Dom Vicente Wines: Entrevista com António Vicente Marques

AHRESP critica forças de segurança

A AHRESP apela às forças de segurança, particularmente à GNR e à PSP, que não obstaculizem o funcionamento dos estabelecimentos de Restauração e Similares nas modalidades de take-away (que inclui o drive thru) e entregas ao domicílio, permitido pela atual lei.

Nessa conformidade, os estabelecimentos de restauração e similares podem funcionar de acordo com o horário de funcionamento para o qual se encontram autorizados, nos quais, nas modalidades de venda permitidas, podem praticar os seus horários normais, isto é, os horários que – dentro dos limites aplicáveis em função do município em que se localizem – praticariam se nunca tivessem existido limitações especiais resultantes das medidas de combate à doença COVID-19. Assim sendo, não estão sujeitos à obrigatoriedade de encerramento às 20h00 durante a semana e às 13h00 aos fins-de-semana e feriados. A ação das forças de segurança tem feito com que muitos estabelecimentos, perante a incerteza gerada, optem por não funcionar, com todos os prejuízos que isso acarreta, quer para os próprios, quer para a nossa economia.

Esclarecimentos sobre regras de funcionamento – A AHRESP tem já na sua posse os esclarecimentos da Secretaria de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor sobre várias dúvidas que se levantaram com a publicação das novas regras relativas ao funcionamento dos estabelecimentos de Restauração e Similares e que incidem sobre os seguintes temas:

  • Permissão do drive thru;
  • Situação dos estabelecimentos de bebidas, como bares, que vinham a funcionar com as regras estabelecidas para os cafés ou pastelarias;
  • Acesso ao interior do estabelecimento para compra de pão;
  • Venda de bebidas;
  • Aplicação à Restauração da proibição de publicidade de práticas comerciais com redução de preço.

O surpreendente e singular Munda Verdelho 2008

Este é um néctar verdadeiramente dos Deuses. Um varietal de uma casta que conquista cada vez mais apreciadores : Verdelho. O vinho é da safra de 2008, foi lançado em 2019, e agora, há poucos meses, relançado do mercado. Não ficámos indiferentes a esta novidade: Um branco, com 11 anos de garrafa, numa edição limitada de 850 garrafas.

Joana Cunha,proprietária e enóloga da Quinta do Mondego (Caldas da Felgueira-Nelas), falou-nos da vinificação e caraterísticas de tão complexo vinho branco, desmistificando mais uma vez a ideia de que os brancos devem ser consumidos em poucos anos.O terroir do Dão tem especificidades únicas, e aqui, nestas terras abençoadas, o que delas brota são uvas para vinhos de grande longevidade que ganham (e muito) com o tempo. “Estamos a falar de uma frescura e mineralidade impressionantes”, começa por realçar.  O processo de vinificação teve esta sequência : “nove meses em barrica, seguidos de batonnage”. Volvidos 11 anos, apresenta-se “muito mineral,mentolado,com notas de cascas de laranja e pêssego seco”.

Um sugestão final da enóloga: “casamento perfeito com queijos de pasta mole”.Não podemos estar mais de acordo.

Dom Vicente Wines (Carregal do Sal) inova com Vinhos da Talha no Dão

Dom Vicente Wines, um projeto inovador com vinhas no Dão (Carregal do Sal) e Algarve, lançou dois vinhos, que são um marco, no seu portfólio:
Vinho da Talha Touriga Nacional 2019 e Vinho da Talha Encruzado 2019, ambos com garrafas numeradas.
Seguindo os processos mais clássicos, herança da passagem dos Romanos por Portugal, o Vinho de Talha, que fermenta em ânforas de barro, sem qualquer controlo de temperatura,mantém-se como um produto único, sublime, representante da milenar cultura do vinho.

Carlos Lucas Dão Tinto 2018 : Classe e elegância elogiadas pela Decanter

Lado a lado com vinhos de categoria mundial (especialmente, e na qualidade de enófilo, destaco um vinho Uruguaio de uma das minhas castas tintas preferidas – Tannat),Carlos Lucas volta a destacar-se, num a publicação de grande prestígio, como é a Decanter. O crítico atribuiu 91 pontos, ao Dão  Tinto 2018, vendido no Reino Unido por 5,99 Libras, o equivalente a 5,30€.

De acordo com a apreciação, o néctar de “outono/inverno”,apresenta “um rótulo com classe,alusivo a azulejos portugueses”,denota ndo “complexidade,equilíbrio e elegância”, com aromas de “frutos pretos”, com notas de “violeta”.

“Grande acidez,taninos rústicos,especiarias e um final muito refrescante”, termina a avaliação da Decanter,com um preço muito convidativo,ou seja,um preço justo,como é apanágio deste produtor.

