Ranking das Escolas 2017 (JN) indica que Secundária de Canas de Senhorim está em 16º lugar a Matemática

O critério usado foi o da média das notas nos Exames. A Escola Engº Dionisio Augusto Cunha, com uma média de 11,65 valores, situou-se no 92º lugar a nível nacional. Mas um olhar atento por disciplinas indica um notável 16º lugar a Matemática, a nível nacional. Já a Secundária de Nelas ficou posicionada no 140º lugar, com 11,28 valores. Na disciplina de Matemática teve um média bem inferior à de Canas de Senhorim – 11,49 valores.

A escola Secundária de Carregal do Sal ficou em 297º lugar a nível nacional, com 10,56 valores.

A melhor escola do Distrito de Viseu foi a Alves Martins, na sede do distrito, com uma média de 11,98 valores.

Fonte : https://www.jn.pt/nacional/infografias/interior/em-que-lugar-ficou-a-sua-escola-veja-o-ranking-das-escolas-de-2017-9093336.html

GNR promove ações de sensibilização para manutenção de faixas de gestão de combustíveis

A obrigatoriedade de manutenção das faixas de gestão de combustíveis constitui uma das medidas preventivas previstas no Decreto Lei nº 124/2006, de 28 de junho com redação atual, com o objetivo de reduzir o número de incêndios rurais.

A prática mais comum da gestão de combustíveis consiste na limpeza dos terrenos, através do corte e remoção da biomassa vegetal neles existentes. Uma correta e oportuna gestão de combustíveis constitui um elemento essencial para a minimização do risco de incêndio.

A prevenção aos incêndios rurais deve ser praticada de forma atempada e inteligente.

A Guarda Nacional Republicana (GNR) tem vindo a exercer um enorme esforço na realização de ações de sensibilização junto da população, com o intuito de promover e fomentar boas práticas agrícolas e acima de tudo transmitir uma mensagem de dever cívico na prevenção generalizada aos incêndios rurais, partindo da premissa que a floresta é de todos e que a todos cabe preservar e proteger.

Na sequência das ações realizadas pela GNR, constatou-se que muitos terrenos continuam a carecer de limpeza, de forma a salvaguardar a manutenção das faixas de gestão de combustíveis e assim contribuir para a redução do elevado número de incêndios rurais.

O Comando Territorial da GNR de Viseu, irá realizar ações de sensibilização na(s) freguesia(s) de:

1)     No dia 05 de fevereiro, horário:

  1. a)São Pedro de Sul – Sul, 14h00;
  2. b)Castro Daire – Monteiras, 09h00;
  3. c)Cinfães – Souselo, 14h00 às 18h00;

2)     No dia 06 de fevereiro, horário:

  1. a)Cinfães – Tarouquela, 08h00 ás 12h00;
  2. b)São João da Pesqueira – Paredes da Beira, 08h00 às 12h00;

3)     No dia 07 de fevereiro, horário:

  1. a)Mortágua – Trezói, 08h00;
  2. b)Penalva do Castelo – União de Freguesias Vila Cova, Covelo e Mareco, 09h00;

4)     No dia 08 de fevereiro, horário:

  1. a)Oliveira de Frades – Sejães, 14h00;
  2. b)Lamego – Magueija e na Camara Municipal de Lamego, 08h00 às 12h00;
  3. c)Mortágua – Pala, 08h00;

5)     No dia 09 de fevereiro, horário:

  1. a)Cinfães – Tendais, 08h00 às 12h00;

6)     No dia 10 de fevereiro, horário:

  1. a)Viseu – Côta, 15h00;
  2. b)Penalva do Castelo – União de Freguesias Anta e Matela, 09h00;

7)     No dia 11 de fevereiro, horário:

  1. a)Resende – Ovadas e Panchora, 08h00 às 14h00;

A falta de manutenção das faixas de gestão de combustíveis (limpeza dos terrenos) constitui infração do foro contraordenacional e os seus responsáveis incorrem em coimas de 280 € a 10.000€,no caso de pessoa singular, e de 1.600 € a 120.000€, para pessoas coletivas.

