IPV participa da iniciativa “Transforma Portugal” para bolsas de solidariedade

Num dos momentos mais difíceis da nossa vida coletiva, iniciámos hoje, em pleno, um alinhamento com as Medidas de Confinamento mais restritivas que foram decididas para o País.
Todas as atividades letivas remanescentes passaram a distância, as avaliações presenciais foram adiadas e restringiram-se as atividades laborais ao mínimo essencial.
Mantêm-se em funcionamento os Serviços de Alimentação, as Consultas de Medicina Geral e Psicologia e a Rede de Bibliotecas.
Mantém-se ativos os Serviços de Ação Social e as iniciativas do Grupo de Missão para a Inclusão. Mantém-se ativa a Loja Solidária.
Mantém-se insubstituível a participação e entrega dos estudantes e das suas organizações associativas na deteção dos casos que necessitam da nossa solidariedade.
Está em curso a iniciativa Transforma Portugal, na qual a nossa instituição participa desde o primeiro momento e que permitirá a atribuição de bolsas de solidariedade para ajudar pessoas em dificuldades.
Este é um momento que apela para a nossa participação cívica. Para acudir a necessidades que julgaríamos obsoletas, e que voltam, fruto destas circunstâncias desconcertantes, a estar na ordem do dia.
Temos de antecipar os receios das incertezas que nos assolam. Temos de fazer frente às nossas angústias com a nossa vontade. A vontade para nos unirmos mais, para nos ajudarmos mais, para estimularmos mais as nossas affiliative mentalities. Para minimizar as ondas de choque desta crise na saúde, no emprego, na economia, na sociedade.
Para os mais jovens, que já passaram por outras crises, sempre no passado a história foi descontínua e sempre as gerações envolvidas responderam com o seu entusiasmo e otimismo para criar o futuro que foi ontem e que será amanhã.
Não nos esqueçamos de que é fundamental a continuação da proteção: nossa, dos nossos familiares, dos nossos concidadãos. Dos que estão mais desprotegidos. Não nos deixemos vencer pelo cansaço.
Quem não se cansa, e a quem gostaria de deixar um agradecimento, são os restantes membros da nossa comunidade, que nos permitem continuar a dispor de energia, alimentos, cuidados de saúde e um sem número de produtos e serviços que nos permitem continuar a viver.
Deixo ainda um tributo a todos aqueles que, particularmente nestas situações, nos inspiram a sermos melhores pessoas: aqueles que sempre fazem mais do que aquilo a que são obrigados. É com elas e com eles que o mundo pula e avança. Mesmo nos momentos mais tristes, nos momentos mais difíceis, seremos capazes, “(…) within it [to find] the power to author a new chapter, to offer hope and laughter to ourselves”.

Mangualde com projetos aprovados na Cultura

Aprovados concursos que visam desenvolver um programa cultural concertado entre municípios, apoiando os agentes locais.

O Município de Mangualde viu hoje duas candidaturas aprovadas após participação no Concurso de Investimento na Programação Cultural em Rede. “Este concurso tem como objetivo o desenvolvimento de um programa cultural concertado entre municípios que pretendem apoiar os agentes locais, estimulando a dinâmica cultural e económica, a valorização do património e identidade da região”, destaca Elísio Oliveira, presidente da Câmara Municipal de Mangualde.

Os projetos Cultura no Dão, juntamente com Nelas e Penalva do Castelo e Alto Mondego Rede Cultural, em conjunto com Nelas, Gouveia e Fornos de Algodres, obtiveram um apoio de 300 mil euros, para cada iniciativa, com comparticipação a 100% no primeiro ano e a 95% no 2º ano.

Estas duas candidaturas “valorizam o património e a identidade da região, traduzindo-se num conjunto de atividades/espetáculos culturais com caraterísticas de itinerância e intercâmbio cultural entre os Municípios envolvidos. Tudo isto, apoiando os agentes locais, que são tão essenciais nas nossas terras e na nossa economia local”, destaca Elísio Oliveira.