Grupo Tavfer regista quebra de seis milhões no volume de negócios

“Tivemos uma quebra de seis milhões de euros no volume de negócios relativamente à faturação dos anos anteriores”, declarou à agência Lusa Nuno Pereira, assessor da administração do grupo criado pelo seu pai, Fernando Tavares Pereira, oriundo de Midões, concelho de Tábua, no distrito de Coimbra.

As 53 empresas do grupo, localizadas em diversos concelhos, empregam cerca de 600 pessoas com vínculo, a que habitualmente se juntam entre 50 a 100 trabalhadores para tarefas sazonais, sobretudo no setor agrícola, este mais concentrado em Tábua, Oliveira do Hospital e outros concelhos da região.

Neste segundo “lockdown”, os 38 centros de inspeção automóvel que a família possui, do Minho ao Algarve, “vão continuar abertos, mas terão menos inspeções”, estima Nuno Pereira.

“No grupo, os centros de inspeção é que faturam mais”, realçou, recordando que o primeiro confinamento, em 2020, implicou quebras de 20 a 25% no volume de negócios destes serviços por estarem fechados “meses”.

Para apoiar o combate à pandamia, desde março de 2020, “o grupo Tavfer já distribui um milhão de máscaras cirúrgicas, oferecidas aos clientes e entidades da área social”,revelou.

O grupo familiar possui quatro unidades hoteleiras, incluindo na Serra da Estrela e no Algarve, que estiveram “muitos meses” fechadas.

Neste confinamento, Nuno Pereira antecipa que “o pior impacto será nos hotéis”, depois de “uma certa instabilidade das medidas” do Governo, no ano passado, ter originado “instabilidade no emprego e na oferta”.

“Tem havido muitos cancelamentos de reservas. Tem sido uma catástrofe”, assevera.

Na presente vaga da pandemia, “não vamos fazer lay-off nas nossas empresas”, prevê.

“Não sabemos o que isto vai dar. No entanto, quem quiser tem sempre trabalho noutros serviços do grupo ou fica em casa”, acrescenta.

Na área agroflorestal, que inclui vitivinicultura, olivicultura, silvicultura e fruticultura, “trabalham 50 pessoas a tempo inteiro”, podendo ser contratadas mais para atividades temporárias.

“Na parte agrícola, o último verão nem correu mal. E a comercialização de vinho também correu bem em dezembro”, realçou o empresário de Midões, cuja família tem apostado nos últimos anos na produção de frutos silvestres.

A pandemia veio agravar a situação dos diferentes investimentos, desde logo ao nível agrícola e florestal.

“Estávamos ainda numa fase de recuperação dos incêndios de 2017 e das tempestades de 2018 e 2019”, referiu, ao indicar que a reposição da capacidade produtiva enfrenta agora acrescidas dificuldades.

Nuno Pereira disse que se verifica “alguma falta de material e plantas”, que dependem da importação, e que “é tudo mais lento”.

O grupo possui também dois lares de idosos, além de empresas em áreas tão diferentes como a metalomecânica, a serralharia, a carpintaria, a construção civil e o imobiliário, entre outras.

AHRESP defende reposição da venda de bebidas em take away

A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) defendeu, esta quarta-feira, a revogação da proibição da venda, no take away de qualquer tipo de bebidas, alertando que o que se pretende impedir é o consumo junto aos estabelecimentos.

No seu boletim diário, a associação referiu que “as últimas medidas restritivas impostas ao funcionamento da restauração e similares vieram determinar a proibição, no take away, da venda de qualquer tipo de bebidas”.

A AHRESP considera que “a venda de bebidas propriamente dita não representa qualquer risco acrescido”, defendendo que “seja revogada esta medida, uma vez que o que se quer prevenir é o consumo de produtos à porta do estabelecimento ou nas suas imediações, e não a venda, que apenas vai prejudicar a já difícil situação dos estabelecimentos”.

Esta questão “assume maior relevância nos estabelecimentos que funcionam com menus, com bebida muitas vezes incluída no preço”, diz a AHRESP, adiantando que “está a questionar a tutela sobre esta e outras questões que estão a levantar muitas dúvidas”.

As vendas ao postigo nas lojas do ramo não alimentar e de bebidas, incluindo café, nos estabelecimentos do ramo alimentar foram proibidas, mesmo nos que estão autorizados a vender em take-away, anunciou o primeiro-ministro, na segunda-feira.

Estas novas restrições foram conhecidas no final de um Conselho de Ministros extraordinário em que o Governo aprovou novas medidas relacionadas com o confinamento geral que entrou em vigor às 00h00 da passada sexta-feira.

O primeiro-ministro referiu que três dias “é um período curto para avaliar as medidas adotadas”, mas sublinhou que os dados disponíveis apontam para a necessidade de “clarificar normas que tem sido objeto de abuso”, ou alargar “o quadro de restrições”, aprovadas na semana passada.