Câmara de Nelas apoia Agrupamentos de Escolas do Concelho

Teve hoje lugar na Câmara Municipal a assinatura de protocolos de investimento com os Agrupamentos de Escolas de Nelas e de Canas de Senhorim com vista à realização de obras de beneficiação da Biblioteca da Escola Básica Dr. Fortunato de Almeida, em Nelas e do Edifício Sede do Agrupamento em Canas de Senhorim.

As obras previstas para Nelas abrangem um montante superior a 25.000€ e em Canas de Senhorim superior a 5.000€ e visam a continuação de uma política da melhoria das instalações e equipamentos do parque escolar concelhio.

Gaspar e Maria iniciam nova viagem pela região de Viseu-Dão Lafões

O Gaspar já está novamente em Viseu Dão Lafões e desta vez vem acompanhado pela sua amiga Maria.

Juntos vão visitar as escolas que estão a implementar o projeto “Escolas Empreendedoras da CIM Viseu Dão Lafões”, no 1º ciclo do ensino básico, para entregarem o kit do empreendedor a cada aluno participante.

A visita iniciou, em Castro Daire, na EB1 de Carvalhas, com a presença de vários alunos do 1º, 2º, 3º e 4 anos de escolaridade que receberam o Gaspar e a Maria em ambiente de entusiasmo e alegria. Seguiram-se as escolas EB1 de Lamas, a EB1 do Mezio e a EB1 de Reriz.

Logo pela manhã, os alunos destas escolas tiveram uma agradável surpresa quando viram o Gaspar e a Maria entrarem na sala de aula.

“Saber Envelhecer…Um desafio emergente” na Escola Superior de Saúde de Viseu

O auditório da Escola Superior de Saúde de Viseu (ESSV) acolhe no próximo dia 15 de fevereiro a quinta edição do simpósio ”Saber Envelhecer…Um desafio emergente”.

Com início marcado para as 9:00h, o evento incide o seu foco este ano para as temáticas do termalismo e turismo sénior, institucionalização: reflexões e responsabilidades dos diferentes intervenientes, apresentação de novas ajudas técnicas, a importância das doenças cardiovasculares na qualidade de vida dos idosos e contributos da acupuntura para a sua saúde.

Para a coordenadora do simpósio, professora Rosa Martins, “o evento visa promover o debate técnico-científico sobre o envelhecimento ativo, saudável e positivo para a promoção de uma melhor qualidade de vida e bem-estar das pessoas idosas e sensibilizar a sociedade em geral para a implementação conjunta e concertada de estratégias de longevidade. Procura, ainda, proporcionar informação ao idoso, aos seus familiares e cuidadores sobre os recursos (bens e serviços) disponíveis no mercado. O seminário conta com a participação de diversos e reputados especialistas nesta área”.

O simpósio é uma organização do corpo docente e discente do 5º Curso de Pós-Graduação em Gerontologia e Geriatria (CPGGG) da ESSV e tem como destinatários os alunos e funcionários do IPV, ex-alunos desta pós-graduação, profissionais da área e público em geral.

Informação adicional e inscrições on-line até 12 de fevereiro em: www.essv.ipv.pt

Contactos: 232 419 100 | [email protected]

Viseu, 30 de janeiro de 2018

Joaquim Amaral • Comunicação e Relações Públicas • IPV

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Rosa Martins • Docente da Escola Superior de Saúde de Viseu IPV

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“Escolas Empreendedoras da CIM Viseu Dão Lafões” : Projeto promovido pela CIM Viseu Dão Lafões

A CIM Viseu Dão Lafões está a desenvolver mais uma edição do projeto “Escolas Empreendedoras da CIM Viseu Dão Lafões”. Este ano o programa abrange o 1, 2 e 3º ciclo do ensino básico, bem como o ensino secundário e profissional, desafiando os jovens para a importância do empreendedorismo, bem como para a criação de novas oportunidades de negócio, aproveitando o que de melhor se faz na Região Viseu Dão Lafões.
No 1.º ciclo, vai começar a “Aventura do Gaspar e da Maria”, mascotes do programa, hoje, apresentadas aos presidentes da CIM Viseu Dão Lafões.

