Oficina “Tudo o que” no Politécnico de Viseu

Nos próximos dias 24 e 31 de janeiro decorrerá uma nova edição da oficina de comunicação de ciência – “Tudo o que”, desta vez dirigida a docentes e investigadores do Instituto Politécnico de Viseu (IPV). A sessão visa explorar os aspetos relacionados com a comunicação direta e a divulgação de ciência junto do público em geral.

A primeira edição, realizada no pretérito mês de novembro e direcionada a alunos do Instituto Politécnico de Viseu, visava explorar as ferramentas necessárias a uma boa comunicação, em particular nas vertentes científica e interpessoal. Esta sessão, completamente esgotada, foi desenhada por forma a ir ao encontro das principais lacunas dos participantes nas diversas solicitações que encontrarão na vida académica e profissional, ajudando-os a corrigi-las através de jogos, dinâmicas de grupo, exemplos e simulações de situações reais.

Esta oficina é promovida e dinamizada pela Pró-Presidência do IPV para a Comunicação de Ciência e Promoção da Cultura Científica, que pretende expandir o conceito, estando a preparar um curso de nível avançado, lançando assim as bases para uma comunidade académica mais próxima do grande público.

Viseu, 9 de janeiro de 2017

Alexandre Aibéo • Docente ESTGV • IPV

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Joaquim Amaral • Comunicação e Relações Públicas • IPV

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Escolas sem dinheiro para aquecimento

Directores de vários estabelecimentos de ensino acusam o governo de não ter ainda transferido as verbas de 2017 que seriam canalizadas de forma a melhorar as infraestruturas e conseguir pagas as contas ao fim do mês. Segundo apurou o Diário de Notícias, várias escolas estão a cortar no aquecimento nas salas de aula para conseguirem ter dinheiro suficiente para manter os restantes serviços.

Segundo alguns dos estabelecimentos contactados pelo DN, há escolas que acusam ter elevadas facturas energéticas que não permitem uma renovação de infraestruturas, não deixando margem para renovar os computadores ou para investir em novos materiais para serem utilizados nas aulas.

Manuel António Pereira, director do agrupamento de escolas de Cinfães e presidente da Associação Nacional de Directores Escolares, fala de “gravíssimas limitações financeiras”, admitindo que muitas escolas do interior do país passam por grandes dificuldades para combater o frio.

“O dinheiro não dá para tudo e já estamos a viver em duodécimos. Os encargos básicos são muito grandes, com água, gás, electricidade, comunicações, e o orçamento mal chega. Por exemplo, gastámos três mil euros em gás em duas semanas, e este ano o frio até começou mais tarde”, explica ainda ao DN o director de Cinfães, concelho de um dos distritos com temperaturas mais baixas: Viseu. Por ano, o concelho de Cinfães tem uma conta de cerca de 30 mil euros em gás, a que se somam 45 mil euros por ano em electricidade.

O presidente da Associação Nacional de Directores Escolares explica ainda que, já que o bem-estar dos alunos é a prioridade deste agrupamento escolar, muitas vezes se torna impossível “renovar material, investir em projectores, computadores ou quadros interactivos”. Adiantou ainda que os materiais informáticos das escolas locais tem mais de dez anos e que não tem forma de se actualizar.

Já no litoral, o director do Agrupamento de Escolas Dr. Costa Matos (Vila Nova de Gaia) e presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas, Filinto Lima, diz que muitas escolas não conseguem ligar o aquecimento porque a despesa energética é demasiado elevada. Este problema afecta principalmente as instituições renovadas pela Parque Escolar.

“O nosso dinheiro vai todo para pagar água, luz, telefone. Por exemplo, eu pedi cinco computadores no orçamento e não veio nenhum. Era fundamental adquirir material informático para as escolas, os computadores estão obsoletos e a rede de Internet é miserável”, explicou ainda Lima que caracteriza muitas mudanças como “para inglês ver”.

O director da escola secundária Eça de Queirós, na Póvoa de Varzim e presidente do Conselho das Escolas, José Eduardo Lemos, explica que algumas verbas referentes a 2017 chegaram apenas esta semana e que há ainda muitas por entregar.

Contactado pelo Diário de Notícias, o Ministério da Educação explicou que o processo de distribuição do orçamento de funcionamento às escolas é iniciado no arranque de cada ano económico, pelo que as escolas estão em processo de submissão da sua proposta de orçamento de funcionamento. “Após conhecimento do orçamento inicial, ao longo do ano e sempre que considerado necessário, desde que devidamente fundamentado, existe a possibilidade de as escolas e agrupamentos de escolas enviarem um pedido de reforço, para análise pelo serviço competente, nomeadamente no que se refere à verificação da respectiva execução orçamental em todas as fontes de financiamento. No caso de a análise ser favorável é autorizada a correspondente requisição de verbas.”

“Dá ideia que o Instituto de Gestão Financeira da Educação se sentou em cima do cofre do Ministério da Educação e não liberta o dinheiro. Não há calendários nem regras para libertação das verbas, nem sequer conhecemos os orçamentos de outras escolas”, acusa José Eduardo Lemos, reforçando a ideia de que as verbas libertadas dão apenas para o funcionamento básico, e que tudo o resto – materiais, computadores, equipamentos pedagógicos – está a ser afectado por limitações de financiamento.


“UM DIA FELIZ EM FAMÍLIA” : Concurso de ilustrações promovido pela CPCJ Nelas

No âmbito do Plano de Ação da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Nelas(CPCJ), teve lugar um

concurso de ilustrações subordinado ao tema  “Um dia feliz em família”,dirigido aos Jardins de Infância e Escolas do 1º Ciclo do concelho de Nelas.

Os postais premiados evidenciam a importância da família, enquanto base sustentável de amor e de afetos, indispensáveis ao desenvolvimento harmonioso de todas as crianças.
“Aproveitamos para agradecer a todos quantos participaram, nomeadamente às crianças e professores, bem como à Fundação Lapa do Lobo, que mais uma vez apoiou esta iniciativa”, escreve em nota enviada à nossa redação, a presidente da CPCJ de Nelas, Carmo Dinis.

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