Neste contexto, passa a ser proibida a venda ou entrega ao postigo em qualquer estabelecimento do ramo não alimentar, como lojas de vestuário, bem como a venda ou entrega ao postigo de “qualquer tipo de bebidas, incluindo cafés”, sendo esta proibição extensível aos estabelecimentos autorizados a praticar take away.

O Governo decidiu também proibir a permanência e consumo de bens alimentares à porta ou nas imediações dos estabelecimentos do ramo alimentar e encerrar todos os espaços de restauração em centros comerciais mesmo no regime de take away.

 

Dia Mundial do Queijo assinalado a 20 de janeiro

Este dia mundial do queijo fica marcado pela atribuição dos prémios Vale Pastor, no valor de 355 mil euros, a 129 empreendedores produtores de leite das regiões DOP da Serra da Estrela, Beira Baixa e Rabaçal. Estes prémios surgem no âmbito do Programa de Valorização da Fileira do Queijo da Região Centro, financiado pelo Programa Operacional Regional CENTRO 2020.

O Vale Pastor é um incentivo no valor de 5.000 euros atribuído a 14 alunos que concluíram com sucesso a “Escola de Pastores” e que se encontram instalados ou que se pretendem instalar na atividade da agropastorícia. Por sua vez, o Vale Pastor+ é um incentivo no valor de 2.500 euros atribuído a 115 produtores de leite fornecedores de queijarias que fabricam queijo com DOP e que apresentaram a concurso o leite de melhor qualidade.

Os Vales foram atribuídos pela Inovcluster e pelas Comunidades Intermunicipais da Beira Baixa, das Beiras e Serra da Estrela, da Região de Coimbra e de Viseu Dão Lafões, parceiras do projeto.

A atribuição destes prémios, visa fomentar, capacitar e desenvolver a atividade agropastorícia, como parte integrante do processo de melhoria da qualidade na produção de leite destinado ao fabrico de queijo com denominação de origem protegida (DOP).” Refere, em comunicado, a Queijos Centro de Portugal.

Fonte: http://www.rcb-radiocovadabeira.pt/pag/66470

Turismo Centro de Portugal promove Património Mundial do Centro de Portugal

O Turismo Centro de Portugal promoveu hoje um encontro online com os agentes económicos das áreas do turismo que atuam nos territórios dos quatro Lugares Património Mundial do Centro de PortugalMosteiro de AlcobaçaMosteiro da BatalhaConvento de Cristo em Tomar, e Universidade de Coimbra, Alta e Sofia.

O encontro, que juntou quase uma centena de participantes, serviu para dinamizar o fórum de comunicação e trabalho IDEALAB. Esta plataforma tem como objetivo a geração de ideias e a partilha de conhecimento e de contactos entre profissionais e organizações associadas ao Património Mundial do Centro de Portugal, incentivando assim a que haja mais proximidade e trabalho em rede entre os quatro destinos. Todos os agentes económicos que atuam nos quatro Lugares têm, desta forma, a possibilidade de participar e de registar continuamente todo o processo na plataforma.

A sessão de hoje juntou empresários dos setores do comércio, restauração, hotelaria, eventos e animação turística, assim como representantes de instituições públicas, autarquias e confrarias, entre outras.

Este encontro deu continuidade às mais recentes iniciativas da operação “Lugares Património Mundial do Centro”. A anterior, realizada em outubro último, teve o foco num Laboratório Turístico que juntou igualmente os agentes económicos que operam nos territórios dos LPMC.

A operação “Lugares Património Mundial do Centro de Portugal”, liderada pelo Turismo Centro de Portugal, em parceria com os Municípios de Alcobaça, Batalha, Coimbra e Tomar e a Universidade de Coimbra, visa desenvolver a rede que une os quatro Lugares Património Mundial da Humanidade do Centro de Portugal e pretende valorizar e promover o Centro de Portugal junto de quem o habita e de quem o visita.

Sobre o Turismo Centro de Portugal:

O Turismo Centro de Portugal é a entidade que estrutura e promove o turismo na Região Centro do país. Esta é a maior e mais diversificada área turística nacional, abrangendo 100 municípios, e tem registado um intenso crescimento da procura interna e externa. É a região a escolher para quem pretende experiências diversificadas, pois concilia locais Património da Humanidade com a melhor costa de surf da Europa, termas e spas idílicos, locais de culto de importância mundial e as mais belas aldeias.

AHRESP aponta para insolvência de 39% das empresas de restauração e similares

Empresas da Restauração e Alojamento não resistem sem “vacina” a fundo perdido

Perante uma nova fase de confinamento geral, com a drástica imposição de encerramento legal das atividades de restauração e similares, impõe-se uma forte injeção financeira a fundo perdido nas empresas da Restauração, Similares e do Alojamento Turístico. A AHRESP apresentou hoje ao Governo uma proposta de novas medidas que visam Proteger as Empresas e o Emprego nos próximos meses e que consiste no reforço dos apoios a fundo perdido para a liquidez das empresas, na maior proteção do emprego e na intensificação do apoio ao pagamento das rendas.

