acompanhava o meu pai nos eventos que organizava, desde casamentos a batizados e poucos anos depois já fazia arroz de atum”, conta. “Se me perguntar qual o meu prato favorito, não tenho, mas o arroz carolino é aquele que, tecnicamente, me sinto mais confortável a fazer, parece que já nasci ensinado”, confessa. Diogo Rocha, que aos 17 anos já era Chefe de cozinha do restaurante Encontrus em Carregal do Sal, é um pensador da gastronomia e é “à noite que estou mais tranquilo para pensar e criar”. O menu desgustação, servido às Sextas e Sábados na Mesa de Lemos, é composto por doze momentos gastronómicos, caraterizados por serem “gulosos” e não “insípidos”, até pela região em que está inserido. “Não nos podemos deixar levar pelo ego, pensarmos que somos todos estrelas de rock e deixar de pensar nos clientes, julgando que irão gostar de tudo o que fazemos, devido a eventual excesso de confiança e vedetismo. Instado a eleger a cidade gastronómica de eleição, daquilo que conhece, não hesita : San Sebastian, ainda que reconhecendo que em Espanha não há “grande cultura gastronómica”, ali é ponto de confluência de grandes correntes e tendências. Inovar é também um desígnio na Mesa de Lemos, onde se faz, por exemplo, uma levedura a partir de passas. Do Garfo de Ouro para a Estrela Michelin, é o que muitos já reclamam para Diogo Rocha, com justiça. Contrário à descaraterização da cozinha Portuguesa, aconselha os mais jovens a não seguirem esse caminho, como a recente “febre” dos risotos, não entendendo como alguém por estar à frente de uma cozinha num restaurante Português, sem saber fazer, por exemplo, um arroz de feijão. “Na Mesa de Lemos, os clientes vivem uma experiência em que muitas vezes sentimos o seu êxtase, pois conversam muito connosco, circulam pela cozinham, tiram muitas fotos”, diz-nos, destacando que ali “temos uma proposta diferente – desde a arquitetónica, às vinhas e vinhos, até à forma como recebemos os clientes, que se sentem à vontade e não inibidos”. O primeiro detalhe é na chegada não estarem as mesas postas. “Não colocamos nada em cima da mesa, já para motivar as pessoas a circular pelo espaço e não sentirem o formalismo e frieza habituais”, exemplifica, para demonstrar que tudo na Quinta e Mesa de Lemos é fruto de uma estratégia visionária, onde por 70€ se faz uma viagem sensorial inesquecível, com muitos sabores a mar e à terra pródiga de Silgueiros e da região. Numa primeira impressão pode estranhar-se, mas depois entranha-se de tal forma que “muitos repetem a experiência”, sendo que os menus normalmente mudam de dois em dois meses.

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Shark contrata até 120 novos trabalhadores e investe três milhões de euros

A unidade de produção da SHARK de Oliveirinha, atingiu em Abril o seu recorde de produção mensal, com 33 mil capacetes fabricados.

Atualmente a SHARK está a produzir por ano uma média de 260 mil capacetes de vários modelos e referências. O diretor executivo da empresa o italiano Remo Ventura salienta “a excelente capacidade de produção da empresa associada à motivação acrescida do pessoal”.

“Tendo em conta o crescimento do mercado, surgiu necessidade de aumentar a nossa capacidade produtiva que poderá atingir os 400 mil capacetes por ano já em 2017”, revelou, dando conta que “o incremento da produtividade da empresa é o principal fator para a necessidade de ampliarmos as instalações da fábrica, o que implica contratar mais pessoal qualificado”, prevendo-se que a empresa venha a contratar “80 a 120 novos trabalhadores”, ampliando as suas instalações “com mais cinco mil metros quadrados de área coberta, que vai corresponder a um esforço financeiro de três milhões de euros de investimento”.