Durante as próximas semanas a visita de Gaspar e da Maria, marcam o início do roteiro de atividades no 1º Ciclo, que irá suscitar grande animação junto das crianças.  As mascotes irão visitar as escolas, dando a conhecer o nosso território através da entrega do “Kit do Empreendedor” composto por uma mochila com o caderno de atividades e material lúdico.

O projeto é cofinanciado pelo Portugal 2020, Centro 2020 e União Europeia.

“Visão das Línguas Estrangeiras e Empregabilidade na área da Saúde” na Escola Superior de Saúde de Viseu

A Escola Superior de Saúde (ESSV) do Instituto Politécnico de Viseu acolhe no próximo dia 29 de janeiro, pelas 14.30h, uma conferência subordinada à temática “Visão das Línguas Estrangeiras e Empregabilidade na área da Saúde”.

A organização do evento é da responsabilidade de Odete Amaral (professora da ESSV) e Isabel Fernandes (enfermeira e professora convidada da ESSV) e tem como destinatários docentes, estudantes, enfermeiros e público em geral.

Para a professora Odete Amaral, os grandes objetivos da conferência consistem em “promover a reflexão sobre a importância das línguas estrangeiras na Enfermagem/Saúde e partilhar experiências profissionais e pessoais na área da Enfermagem/Saúde decorrentes das competências em línguas estrangeiras”. Para a docente da Escola Superior de Saúde “esta conferência vai permitir o debate com peritos na área e cuja competência em línguas estrangeiras permitiu uma evolução profissional e pessoal gratificante e diversificada”.

Ao longo dos últimos anos, relatórios da Comissão Europeia alertam sobre a importância da adquisição de competências em línguas estrangeiras (LE) para assegurar maior competitividade e essencial para a empregabilidade. Esta questão é tão atual no mundo empresarial como da saúde. Viver em comunidades multiculturais, prestar cuidados de enfermagem/saúde culturalmente sensíveis e de qualidade e executar uma prática baseada em evidências exige um conhecimento em LE. As competências linguísticas permitem estudar, trabalhar (dentro e fora do país) e viver num ambiente multicultural.

Esta conferência surge no âmbito de um projeto de investigação do IPV “Línguas Estrangeiras e Empregabilidade”, coordenado pela professora Véronique Delplancq, da Escola Superior de Educação de Viseu, no qual a Escola Superior de Saúde de Viseu é parceira. O projeto tem como objetivos contribuir para a melhoria da empregabilidade dos diplomados, reforçando a competitividade da oferta formativa com base nas necessidades dos empregadores da região em termos de competências em LE.

Informação adicional e inscrições on-line em: www.essv.ipv.pt

Viseu, 23 de janeiro de 2018

Joaquim Amaral • Comunicação e Relações Públicas • IPV

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Odete Amaral • Docente da Escola Superior de Saúde de Viseu IPV

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Alunos de Carregal do Sal em viagem a Auschwitz (Polónia)

Uma professora do ensino secundário de Pombal organiza pela terceira vez o “Comboio da Memória”, uma visita de estudo ao antigo campo de extermínio Alemão de Auschwitz, na Polónia, por considerar que o Holocausto é ainda um assunto pouco abordado nas escolas portuguesas.

“Ainda estamos muito longe da aprendizagem plena porque este assunto não é aprofundado. [No ensino] é abordada a II Guerra Mundial, mas a temática do Holocausto não é aprofundada. É importante para os alunos estudarem o assunto porque é uma questão que não está completamente sanada e basta olhar à nossa volta”, disse à Lusa Isabel Vicente, professora de Português do Agrupamento de Escolas de Pombal.

Isabel Vicente, professora em Pombal

A professora entende que a temática do Holocausto dos judeus é transversal a todas as disciplinais e que a aprendizagem sobre o genocídio dos judeus pelo regime da Alemanha nazi é fundamental para se perceber a humanidade.

O regime nazi provocou a morte a mais de seis milhões de judeus, desde o início das perseguições na Alemanha em 1933 até ao final da II Guerra Mundial, em 1945.

A “Solução Final” pôs em prática, pela Alemanha nazi, o processo de extermínio de judeus e ciganos da Europa.