Portugal debate-se com a propagação galopante da pandemia COVID-19, o que levou o Governo a implementar uma nova fase de confinamento geral, que impõe o encerramento legal das atividades da restauração e similares, permitindo apenas o funcionamento em regime de take-away e entrega ao domicílio (delivery).

As restrições impostas no âmbito deste novo confinamento, com o dever de permanecer em casa, a obrigatoriedade do teletrabalho e o substancial aumento das coimas pelo não cumprimento das regras sanitárias agravam a já muito debilitada situação financeira de toda a atividade turística. Para além do encerramento legal da restauração e similares, também o alojamento turístico se vê obrigado a suspender a atividade, com consequências dramáticas para a sustentabilidade dos negócios e manutenção dos postos de trabalho.

O mais recente inquérito mensal da AHRESP, referente ao mês de dezembro, foi realizado pela NIELSEN, uma empresa internacional de elevada reputação na execução de estudos de mercado e de opinião, com enorme experiência no Canal HORECA, e os principais resultados revelam empresas sem meios e condições para continuar a lutar pela sua sobrevivência:

  • Restauração e Similares:

o   39% das empresas ponderam avançar para insolvência, dado que as receitas realizadas e previstas não permitirão suportar todos os encargos que decorrem do normal funcionamento da sua atividade;

o   Para as empresas inquiridas, a quebra de faturação do mês de dezembro foi avassaladora: 56% das empresas registaram perdas acima dos 60%;

o   Como consequência da forte redução de faturação, cerca de 13% das empresas não conseguiram efetuar o pagamento dos salários em dezembro e 18% só o fez parcialmente;

o   Perante esta realidade, 50% das empresas já efetuaram despedimentos desde o início da pandemia. Destas, 19% reduziram em mais de 50% os postos de trabalho a seu cargo. 20% das empresas assumem que não vão conseguir manter todos os postos de trabalho até ao final do primeiro trimestre de 2021;

o   Sobre as perspetivas de recuperação da atividade económica, 43% das empresas referem que o setor só deverá começar a recuperar em 2022, e 35% indicam que será a partir do 2º semestre de 2021, com o início do Verão.

  • Alojamento Turístico:

o   20% das empresas indicam estar com a atividade suspensa;

o   Das empresas com atividade em funcionamento, 43% indicaram uma ocupação máxima de 10% no mês de dezembro. Para o mês de janeiro e fevereiro, 40% das empresas estimam uma taxa de ocupação zero, e 36% das empresas perspetivam uma ocupação máxima de 10%;

o   À data de preenchimento do inquérito, apenas 12% das empresas indicaram terem reservas para o período da Páscoa;

o   16% das empresas ponderam avançar para insolvência por não conseguirem suportar todos os normais encargos da sua atividade.

o   Para as empresas inquiridas, a quebra de faturação do mês de dezembro foi devastadora: 61% das empresas registaram perdas acima dos 80%.

o   Como consequência da forte redução de faturação, 24% das empresas não conseguiram efetuar pagamento de salários em dezembro e 8% só o fez parcialmente.

o   Ao nível do emprego, 30% das empresas já efetuaram despedimentos desde o início da pandemia. Destas, 32% reduziram em mais de 50% os postos de trabalho a seu cargo. 10% das empresas assumem que não vão conseguir manter todos os postos de trabalho até ao final do primeiro trimestre de 2021;

o   Sobre as perspetivas de recuperação da atividade económica, 38% das empresas referem que o setor só deverá começar a recuperar em 2022, e 37% indicam que será a partir do 2º semestre de 2021, com o início do Verão.

Assim, e face à situação dramática que assola as empresas da restauração e similares e do alojamento turístico, é urgente a adoção de medidas específicas e excecionais para a Proteção das Empresas e do Emprego, nomeadamente:

  • Reforço das tesourarias com a atribuição de apoio a fundo perdido através do programa Apoiar.PT, aumentando a intensidade de apoio nas micro, pequenas e médias empresas;
  • Apoio excecional à manutenção do emprego, com o apoio a 100% dos salários dos trabalhadores (sem limites de quebras de faturação), e isenção a 100% da TSU;
  • Apoio a fundo perdido ao pagamento de rendas, com o reforço do programa Apoiar Rendas, nomeadamente com o apoio a 100% do valor das rendas nos meses de janeiro e fevereiro.

Quando a tão desejada recuperação da atividade económica se iniciar e a procura se acentuar, teremos de garantir a necessária capacidade de oferta, protegendo e preservando as 120.000 empresas da restauração, similares e do alojamento turístico e os seus 400.000 postos de trabalho diretos.

A AHRESP aguarda, com a certeza que as propostas agora apresentadas e que incidem sobre estas atividades, reconhecidamente mais afetadas pela pandemia, irão obter o devido acolhimento por parte do Governo, de forma ágil, célere e simplificada.