Nelas regista mais 16 casos ativos de Covid-19

16 (dezasseis) casos novos de COVID-19 reportados hoje pela Autoridade de Saúde pública concelhia;
0 (zero) casos recuperados de Covid-19 no Concelho de Nelas, sendo que o Serviço Municipal de Proteção Civil não foi informado quanto a eventual existência ou não de casos entretanto recuperados;
No total existem 178 (cento e setenta e oito) casos ativos de COVID-19 no Concelho de Nelas.

Dom Vicente Wines: Entrevista com António Vicente Marques

Painel de Opinião.Presidenciais,vencedores e vencidos?

A candidatura da Marisa Matias e os resultados abaixo das expetativas 

Os números estão à vista de todos. Os resultados da candidatura da Marisa Matias não foram o que todos estávamos à espera.

  1. Sabemos que Marisa ganha muito com o contato na rua, é no meio das pessoas que ela faz política, lado a lado. Devido à pandemia que estamos a passar, as mobilizações tão frequentes nas campanhas eleitorais foram trocadas, no caso da candidatura da Marisa, por ações muito reduzidas e por comícios virtuais (neste campo, a candidatura soube inovar sendo os únicos a apostar seriamente nesta vertente). 
  2. A candidatura de Ana Gomes, uma candidatura puramente de combate interno do Partido Socialista e não de proposta para o país, levou a que a pressão do voto útil contra o André Ventura recaísse todo na socialista. A pergunta é: o que se faz agora com os votos da Ana Gomes? 
  3. A Marisa trouxe à campanha os temas essenciais para o país: Ambiente, ruralidade, SNS, direitos dos trabalhadores, mas a campanha mediática movimentou-se por outros lados e aí a candidatura da Marisa teve um ponto para salientar. O movimento #VermelhoEmBelém levou à mobilização de milhares de pessoas contra o discurso machista e sexista de André Ventura, mas de facto, esta mobilização não foi suficiente. 
  4. É importante não extrapolar os resultados das presidenciais para umas eventuais eleições legislativas, numa sondagem à boca de urna no domingo para perceber qual seria o sentido de voto dos eleitores nas legislativas, os cidadãos colocam o Bloco com 7,2%. O Bloco continua a estar presente em Portugal, como no distrito de Viseu.
  5. Os debates também não correram bem, sendo praticamente todos os candidatos, inclusive a Marisa, capturados pelo discurso agressivo e violento de André Ventura

A Esquerda e o abandono irresponsável do Partido Socialista 

A Esquerda, no seu conjunto, teve um resultado pouco favorável. Muito por culpa do Partido Socialista, que se negou a participar neste ato democrático, de forma irresponsável,e entregou a eleição de bandeja a Marcelo Rebelo de Sousa. 

Não me parece que união às Esquerdas na primeira volta trouxesse alguma vantagem porque essa candidatura única iria perder mobilização, mas também pelas divergências de fundo. Das sondagens que se têm visto, tanto Bloco como PCP, conseguiram manter o seu eleitorado de base, mas não saíram daí,  ao contrário do que aconteceu com a candidatura da Marisa em 2016. 

A candidatura da Marisa continua distribuída de forma mais ou menos homogénea por todo o país, ao contrário de João Ferreira que concentra os seus votos no Alentejo e nos distritos de Lisboa e Setúbal.

A Esquerda, e o Bloco, precisa de um momento de reflexão para encontrar formas de lutas eficazes contra o ressurgimento da Direita opressora, xenófoba e racista. Sobretudo nos distritos do Interior que têm sido continuamente abandonados pelo centrão político. 

A Direita e a sua responsabilização pela ascensão do André Ventura 

Muito se tem falado do PCP, do Alentejo e da transferência de votos para o Chega. De facto, o Chega tem boa votação em territórios comunistas, mas analisando os números podemos observar que o PCP perdeu 7 mil votos no Alentejo relativamente à eleição presidencial de 2016.

O Chega reforça o seu discurso e atuação política alimentando o ódio, colocando cidadãos contra cidadãos. É esta a estratégia política do Chega, que vai buscar votos a todos os quadrantes, mas parece-me que aqui houve um erro estratégico da Direita democrática (CDS e PSD). 