“Há muito tempo que esta temática me desperta a necessidade de perceber porque é que os seres humanos foram capazes de fazer tais coisas a outros seres humanos”, disse a professora de Pombal que organiza em 2018 a terceira viagem de comboio, com alunos, aos campos de extermínio, na Polónia.

Este ano, 25 alunos do 11.º e 12.º ano do Agrupamento de Escolas de Pombal e seis estudantes do secundário de Carregal do Sal viajam de comboio até Auschwitz, com paragens em Paris e Berlim.

Memorial de Shoah (Paris)

A viagem de estudo “O Comboio da Memória” começa no dia 23 de março e prolonga-se durante 12 dias estando programada uma visita ao Memorial da Shoah, em Paris, dedicado à História dos judeus durante a II Guerra Mundial (1939-1945).

Em Auschwitz e Birkenau, na Polónia, os estudantes vão cumprir a “Marcha da Paz” e vão visitar também o Bairro Judeu de Cracóvia.

“O momento mais marcante é Birkenau. Em termos de aprendizagem os alunos vêm diferentes. Eles entram nos campos mudos e saem calados e começam a olhar para as coisas de forma diferente”, sublinha Isabel Vicente.

No regresso da Polónia, a professora prevê uma paragem em Berlim para que os estudantes possam visitar o Museu em Memória dos Judeus e as Portas de Brandenburgo.

Em 2013, Isabel Vicente recebeu do centro de formação de professores a possibilidade de se deslocar ao Memorial e Centro de Estudos Yad Vashem, em Israel, que organiza todos os anos cursos para professores estrangeiros, incluindo portugueses.

“No Yad Vashem tive contacto com sobreviventes, aprendi muito e saí de lá com a necessidade de fazer alguma coisa. Daí saiu o projeto ‘Comboio da Memória’”, recorda a professora.

Ao longo do ano letivo, o Agrupamento de Escolas de Pombal organiza também investigações sobre a temática do Holocausto, palestras, apresentação de livros, ciclos de cinema e tertúlias.

No próximo sábado assinala-se a libertação de Auschwitz pelo Exército Vermelho.

Em janeiro de 1945, com o avanço das forças soviéticas, 58 mil prisioneiros são obrigados a abandonar o antigo complexo de extermínio Alemão de Auschwitz em direção a ocidente nas “Marchas da Morte” onde morreram milhares de pessoas.

Nove mil prisioneiros doentes e incapazes de andar permaneceram em Auschwitz.

Entre os dias 20 e 26 de janeiro de 1945 os fornos crematórios onde eram destruídos os cadáveres foram dinamitados pelos soldados alemães.

A última tatuagem feita num prisioneiro tem o número 202 499.

Recentemente, historiadores em Portugal revelaram que centenas de portugueses foram vítimas de trabalhos forçados pelo regime nazi.

A investigação da equipa internacional do Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, sob a direção do historiador Fernando Rosas detetou também casos de prisioneiros políticos que envolvem portugueses.

Em virtude da investigação, o Estado português através do ministro dos Negócios Estrangeiros, descerrou, em maio de 2017, no antigo campo de concentração de Mauthausen, na Áustria, uma placa em homenagem aos portugueses que foram vítimas da perseguição nazi.

Fonte : As Beiras on line

Curso de Proteção Civil em Canas de Senhorim

A Associação Ideias Solidárás é co-organizadora do curso, que vai ter lugar em Canas de Senhorim,em parceria com a empresa Bestcenter.

“Estamos a fechar hoje o período de inscrições, contudo, dada a pertinência do tema e do contexto dos vossos locais de trabalho, vimos convidar-vos a aproveitar esta oportunidade de aprender como actuar em situação de emergência, de forma

“Educação Superior em Portugal: Uma Nova Perspetiva” apresentado no IPV

O Politécnico de Viseu vai receber no próximo dia 17 de janeiro, pelas 14:30h, no Pequeno Auditório dos Serviços Centrais, o lançamento público na região do livro “Educação Superior em Portugal: Uma Nova Perspetiva”.