O impacto económico do confinamento

Perante o aumento significativo do número de infeções identificadas pela Direção-Geral da Saúde (DGS), o Governo decidiu apertar as regras este fim de semana: todos os municípios, exceto os 25 que estão em risco moderado, ficam obrigados a recolhimento obrigatório a partir das 13h este sábado e domingo, sendo proibida a circulação entre concelhos.

Fim de semana sem circulação entre concelhos e recolher

Tudo indica que esta medida é apenas o início do aumento das restrições a nível nacional por causa da pandemia. O primeiro-ministro já admitiu medidas “tipo” as de março do ano passado, quando o vírus chegou a Portugal, o que implicará uma maior disrupção económica face à que já existe desde novembro.

Para já, este fim de semana, os 253 municípios que terão recolhimento obrigatório a partir das 13h correspondem a 91% dos concelhos (278) em Portugal Continental (as regras para as regiões autónomas são ditadas pelos respetivos Governos). Em termos de riqueza produzida pelo país, o número é ainda mais expressivo: as empresas desses municípios criam 98,6% da riqueza anual do país, tendo em conta dados de 2018.

O indicador, utilizado para chegar a esta conclusão, é o valor acrescentado bruto (VAB) das empresas por município, cujos dados anuais são compilados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). O VAB corresponde ao valor da produção dessa empresa menos o valor das matérias-primas e produtos intermédios adquiridos a outras empresas.

O VAB dos 253 municípios corresponde a 94,5 mil milhões de euros, num total nacional de 95,8 mil milhões de euros. Os 25 municípios que escapam a esta regra, por estarem no risco moderado, têm um VAB de 1,3 mil milhões de euros, o equivalente a 1,4% do VAB de Portugal Continental.

A maior parte dos 25 municípios que escapam à regra têm um VAB relativamente baixo, à exceção de Sines e Lagoa que têm VAB mediano, em termos nacionais. Como se pode ver pelo mapa, estes municípios tanto estão no norte, como no centro e sul, mas têm uma maior incidência no Alentejo litoral.

Municípios em quarentena produzem 80% da riqueza do país

Em comparação com o início de novembro, altura em que esta medida foi alargada de três municípios (Felgueiras, Lousada e Paços de Ferreira) para 121, o impacto económico é agora bem superior. Tal como o ECO escreveu, esse alargamento das restrições afetou as empresas dos municípios que produzem 80% da riqueza do país, também tendo como referência o VAB.

FONTE: https://eco.sapo.pt/2021/01/09/empresas-dos-municipios-que-fecham-as-13h-produzem-986-da-riqueza-do-pais/ Copiar

Quinta das Marias lança o Crudus.Primeiro néctar “out of the bottle”

Um monocasta, da uva rainha do Dão, Encruzado, com 13 graus, numa edição de 960 garrafas, deste produtor de Oliveira do Conde (Carregal do Sal).
Elaborado com desengace e maceração a frio, seguida de prensagem e decantação estática. Fermentação espontânea em barricas de 400 litros, originárias de França e Áustria, durante 34 dias. Após a fermentação, manteve-se em estágio sobre as borras finas durante 20 meses, até ser engarrafado. Vinho sem estabilização, sujeito a criar depósito natural.
“Este é o primeiro vinho da minha geração, onde iniciamos uma nova colecção de vinhos “Out of the bottle”. São vinhos de colecção, quantidade limitada. Vinhos a puxar às sensações e onde deixo falar o vinho tal como ele é. Estou muito contente com o resultado. Adoro o vinho. É Encruzado da vinha mais velha da Quinta, fermentou de forma espontânea em duas barricas, onde ficou 20 meses sobre as borras. E foi engarrafado sem ser estabilizado (colagens ou filtragens)”, começou por explicar ao nosso jornal, Luís Lopes, o jovem enólogo da Quinta das Marias.
“Encontrámos a forma perfeita de transmitir o vinho, com o magnífico design da Lígia Freixo, onde é transmitida por um lado a “manualidade” do vinho, e por outro a sua origem, o granito”, acrescenta, para concluir “pessoalmente este vinho tem para mim uma dose de resiliência e convicção, que me ajudam a gostar Ainda mais do que faço”.

Governo prepara-se para fechar restaurantes e comércio não alimentar

O Governo, pela voz do ministro da Economia, Siza Vieira, revela que deverá vir a encerrar os restaurantes – que só poderão vender em take away – e o comércio não alimentar.

No final de uma reunião da concertação social, o ministro fez saber que as empresas terão acesso ao lay-off simplificado e os trabalhadores passarão a receber 100% do salário, embora o encargo do empregador não aumente.

Se o primeiro-ministro tinha dito que as medidas serão idênticas à de março, o ministro da Economia corrige e compara o próximo confinamento ao que ocorreu em abril e na primeira quinzena de maio.