Luso Finsa recebe em Nelas 600 clientes. Investir mais 20 milhões na unidade é objetivo

Com a desativação da Jomar, em Matosinhos, a Luso Finsa reforça a produção na base de Nelas. Sexta-feira recebe 600 clientes europeus na fábrica

 Com a desativação em abril da base da Jomar, em Matosinhos, a operação portuguesa do grupo madeireiro galego Finsa abre um novo ciclo, com ganhos de eficiência e competitividade e mais investimentos no polo de Nelas. A Luso Finsa “ganha peso estratégico e importância acrescida no universo do grupo, beneficiando de produtos de nova geração e margem de progressão em mercados do centro da Europa e ainda Dubai e América Latina”, refere o administrador Francisco Marcos.

Após um programa que subiu aos 50 milhões de euros, com a instalação de uma segunda linha de produção com 200 metros de comprimento destinada à produção de aglomerado cru, MDF e Superpan (uma combinação de MDF nas faces e aglomerado de partículas no núcleo), a Luso Finsa aspira a um terceiro investimento. A empresa sente algum desconforto por estar dependente de uma única linha de fibra para abastecer a produção de painéis das duas linhas fabris. A intenção é aplicar mais 20 milhões de euros, em capacidade de fibra e energia.

O SEGREDO DO SUPERPAN

Neste novo ciclo, o produto estrela passou a ser a nova geração de Superpan, uma patente mundial que herdou da antiga Jomar. A tecnologia evoluída e a linha sofisticada utilizada em Nelas, “corrigiu as antigas debilidades do Superpan produzido em Matosinhos”. Sem “manchas na capa externa e com o núcleo mais compacto, a nova geração abre um campo mais vasto de aplicações na indústria do mobiliário, a custos inferiores de gamas concorrentes”, explica Francisco Marcos.

Esta sexta-feira, dia 6, a Luso Finsa promove uma espécie deopen day, recebendo em Nelas 600 clientes, para lhes explicar as vantagens e virtualidades da solução Superpan. Os painéis de madeira viajam mal e para chegar ao centro da Europa a fatura final é agravada em 20 por cento. Num primeiro momento, a vocação de Nelas limitava-se à Península Ibérica, um mercado maduro e menor margem de crescimento no negócio dos aglomerados. Mas, com maior valor acrescentado e maior flexibilidade de aplicações que faz subir o preço, a Luso Finsa ganha margem operacional para atenuar o efeito da distância.

Em 2016, a Luso Finsa vai manter o nível de vendas do exercício anterior (143 milhões), apesar da produção da Jomar se resumir a quatro meses e a produção da Superpan em Nelas estar até julho a 70 por cento da capacidade dimensionada. Mas, o reforço de stocks e a subida de preços do Superpan na exportação explicam o desempenho.

NELAS VENCE TERUEL

Se a linha de Nelas consegue, com menos menos mão-de-obra (70 pessoas) o mesmo volume de produção do que em Matosinhos, os gastos de energia serão agravados e a madeira utilizada é mais cara. Apesar de ser um país florestal “Portugal tem a madeira mais cara da Europa”, diz Francisco Marcos.

Para o gestor da Luso Finsa “foi duplamente estimulante verificar” que após “a severa crise que a indústria atravessou, levando o grupo a fechar três bases em Espanha”, o primeiro investimento relevante fosse realizado em Portugal e se tenha dirigido à modernização do Superpan.

Quando em 2013 a Finsa tomou a decisão de encerrar a base da Jomar, a opção mais lógica afigurava-se o reforço da unidade de Teruel (Aragão) que exigia um investimento oito vezes inferior ao realizado em Nelas. Foi de Teruel que seguiu a prensa que seria adaptada na rejuvenescida linha de Nelas. Nessa altura, “a operação portuguesa esteve em risco e foi uma luta dura impor internamente a opção por Nelas”. Mas, a casa-mãe de Santiago de Compostela reconheceu “o desempenho excecional ”das unidades portuguesas, batendo as restantes 12 em indicadores como “resultados, produtividade, absentismo ou sinistralidade”.