A obra, com a chancela da Fundação Calouste Gulbenkian, versa um estudo sobre o futuro do Ensino Superior em Portugal, coordenado pelo antigo ministro da Educação e ex-presidente do Conselho Nacional de Educação, Júlio Pedrosa. Para além do também ex-reitor, assinam a autoria do livro, os investigadores Pedro Nuno Teixeira (conselheiro do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa), Maria João Guardado Moreira e Artur Miguel Santoalha.

O estudo, recentemente publicado, surge no seguimento de um outro estudo da Associação das Universidades Europeias e parte de uma minuciosa análise da realidade do país, região a região: um estudo demográfico, as taxas de natalidade, as qualificações da população ativa. Neste trabalho, os autores pretendem identificar o tipo de rede existente e como é avaliada pelos diferentes grupos, quem procura educação superior em Portugal e comparar com sistemas idênticos da Holanda, Dinamarca, Finlândia e Irlanda. As conclusões evidenciam que a estrutura de rede de educação superior é baseada num sistema binário, que diferencia instituições universitárias e politécnicas e que contribui para o desenvolvimento das regiões que acolhem estas instituições.

A investigação realizada aponta a qualificação de ativos como estratégia-chave. Saber se temos instituições a mais foi, segundo declarações do autor em entrevista ao DN, a questão que serviu de mote ao estudo. A conclusão, para Júlio Pedrosa, é clara: “Se há conclusão que se retire deste estudo é que não há”. Para os autores, tem sido negligenciado o enorme défice de qualificações, relevando o estudo as necessidades prementes da qualificação de uma população ativa onde, apenas na faixa etária dos 25 aos 34 anos, existem no país cerca de 600 mil jovens, cerca de 45% do total “que não têm mais do que o 9.º ano de escolaridade”.

Apresentado pela primeira vez na Fundação Calouste Gulbenkian em 11 de dezembro último, a obra tem agora a sua sessão pública em Viseu, com apresentação do próprio coordenador da obra, professor Júlio Pedrosa.

Viseu, 11 de janeiro de 2018

Joaquim Amaral • Comunicação e Relações Públicas • IPV

Oficina “Tudo o que” no Politécnico de Viseu

Nos próximos dias 24 e 31 de janeiro decorrerá uma nova edição da oficina de comunicação de ciência – “Tudo o que”, desta vez dirigida a docentes e investigadores do Instituto Politécnico de Viseu (IPV). A sessão visa explorar os aspetos relacionados com a comunicação direta e a divulgação de ciência junto do público em geral.

A primeira edição, realizada no pretérito mês de novembro e direcionada a alunos do Instituto Politécnico de Viseu, visava explorar as ferramentas necessárias a uma boa comunicação, em particular nas vertentes científica e interpessoal. Esta sessão, completamente esgotada, foi desenhada por forma a ir ao encontro das principais lacunas dos participantes nas diversas solicitações que encontrarão na vida académica e profissional, ajudando-os a corrigi-las através de jogos, dinâmicas de grupo, exemplos e simulações de situações reais.

Esta oficina é promovida e dinamizada pela Pró-Presidência do IPV para a Comunicação de Ciência e Promoção da Cultura Científica, que pretende expandir o conceito, estando a preparar um curso de nível avançado, lançando assim as bases para uma comunidade académica mais próxima do grande público.

Viseu, 9 de janeiro de 2017

Alexandre Aibéo • Docente ESTGV • IPV

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Joaquim Amaral • Comunicação e Relações Públicas • IPV

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Escolas sem dinheiro para aquecimento

Directores de vários estabelecimentos de ensino acusam o governo de não ter ainda transferido as verbas de 2017 que seriam canalizadas de forma a melhorar as infraestruturas e conseguir pagas as contas ao fim do mês. Segundo apurou o Diário de Notícias, várias escolas estão a cortar no aquecimento nas salas de aula para conseguirem ter dinheiro suficiente para manter os restantes serviços.

Segundo alguns dos estabelecimentos contactados pelo DN, há escolas que acusam ter elevadas facturas energéticas que não permitem uma renovação de infraestruturas, não deixando margem para renovar os computadores ou para investir em novos materiais para serem utilizados nas aulas.