A intenção é por isso manter a indústria e a construção civil a funcionar, mas proibir o atendimento no local ao público por parte da restauração.

A avaliar pelo que tinha explicado o primeiro-ministro, as medidas deverão ser implementadas no próximo dia 12, terça-feira.

O Governo “inclina-se para manter o ensino presencial, provavelmente em todos os níveis”, anunciou ainda Siza Vieira.

Notícia em atualização 

“Posicionar a marca Vinhos de Portugal num patamar mais alto”

É um dos principais objetivos de Frederico Falcão, presidente da ViniPortugal, para o próximo triénio 2020-2023 e que passa sobretudo por aumentar o preço médio por garrafa.

“Sobre os objetivos que tracei para o meu mandato, posso afirmar que já iniciei todos”, refere Frederico Falcão que desde de maio de 2020 preside à ViniPortugal, que é a organização interprofissional do vinho de Portugal. O seu programa para a ViniPortugal falava em três prioridades: criar um observatório de mercados internacionais, reforçar a aposta na formação dos agentes económicos e promover mais ações para valorizar os vinhos portugueses no mundo, procurando aumentar o preço médio por garrafa.

Sublinhou que se as exportações de vinho estão a crescer, até setembro de 2020, 2,43% em valor, o consumo de vinho na restauração em Portugal desceu 47% no mesmo período.

Como é que o setor enfrentou a covid-19, e como é que vai enfrentar os novos desafios dela recorrentes? Como se têm comportado as exportações em 2020?

O setor do vinho é um setor muito maduro e resiliente. No contexto nacional, a quebra foi muito grande, devido às limitações da restauração e, sobretudo, à enorme quebra do número de turistas em Portugal. O turismo tem sido a grande alavanca para a subida do consumo de vinho no nosso país nos últimos anos, tendo colocado Portugal no lugar cimeiro do consumo per capita de vinho. Esta ausência de turistas, aliada às restrições e ao fecho da restauração nacional, levou a quebras na ordem dos 47% no consumo nestes locais até setembro de 2020.

Em termos de exportações, o comportamento é contrário. Se até junho as nossas exportações de vinho estavam em queda, quando comparadas com o período homólogo de 2019, a partir de julho temos assistido a um crescimento, em volume e em valor, das nossas exportações. Mercados como Brasil, Canadá, Estados Unidos da América, Suécia, Finlândia e Noruega têm liderado estes aumentos em exportações. No sentido contrário temos Angola, China, França e Alemanha com decréscimo nas nossas exportações.

Em termos percentuais, as nossas expedições e exportações acumulam, até setembro, um crescimento de 2,43% em valor e de 3,81% em volume, com perda de preço médio de 1,33%. Mas se analisarmos as expedições e exportações sem a influência do vinho do Porto, o crescimento é de 8,33% em valor e de 6,1% em volume, com ganho no preço médio de 2,10%. Ou seja, temos aqui, infelizmente, um arrastamento negativo da categoria vinho do Porto, que está a sofrer mais com esta pandemia do que as restantes categorias de vinho.

A pandemia teve impacto no modelo de negócio com um maior consumo em casa e papel maior do comércio eletrónico entre outras. Acha que estas mudanças vieram para ficar? Que outras tendências emergentes podem marcar o futuro do setor?

As restrições que a maioria dos países tomou de fecho dos espaços de restauração e restrições nas grandes superfícies trouxeram um novo modelo de negócio. É sempre difícil prever o futuro, mas acredito que o comércio eletrónico, ainda que superior aos níveis de 2019, terá tendência para baixar ligeiramente, mantendo depois uma evolução lenta, mas estável. Acredito que quando tivermos ultrapassado esta pandemia, a vida regressará a uma certa normalidade.

O seu programa para a ViniPortugal falava em três prioridades: criar um observatório de mercados internacionais, reforçar a aposta na formação dos agentes económicos e promover mais ações para valorizar os vinhos portugueses no mundo, procurando aumentar o preço médio por garrafa. Qual é o ponto de situação tendo em conta que tomou posse em maio de 2020?

Sobre os objetivos que tracei para o meu mandato, posso afirmar que já iniciei todos. A ViniPortugal já lançou as bases para a criação de um Observatório do Vinho que deverá atingir a sua plenitude já em 2021.

No que concerne à formação, lançámos ao setor o desafio de participarem em ações de formação muito direcionadas para a venda: como vender, como comunicar com clientes, postura em feiras, etc. A procura superou largamente as nossas expectativas, tendo sido prevista uma ação de formação e realizadas três. Pretendemos em 2021 realizar mais ações deste género.

Sobre a valorização dos vinhos portugueses, temos vindo a realizar várias ações nesse sentido, de posicionamento da marca Vinhos de Portugal num patamar mais alto e acredito que o caminho está bem traçado. Temos também planeadas várias ações para 2021 nesse sentido. Posso adiantar-lhe que no Brasil, até outubro de 2020, os Vinhos de Portugal foram os que mais cresceram nos segmentos altos de preço. Apenas no segmento de vinhos de baixa gama fomos ultrapassados por Chile e Argentina.