JOMAR COM RENDA CARA

Com ou sem nova linha em Nelas, a base de Matosinhos estava condenada. Quando em 2005 comprou a Jomar à família Costa Leita (Vicaima), o negócio deixou de fora o edifício e terreno de 20 hectares, entalado entre uma zona comercial (Mar Shopping) e o novo projeto Norte Center, uma pequena cidade de negócios com cinco polos e a nova sede da Mota-Engil.

O contrato de arrendamento por 10 anos previa uma pesada renda anual (2,1 milhões de euros), atualizada na segunda metade do contrato. No total, pagou cerca de 24 milhões ao fundo Predicaima que chegou a avaliar o espaço em 50 milhões de euros.

Antes de esgotar os 10 anos, a família Costa Leite denunciou o contrato, para evitar a renovação automática e aceitou depois um novo contrato, baixando a renda para metade. Mas, com o equipamento a ficar obsoleto a Finsa “não poderia investir numa fábrica que não lhe pertencia, com uma localização que não era adequada”.

E avisou a comunidade laboral (160 empregados) com dois anos e antecedência. Houve quem aceitasse mudar-se para Nelas (10) ou para base de Ourense (2), mas a Finsa sabia que o grosso dos assalariados seguiria para o desemprego. Tentou limitar os danos, em clima de paz social.

5 MILHÕES EM INDEMNIZAÇÕES

Em janeiro, um primeiro grupo (28) de idade mais avançada, rescindiu. Os restantes vão saindo ao longo deste ano. Além das indemnizações legais, reservou uma bonificação adicional, superior a um milhão de euros. A originalidade é que este bónus foi dividido igualmente por todos os trabalhadores, independentemente da função e nível salarial, “beneficiando quem tinha salários mais baixos”. No despedimento colectivo, a empresa gastou 5 milhões de euros.

No ano em que completaria 50 anos, a simbólica Jomar fundada por João Marques Pinto, entra em modo de desmontagem e segue para abate. A paisagem perde o caráter fabril e regressa às origens, à espera de um novo destino. Sobra a patente do Superpan, o ativo mais precioso que a Finsa herdou da Jomar.

Fonte : Expresso on line

Visita do Ministro da Economia a Nelas.Movecho, Borgstena e Faurecia na rota do crescimento

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– CEO da Movecho denuncia “sensação clara de que estamos a ser perseguidos pela máquina fiscal de Viseu”

A deslocação a Nelas do Ministro Manuel Caldeira Cabral, ficou marcada pela visita, hoje pela manhã, a três das principais empresas do seu tecido económico que, apesar da crise, mantêm uma trajetória de crescimento assinalável. Tendo tido contacto prático com os seus casos de sucesso, falando com responsáveis e trabalhadores, não deixou de levar alguns recados para Lisboa, o mais importante dos quais o de Luís Abrantes. O CEO da Movecho denunciou que “temos a sensação clara que existe uma perseguição,por parte da máquina fiscal de Viseu, às empresas que pagam os seus impostos,relacionada com os benefícios fiscais concedidos de 2010 a 2015”. “Felizmente as 50 empresas atingidas por esta perseguição e com a ajuda da Associação Comercial e Industrial de Viseu, conseguiram anular a situação, que representava mais de 50 milhões de euros de encargo fiscal, a suportar, injustamente, por quem investe, cria riqueza e emprego”, revelou.

Numa breve apresentação da fábrica, adiantou que a Movecho,criada em 1989, tem atualmente 170 trabalhadores e mais de 14 milhões de euros de vendas, produzindo mobiliário para o mercado interno e externo, e apostando claramente nas novas tecnologias e inovação,como é exemplo, de há quatro anos a esta parte, a criação de um departamento próprio de design de autor, usando a cortiça como matéria prima, onde a empresa já obteve diversos prémios.

De entre os principais clientes estão a Lacoste, Volswagen, Ana Aeroportos e diversos bancos como o Santander. Ainda houve tempo no final,para uma degustação dos novos vinhos da Quinta da Alameda, harmonizados com algumas criações do Chef Diogo Rocha, que fez questão de se associar ao evento.