Manuel António Pereira, director do agrupamento de escolas de Cinfães e presidente da Associação Nacional de Directores Escolares, fala de “gravíssimas limitações financeiras”, admitindo que muitas escolas do interior do país passam por grandes dificuldades para combater o frio.

“O dinheiro não dá para tudo e já estamos a viver em duodécimos. Os encargos básicos são muito grandes, com água, gás, electricidade, comunicações, e o orçamento mal chega. Por exemplo, gastámos três mil euros em gás em duas semanas, e este ano o frio até começou mais tarde”, explica ainda ao DN o director de Cinfães, concelho de um dos distritos com temperaturas mais baixas: Viseu. Por ano, o concelho de Cinfães tem uma conta de cerca de 30 mil euros em gás, a que se somam 45 mil euros por ano em electricidade.

O presidente da Associação Nacional de Directores Escolares explica ainda que, já que o bem-estar dos alunos é a prioridade deste agrupamento escolar, muitas vezes se torna impossível “renovar material, investir em projectores, computadores ou quadros interactivos”. Adiantou ainda que os materiais informáticos das escolas locais tem mais de dez anos e que não tem forma de se actualizar.

Já no litoral, o director do Agrupamento de Escolas Dr. Costa Matos (Vila Nova de Gaia) e presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas, Filinto Lima, diz que muitas escolas não conseguem ligar o aquecimento porque a despesa energética é demasiado elevada. Este problema afecta principalmente as instituições renovadas pela Parque Escolar.

“O nosso dinheiro vai todo para pagar água, luz, telefone. Por exemplo, eu pedi cinco computadores no orçamento e não veio nenhum. Era fundamental adquirir material informático para as escolas, os computadores estão obsoletos e a rede de Internet é miserável”, explicou ainda Lima que caracteriza muitas mudanças como “para inglês ver”.

O director da escola secundária Eça de Queirós, na Póvoa de Varzim e presidente do Conselho das Escolas, José Eduardo Lemos, explica que algumas verbas referentes a 2017 chegaram apenas esta semana e que há ainda muitas por entregar.

Contactado pelo Diário de Notícias, o Ministério da Educação explicou que o processo de distribuição do orçamento de funcionamento às escolas é iniciado no arranque de cada ano económico, pelo que as escolas estão em processo de submissão da sua proposta de orçamento de funcionamento. “Após conhecimento do orçamento inicial, ao longo do ano e sempre que considerado necessário, desde que devidamente fundamentado, existe a possibilidade de as escolas e agrupamentos de escolas enviarem um pedido de reforço, para análise pelo serviço competente, nomeadamente no que se refere à verificação da respectiva execução orçamental em todas as fontes de financiamento. No caso de a análise ser favorável é autorizada a correspondente requisição de verbas.”

“Dá ideia que o Instituto de Gestão Financeira da Educação se sentou em cima do cofre do Ministério da Educação e não liberta o dinheiro. Não há calendários nem regras para libertação das verbas, nem sequer conhecemos os orçamentos de outras escolas”, acusa José Eduardo Lemos, reforçando a ideia de que as verbas libertadas dão apenas para o funcionamento básico, e que tudo o resto – materiais, computadores, equipamentos pedagógicos – está a ser afectado por limitações de financiamento.


“UM DIA FELIZ EM FAMÍLIA” : Concurso de ilustrações promovido pela CPCJ Nelas

No âmbito do Plano de Ação da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Nelas(CPCJ), teve lugar um

concurso de ilustrações subordinado ao tema  “Um dia feliz em família”,dirigido aos Jardins de Infância e Escolas do 1º Ciclo do concelho de Nelas.

Os postais premiados evidenciam a importância da família, enquanto base sustentável de amor e de afetos, indispensáveis ao desenvolvimento harmonioso de todas as crianças.
“Aproveitamos para agradecer a todos quantos participaram, nomeadamente às crianças e professores, bem como à Fundação Lapa do Lobo, que mais uma vez apoiou esta iniciativa”, escreve em nota enviada à nossa redação, a presidente da CPCJ de Nelas, Carmo Dinis.

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