No caso da terceira prioridade, que implica tempo, quais são os principais passos nessa estratégia e qual deve ser o papel dos produtores?

Sim, a valorização dos vinhos demora algum tempo a conseguir, mas esse trabalho já vem do passado e foi um trabalho muito bem feito. Agora há que reforçar ainda mais esta linha de atuação que inclui, como não poderia deixar de ser, uma sensibilização aos produtores sobre os preços de venda dos seus vinhos. Sabemos das dificuldades que o setor atravessa, mas só todos juntos conseguimos melhorar o nosso posicionamento em preço.

Quais são os “trunfos” do setor do vinho e onde é que tem de melhorar?

Creio que o nosso maior trunfo assenta na nossa diversidade: nas castas portuguesas e na riqueza de terroirs que o nosso país possui. Num pequeno país, que é o 109.º em área terrestre mundial, temos uma enorme diversidade em solos, clima e castas, em zonas muito próximas umas das outras. Esta riqueza, que até em termos de enoturismo oferece enormes vantagens, está a ser bem explorada e deverá continuar a ser no futuro. Onde claramente temos de melhorar é na comunicação, no acesso a informação estratégica e no posicionamento dos vinhos, razões pelas quais tracei estes objetivos para o meu mandato.

Perfil
Uma carreira na enologia
Frederico Falcão nasceu na Chamusca em 26 de janeiro de 1970, é licenciado em Engenharia Agrícola pela Universidade de Évora, e tem uma pós-graduação em Enologia pela Universidade Católica do Porto. Desenvolveu a carreira como enólogo em empresas como o Esporão (1995-2001), diretor do departamento de Vitivinicultura e Olivicultura da Companhia das Lezírias (2001-2012), enólogo consultor na Fundação Abreu Callado, Benavila (outubro de 2003 a abril 2012) e na Herdade de Pegos Claros (maio de 2010 a abril 2012) e foi vogal da Direção da Comissão Vitivinícola Regional do Tejo (setembro de 2008 a abril 2012). Em 2012 assumiu a presidência do IVV – Instituto da Vinha e do Vinho, sendo o mais jovem presidente de sempre, onde esteve até 2018 quando se tornou o CEO da Bacâlhoa Vinhos, em que Joe Berardo é o principal acionista, empresa que deixou em setembro de 2019. Em maio deste ano foi eleito presidente da ViniPortugal para o mandato 2020-2023, sucedendo a Jorge Monteiro. A direção integra ainda Jorge Basto Gonçalves, presidente do conselho de administração da Fenadegas – Federação Nacional das Adegas Cooperativas, em representação da produção, e João Gomes da Silva, administrador de marketing e vendas da Sogrape, em representação do comércio.

“Siga o Espírito de Natal e Compre no Comércio Local”:Sorteio de mil euros em compras realizado ontem

Realizou-se ontem, 6 de janeiro, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Nelas, de acordo com as normas de funcionamento do projeto, o primeiro sorteio da campanha “Siga o Espírito de Natal e Compre no Comércio Local”, destinada ao apoio do comércio tradicional e dos serviços locais de todo o Concelho, a que aderiram já mais de 80 estabelecimentos e que se tem revelado um êxito, como se pode constatar até pelos mais de 5000 cupões que foram objeto de sorteio.
A presidir ao sorteio esteve o Presidente da Câmara, acompanhado pela Coordenadora da Proteção Civil Municipal e pela Coordenadora da Unidade Empreende, tendo sido sorteados 40 cupões, que deram origem a 40 vouchers de 25 euros cada, no montante total de mil euros.
Os Serviços Municipais da Unidade Empreende contactarão todos os 40 contemplados, no sentido de virem levantar o respetivo prémio, que poderá ser utilizado nos estabelecimentos aderentes do comércio tradicional e serviços do Concelho de Nelas até ao final do mês de abril.
No próximo dia 3 de fevereiro, pelas 15 horas, voltará a realizar-se novo sorteio de mais 40 vouchers de 25 euros cada, relativos aos cupões referentes às compras efetuadas entre os dias 4 e 31 de janeiro.
“Para os comerciantes tradicionais ou serviços locais que ainda não aderiram à campanha “SIGA O ESPÍRITO DE NATAL E COMPRE NO COMÉRCIO LOCAL”, informamos que o poderão fazer até ao final do mês de Fevereiro de 2021, contactando o Município através do número 232941305, através do endereço eletrónico empreende@cm-nelas.pt ou dirigir-se pessoalmente às instalações da Unidade Empreende, sito no Edifício Multiusos na Praça do Município em Nelas”, refere a autarquia em nota.