A Borgstena, atualmente com cerca de 700 trabalhadores e a Faurecia, com 133, mas em processo de expansão para cerca de 270 trabalhadores, foram as outras empresas visitadas pelo Ministro da Economia. Ambas as empresas fabricam componentes para a indústria automóvel.

Seminário de Empreendedorismo marcado pela assinatura de Protocolos com o IEFP e Politécnico de Viseu

Pelo 3º ano consecutivo, decorreu durante o dia de hoje no Edifício Multiusos de Nelas o Seminário de Empreendedorismo- Inovação, Formação e Criação de Emprego, um encontro que apresentou diversos casos de sucesso, resultados e oportunidades em matéria de empreendedorismo, na presença do Ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral que congratulou as empresas do Concelho que primam pela excelência, diferenciação e dinamismo, factores fundamentais para vencer e conquistar mercados internacionais. Referiu ainda que o sucesso das empresas passa por uma estratégia de formação e valorização de recursos humanos, inovação tecnológica e parcerias, características

13139293_1111775772178710_84964987646900214_n 13087823_1111775968845357_8826885471646712003_nbem evidentes nas empresas concelhias. Na sequência da visita a Santar, o Ministro enalteceu o projeto “Santar, Garden Village” exemplo ímpar de união entre as pessoas da terra que colaboram com empenho e dedicação num projecto comum que valoriza todo um patrimonial e identidade local e cultural.

O Presidente da Câmara Municipal de Nelas apresentou a Estratégia de Desenvolvimento Económico e Industrial de Nelas para os próximos 10/20 anos, tendo reforçado a ideia da necessidade de potenciar a cultura empresarial local, que neste momento assenta em 264 empresas, 12 mil hectares de área agrícola, dos quais mil são dedicados ao cultivo de vinha, e no turismo que dispõe de 750 camas, posicionando o Concelho na vanguarda dos Municípios que fazem parte da Comunidade Intermunicipal Dão Lafões, ocupando o terceiro lugar em termos de oferta hoteleira. Destacou ainda a disponibilidade da Câmara Municipal para desenvolver projectos no âmbito do Quadro Comunitário para alargar zonas de acolhimento industrial, criando fortes alicerces para a implantação de novas empresas que fortaleçam o tecido industrial local.

Seguiu-se a assinatura do Protocolo “Formação Profissional & Empregabilidade” entre a Câmara Municipal de Nelas e o Instituto de Emprego e Formação Profissional, representado pelo Delegado Regional, António Alberto Costa, que visa a implementação e instalação de uma extensão do Centro de Formação Profissional de Viseu, constituindo um Pólo de Formação na Zona Industrial I de Nelas, integrado na estratégia de desenvolvimento económico industrial do Concelho de Nelas. O Pólo de Formação terá como finalidade a realização de acções de formação profissional necessárias e adequadas ao desenvolvimento sustentado quer do tecido económico, quer das habilitações e competências profissionais da população instalada na zona envolvente.

O Seminario prosseguiu com a assinatura do Protocolo “Empreendedorismo Criativo e Tecnológico”, entre a Câmara Municipal de Nelas e o Instituto Politécnico de Viseu, representado pelo Presidente Eng. Fernando Sebastião. Com o presente Protocolo, o Município de Nelas pretende promover a cooperação institucional com o IPV, no sentido de criar mecanismos e dinamizar apoios estruturais ao empreendedorismo criativo e tecnológico, prosseguindo o IPV com os seguintes fins: a realização de investigação científica e a cooperação institucional numa perspectiva de valorização recíproca, nomeadamente através da investigação aplicada e da prestação de serviços à comunidade; a valorização social do conhecimento e a sua transferência para os agentes económicos e sociais como motor de inovação e mudança e ainda a conservação e divulgação do património científico, cultural e artístico.

No segundo Painel, Mário Mouraz CEO do Climber Hotel, oriundo de Canas de Senhorim, falou sobre a sua experiência pessoal como exemplo de empreendedorismo quando criou a sua Startup no âmbito do Projeto Startup Lisboa, ambicionando alcançar mercados internacionais.