“A Ancose está a estudar um futuro projeto de comercialização”

A Ancose, por delegação de competências do Estado, tem como missão o melhoramento animal, designadamente prestando serviços aos seus associados, destacandos-se: Contraste leiteiro, centro de testagem de machos, indução e sincronização de cios, inseminação artifical, diagnóstico de gestação e danidade.Sessão de comercialização, de produtos como queijo Serra da Estrela e queijo de ovelha curado. Projetos de investimento, serviço de tosquia, apoio jurídico, publicações,planeamento e formação profissional, estão também nos apoios prestados.

Atualmente a associação tem 210 associados e o número de animais sob sua responsabilidade é de cerca de 18 mil.

Manuel Marques, lidera a Ancose, e trava uma grande luta para apoiar os criadores de Ovinos Serra da Estrela.

A pastorícia e produção de Queijo Serra da Estrela passa por mais um grande desafio, talvez o maior, para sobreviver. Qual a sua avaliação deste momento crítico? 

Neste momento a pastorícia está a atravessar um mau momento, Por isso, é enorme a preocupação da direção da ANCOSE. Tudo faremos junto dos nossos associados para os apoiar atenuando-lhes este mau momento. A comercialização do QSE, apenas se notou um pequeno aumento nesta época festiva. Daí que a direção da ANCOSE esteja a estudar um futuro projeto de comercialização.

As vendas de Queijo certificado terão atingido níveis dramáticos (a Estrelacoop fala em mais de 60% de redução). Feiras e Eventos cancelados e circuito comercial severamente afetado. Poderá o setor ver a luz ao fundo do túnel em 2021?

Se não se deitar “mãos à obra”, os níveis de comercialização continuarão a ser dramáticos. Como já referi,vamos ver o que vai dar este projeto de comercialização em que a ANCOSE se está a envolver. Faço daqui um apelo aos presidentes de câmara para estudarem uma eventual ajuda aos produtores de QSE, nos custos de certificação.Felizmente que já há algumas câmaras a fazê-lo.

Os apoios do Estado. Este Governo tem olhados para uma das 7  maravilhas da gastronomia Lusitana, como merecedor de um apoio especial? O que podemos esperar a este nível em 2021? 

Tem ajudado dentro dos possíveis.Espero que as minhas solicitações sejam atendidas que são designadamente: O REAP, a portaria do leite que contemple os pastores que transformam o leite dos seus rebanhos.Da mais elementar justiça, será também o estudo de um subsídio para os criadores de borregos de carne.

Outro incentivo importante seria uma majoração pelas criação da Raça Serra da Estrela/Raças autóctones, que em vez de receberem 15€ anuais, deveriam receber 30€. De todas estas preocupações, já dei conhecimento ao atual Secretário de Estado, individualidade que eu conheço e que algumas esperanças me trouxe.

Autarquia de Nelas isenta micro e pequenas empresas de algumas taxas

Taxas de publicidade e esplanadas suspensas e  50% de desconto em outras ocupações do espaço público, para comerciantes e prestadores de serviços com volume de negócios anual até 20 mil euros.
A medida foi aprovada por unanimidade na reunião de Câmara da passada quarta feira, 30 de Dezembro, e visa ajudar os micro e pequenos negócios existentes no Concelho de Nelas, que têm sido tão afetados pelos efeitos da pandemia COVID-19.
Para beneficiar da isenção, o comerciante ou prestador de serviço, em nome individual ou empresa, que no ano de 2020 não tenham tido volume de negócios superior a 20.000€ e tenham a sede ou estabelecimento estável no Concelho, devem apresentar na Câmara Municipal, quando forem notificados para o pagamento, balancete do mês de dezembro certificado pelo seu Técnico Oficial de Contas.
Com esta proposta, o Executivo Municipal prevê deixar de arrecadar para a Câmara pelo menos 8.000€, constituindo mais um apoio à economia local, nesta conjuntura tão difícil e em que a proteção destes micro negócios é tão importante para o rendimento familiar e para o emprego.
CM de Nelas

Mangualde, Tondela e Nelas lideram industrialização no distrito

A lista das maiores empresas do distrito de Viseu (dados de 2019), confirma que o Sul deste território é o mais industrializado. Com uma tradição empresarial que vem de há décadas, o fôlego dos concelhos de Mangualde, Nelas e Tondela (principalmente), continua bem vivo. Nas cinco maiores empresas encontramos duas de Mangualde (PSA e Patinter – esta com ligação a Canas de Senhorim), duas de Tondela e uma de Nelas. Em termos de emprego, as empresas Mangualdenses têm no ativo 1 844 colaboradores, o que atesta bem do valor acrescentado para o concelho e para a região.

A Lusofinsa, sedeada em Nelas, emprega 318 pessoas e perdeu a segunda posição, neste ranking de 2019, para a Eberspacher de Tondela, que tem 410 trabalhadores.

(Dados do Diário de Viseu)

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