Evidenciando a diversidade do Ecossistema Económico Industrial de Nelas, assim como exemplos de Estratégias bem sucedidas de crescimento empresarial, apresentaram-se testemunhos de Nelas para a Região, para o país e para o mundo, pelas empresas Borgstena, Movecho, Faurecia, QBeiras e Officelan, empresas reveladoras da diversidade, dimensão e sectores de actividade, presentes no tecido económico-industrial de Nelas que juntamente com outras excelentes referências têm criado as condições para ocuparmos a posição de liderança de criação de emprego na região.

Fonte : CM de Nelas

Ministro da Economia em Nelas no Seminário de Empreededorismo. Visita a empresas na agenda

A Câmara Municipal de Nelas promove no próximo dia 3 de maio, terça feira, pelas 15h00, no Auditório do Edifício Multiusos,o 3º Seminário de Empreendedorismo- Investimento, Formação e Criação de Emprego com a presença do Ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, empresários do Concelho, IEFP e empreendedores, entre as demais.

O Seminário apresenta, a todos os interessados, casos de sucesso, resultados e oportunidades em matéria de empreendedorismo, com o objetivo de conseguir demonstrar que os vetores da determinação, da inovação e do trabalho em rede são ingredientes para o sucesso empresarial e, consequente para o desenvolvimento desta região.

Serão transmitidas estratégias para o Desenvolvimento Regional do Instituto de Emprego e Formação Profissional, pelo Delegado Regional, e da Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões, pelo Secretário Executivo. Mário Mouraz, CEO do Climber Hotel oriundo de Canas de Senhorim, irá falar sobre a sua experiência pessoal como exemplo de empreendedorismo quando criou a sua Startup no âmbito do Projeto Startup Lisboa.

Evidenciando a diversidade do Ecossistema Económico Industrial de Nelas, assim como exemplos de Estratégias bem sucedidas de crescimento empresarial, apresentam-se testemunhos de Nelas para a Região, para o país e para o mundo, pelas empresas Borgstena, Movecho, Faurecia, QBeiras e Officeland.

No último Painel, serão assinados dois importantes Compromissos: “Formação Profissional & Empregabilidade”, entre o IEFP e a Câmara Municipal de Nelas, e “Inovação da Investigação Aplicada”, entre o Instituto Politécnico de Viseu e a Câmara Municipal de Nelas, peças fundamentais para a Estratégia de Desenvolvimento Económico Industrial de Nelas, que será apresentada pelo Presidente da Câmara, José Borges da Silva, sendo a Sessão encerrada por Manuel Caldeira Cabral, Ministro da Economia.

Do programa do 3ºSeminário faz ainda parte a visita do Ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, às instalações de três empresas de sucesso instaladas no Concelho de Nelas, nomeadamente Borgstena Têxtil, Movecho e Faurecia, na parte da manhã.

Convite_geral

Viseu. O tuk tuk chegou à cidade

A VISTUK apresentou ontem, pelas 17h30, no Largo Pintor Gata, em Viseu, um novo serviço de transporte urbano, o “Tuk Tuk”.

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De acordo com a empresa através deste serviço, “Viseu ganha uma nova forma de ser descoberta”.

“Uma maneira diferente dos viseenses e todos os que visitam Viseu, terem a oportunidade de conhecer a cultura e gastronomia da nossa região”, explicam.

Durante o evento, a VISTUK apresentou a sua proposta de circuitos turísticos e “batizou” o primeiro veículo “Tuk Tuk” a circular em Viseu.

A iniciativa contou com alguns parceiros que disponibilizaram petiscos e vinhos em virtude da VISTUK pretender ser um “elo de ligação” entre os diversos setores turísticos da cidade.

Casas do Lupo em destaque na VISÃO

A conceituada revista generalista Visão, dedica uma reportagem à unidade de alojamento local Lapense, Casas do Lupo, que, inspirando-se na tradição, “manteve a alma das Beiras”. Aquele que já classificámos como um pequeno hotel de charme,vê dado relevo a história do local, tradições, arquitetura, e à sua personalidade própria :

“Na pequena aldeia de Lapa do Lobo, era no Terreiro dos Antunes que antigamente se encontravam os senhores a jogar à malha e as senhoras a fazer renda nas soleiras das portas. Hoje continua a ser aqui que as gentes se juntam à conversa e é onde ainda se coze o pão no forno comunitário desta terra com pouco mais de mil e duzentos habitantes. Foi também no terreiro que nasceram, há dois anos, as Casas do Lupo.

As quatro casas de granito, outrora ao abandono, levam o nome de quem lá morava: Laurita, Nascimenta,  Cintinha e Ester. Nenhum tem ligação a Carlos Cunha Torres, responsável pelo projeto turístico, mas era nesta aldeia que o empresário passava as férias em casa da avó. “Não gostava de ver aquelas casas a cair”,  conta-nos. Recuperadas pelo arquiteto João Laplaine Guimarães, que respeitou a traça “de cariz popular”, possuem oito quartos no núcleo principal (formado por três casas) e outros três na Casa da Ester, a única que está separada uns metros das outras e tem uma loja onde se vende artesanato da região, vinhos do Dão e queijo da Serra, naturalmente.

Cada quarto é distinto e com personalidade própria. A decoração “portuguesa, clássica, com elementos de contemporaneidade” oscila entre as antigas cômodas de madeira e granito, as camas de ferro e o mobiliário vintage. Os nomes dos quartos antecipam parte dos encantos que nele se podem descobrir.  Como das Galinhas, com uma janela virada para o pátio da vizinha onde existe um galinheiro e de onde se ouve o galo a cantar pela manhã. Ou da Bela Vista, de onde se observa a Serra da Estrela. Ou o da Escada Redonda, com escada que dá acesso à piscina. Nos dias frios, os hóspedes conversam junto à lareira da sala comum, tomam um copo no bar (de vinho do Dão, pois) e nos dias quentes é a piscina exterior que se vão deixar de estar.

Depois de uma noite bem dormida e de energias recuperadas ao pequeno-almoço (com queijos e sumos de fruta das árvores da região),peça uma bicicleta (disponível gratuitamente) e parta à descoberta do património da aldeia: a dois miradouros, um  imenso carvalhal, um moinho do século XVII recuperado e muito mais para descobrir. A vila de Nelas está a oito quilómetros e, se tiver pernas para isto, também pode pedalar até lá. A pedido, organizam-se provas nas vinhas do Dão, com acompanhamento de uma enóloga. São casas portuguesas, com certeza. E nem falta o “pão e vinho sobre a mesa” como cantava Amália”.Casas do Lupo quarto

Red Dot Award: Product Design 2016 atribuído à peça Spherical da Movecho

Cadeira portuguesa da empresa Nelense vence prestigiado prémio internacional de design

A cadeira SPHERICAL desenvolvida e produzida pela empresa portuguesa MOVECHO foi distinguida com o Red Dot Award: Product Design 2016. Atribuído pela elevada qualidade do design este galardão vem premiar o significativo investimento em Investigação & Desenvolvimento levado a cabo pela MOVECHO e a sua aposta em criar peças de mobiliário de design únicas.

As soluções vencedoras deste concurso ficam expostas no conceituado Museu de Design do Red Dot (Design Zentrum Nordrhein Westfalen), na cidade alemã de Essen.

SPHERICAL RD

O prémio

Os Red Dot Awards são um dos mais prestigiados prémios internacionais de design sendo considerados os “óscares” da área. Organizado pelo Design Zentrum Nordrhein Westfalen em Essen, Alemanha, desde 1955, a edição deste ano contou com participantes de 57 países e cerca de 5,200 produtos foram submetidos ao escrutínio do júri. Este é composto por um painel independente de 41 profissionais entre designers, professores e jornalistas da especialidade que avalia as peças levadas a concurso de acordo com critérios como o nível de inovação, a qualidade formal, a funcionalidade e a compatibilidade ecológica.

A SPHERICAL

A cadeira SPHERICAL produzida pela MOVECHO contou com a assinatura do arquiteto Miguel Arruda num design inspirado pela sua obra Escultura Habitável erigida em 2010.

Uma peça que homenageia a cortiça no seu potencial de versatilidade e conforto. Pelas suas qualidades únicas, leve e simultaneamente resistente, bem como pelas suas características de produto cem por cento natural, reciclável e reutilizável a cortiça foi o material eleito para criar esta peça MOVECHO de design exclusivo e não convencional agora reconhecida a nível internacional.

A versatilidade do material utilizado revela-se também na versatilidade da SPHERICAL, que se multiplica em inúmeras possibilidades de uso e à qual é possível adicionar acessórios complementares.

A MOVECHO

 Fundada em 1989, MOVECHO S. A. é uma empresa de mobiliário Portuguesa/Suíça com uma vasta experiência na conceção e produção nas áreas de mobiliário de escritório e retail/shopfitting.

Com uma área operacional de 16,000m², a MOVECHO conta atualmente com uma equipa dinâmica de mais de 150 trabalhadores distribuídos por diferentes campos de acção: desenvolvimento de projetos, engenharia de produto, fabricação, comercialização e instalação.

A criação de peças de design tem sido para a MOVECHO um campo de ação em crescimento como parte de um plano de Investigação & Desenvolvimento. Com o domínio do know-how e o investimento na mais recente tecnologia, a MOVECHO procura agora afirmar-se como uma marca de mobiliário de design definida pela inovação e criatividade e despojada de convencionalismos e cunhando sempre cada peça com a sua preocupação pela sustentabilidade ambiental e ecológica.

Empresa de produção de tecidos constrói novo pavilhão e cria 20 empregos

É mais uma boa notícia vinda da área empresarial privada no concelho de Nelas.

São 2 000 m2 destinados à construção de um novo pavilhão para produção de tecidos bordados. junto à Lusofinsa, cuja obra irá em breve arrancar. A nova unidade industrial vai criar na fase inicial 20 empregos, sendo que trabalham na empresa atualmente seis trabalhadores, em Vilar Seco.

Sobrinho Salvador é o empresário, e para o efeito a autarquia está a apoiar a empresa, tendo já colaborado na terraplanagem do terreno. A previsão aponta para que em Novembro a fábrica esteja a laborar.

Quinta do Sobral na elite dos vinhos tintos Portugueses

O Quinta do Sobral Touriga Nacional 2013, com um preço indicativo de 13€, obteve a classificação de 17,5 valores e o selo de boa compra, na prestigiada Revista dos Vinhos, na sua edição de Abril. “Rebuçados de violetas e framboesas, alegre e efusivo, com bons tostados e minerais”, descreve a publicação num painel de prova, que integra vinhos da Quinta de Lemos, Quinta do Crasto, Quinta do Portal, Vale da Raposa, Ribeiro Santo, com preços que chegam aos 55€ (Quinta Nova de N.S. Carmo). Um feito notável para um vinho vigoroso e muito elegante, com muita vivacidade, acidez perfeita e final muito longo. A graduação é 14%.Q do Sobral

Faurecia expande-se em Nelas e contrata 140 trabalhadores

O presidente da Câmara de Nelas anunciou hoje em reunião de Câmara mais um investimento de expansão no concelho A multinacional Francesa Faurecia, que fabrica componentes para a indústria automóvel, irá avançar com um investimento que elevará o seu volume de negócios acima de 100 milhões de euros, dos quais 80% para exportação.

Borges da Silva revelou que “A Faurecia terá que ter este novo projeto a funcionar até Julho e irá contratar cerca de 140 trabalhadores, passando para uma força de trabalho de 250 pessoas”. Ao que apurámos, a realização deste investimento está relacionada com um dos seus principais clientes – a norte americana Ford.

Ministro da Economia desloca-se a Nelas. Visitas à Borgstena, Movecho e Faurecia na agenda

O Ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, vai acompanhar o 3º Seminário de Empreendedorismo promovido pela Câmara Municipal de Nelas, no próximo dia 3 de Maio, que inclui uma visita a três das mais importantes unidades industriais instaladas no concelho : Borgstena, Movecho e Faurecia.

Borges da Silva adiantou ontem ao nosso jornal, à margem da apresentação do Rali Vinho do Dão, que irá revelar a estratégia do município para a industrialização do concelho, nos próximos 20 anos, em opções estratégicas que irão incluir duas novas áreas de acolhimento empresarial.image001

Jorge Coelho inicia a obra da Queijaria Vale da Estrela. Inauguração prevista para Setembro com criação de 20 empregos

Na passada sexta-feira, dia 15 de abril, foi celebrado o auto de consignação que simbolizou oficialmente o arranque dos trabalhos da Queijaria Vale da Estrela. Trata-se de um investimento de cerca de 1.200.000€ do empresário e antigo ministro, o mangualdense Jorge Coelho. O momento contou com a presença de Jorge Coelho e do Presidente da Câmara Municipal de Mangualde, João Azevedo.

A intervenção, da responsabilidade da Empresa MAP Engenharia, Lda., tem a duração prevista de cinco meses e a entrada em funcionamento da queijaria deverá acontecer em finais de setembro do corrente ano. Nessa altura iniciará a receção de Leite e respetiva produção de Queijo Serra da Estrela DOP (Denominação de Origem Protegida) certificado e de Requeijão Serra da Estrela DOP.

A obra é financiada pela Caixa Económica Montepio Geral e tem como parceiro estratégico, relativamente a produção e recolha de Leite de Ovelha Bordaleira Serra da Estrela, a COAPE – Cooperativa Agro-Pecuária dos Agricultores de Mangualde.

Esta será a primeira queijaria tradicional do concelho de Mangualde. A nova unidade terá a designação de Queijaria Vale da Estrela e, numa primeira fase, vai criar 20 postos de trabalho sendo uma alavanca para a economia local. Com cerca de 950 metros quadrados, este novo espaço vai servir para produzir regularmente Queijo Serra da Estrela DOP certificado. O modelo da unidade vai incluir uma mezzanine, que permite que seja visível do exterior o fabrico do queijo, por forma a promover as visitas por parte de escolas e atrair o turismo.

Texla é líder Europeia no fabrico de tecidos laminados e emprega 30 pessoas em Carregal do Sal

“Portugal continua a ser um ponto estratégico para o grupo Texla”, afirmou recentemente o presidente do Grupo Sueco, Pär Palmgren. Sedeado em Gotemburgo (Suécia), o Grupo possui unidades de produção em Portugal, Bélgica e República Checa. A filial portuguesa, localizada em Carregal do Sal, dedica-se à produção de tecidos laminados, maioritariamente para a indústria automóvel.

Atualmente a fábrica tem 30 trabalhadores e perspectiva a expansão das suas instalações para aumentar a área de corte. A empresa-mãe na Suécia já reconheceu que a unidade portuguesa demonstra “um grande know how e uma excelente capacidade para desenvolver relações de confiança, que se revelam muito importantes neste negócio”. “É uma excelente equipa de trabalho, estão connosco há muitos anos e são, sem dúvida, uma mais-valia para o Grupo Texla”, sublinhou Pär Palmgren.

Fundada em 1962, a Texla é hoje um dos “players” mais experientes do setor, afirmando-se como a maior empresa privada independente da Europa a fabricar tecidos laminados. Atualmente fornece as grandes empresas mundiais do setor automóvel, com produtos laminados.

O presidente da Câmara de Carregal do Sal, Rogério Abrantes, acompanhado da sua vereadora, Ana Cristina Borges, visitaram ontem a empresa, inteirando-se da sua estratégia,produtos, processo produtivo e colaboradores. Esta visita foi por nós também acompanhada, depois de termos respondido afirmativamente ao convite dirigido pela empresa.