Tanto PSD como CDS estiveram 5 anos a criticar o mandato do Marcelo, acusando-o de esquerdista e de estar a suportar a Geringonça. Isto criou um sentimento de traição em muito eleitorado da direita tradicional que acabou por ficar órfão quando os dois partidos decidiram apoiar a recandidatura de Marcelo.

Uma sondagem mostra que 33% do eleitorado do PSD nas legislativas votou em André Ventura, provavelmente por não ter ninguém forte no campo da direita democrática. O CDS perdeu aqui uma boa oportunidade de tentar rejuvenescer o seu eleitorado e o seu discurso. 

Não tenham dúvidas de que quem fez e faz crescer o eleitorado do Chega e do André Ventura são os votantes de direita e a estratégia política falhada de PSD e CDS. A direita democrática não pode enfiar a cabeça na areia.  

PSD e CDS não têm nenhum motivo para cantar vitória com a reeleição de Marcelo, com o apoio do António Costa e de uma parte do PS. 

 

Painel de Opinião.Presidenciais,vencedores e vencidos?

Vencedores: Abstenção em primeiro e Marcelo Rebelo de Sousa (MRS) em segundo.

Em Democracia quem ganha são as maiorias. Ora se a maioria dos eleitores não votou, a decisão foi tomada pela minoria. Estará a Democracia doente? Poderemos tirar conclusões políticas da abstenção?

Não, não tiro. Não quando atinge valores acima dos 60%. A abstenção haverá sempre, mas esta tem que ser um mínimo. Neste terão incluídos motivos de força maior, doença, mobilidade e justificáveis. Não é aceitável cadernos eleitorais há muito desatualizados que, isso sim, diz muito do nosso estado administrativo, burocrático, poder decisão e proatividade (tudo o que não aconteceu num boletim com um candidato fantasma). Este ano, uns mínimos maiores devidos à pandemia. Mais do que tudo isto é abuso dos Direitos e desrespeito pelos Deveres.

Quem não se revê em nenhum dos candidatos, quem quer manifestar insatisfação com todo o poder e/ou ação política vota em branco, mas sai do “sofá”.

O vencedor de entre os candidatos é MRS, “ponto”.

Grande feito?

Não. Segundo mandato, não temos tradição de perdas. Atualmente, não somos um povo que goste muito de arriscar, pelo que teria de haver uma razão muito forte para a mudança. Ora em boa verdade e felizmente, quando comparado com outro país que agora sim, é Grande outra vez, não há motivos para não renovar a confiança em alguém que nos representa bem no exterior, é um unificador no interior, instruído, cordato e de apurado senso comum. Um estadista na aceção da palavra.

Com apoio político dos partidos do espetro dito governativo e com a maioria parlamentar, este é um “passe” gratuito mesmo para uma eleição presidencial em que a pessoa é o foco.

Esperavam-se mais votos? Só se fosse mesmo o próprio porque tem custos o preço a pagar para uma reeleição. As concessões, a tentação das decisões populares, o “banho maria” pré-elelitoral, numa altura tão crítica para o país, numa europa à volta cheia de caldos e cautelas, o MRS de março, em pleno exercício das funções, impunha-se!

Os vencidos, são todos ou outros candidatos embora, daqui sim, conclusões políticas é preciso tirar.

Clara derrota da esquerda. Mas será que a direita ganhou?

Quando André Ventura ganha aos partidos de esquerda nos redutos alentejanos e consegue segundo lugar na maioria dos concelhos sobretudo os do interior do país, poderemos concluir que parte das suas gentes são racistas, xenófobas, nazis e tudo o demais negativo que caracteriza a extrema direita?

Quanto aos alentejanos diria mais que se calhar a cassete do nosso povo, a classe trabalhadora e luta contra o grande capital, partiu quando tudo isto foi sujeito ao seu contrário na mão que apara o governo, seja por acordos não escritos, num primeiro mandato do PS, seja por abstenções que não iludem ninguém nas grandes decisões políticas, do segundo mandato a decorrer.

Por outro lado, quer os alentejanos, quer todo o restante interior, veem de muito próximo, conhecem muitos casos concretos daqueles que o André Ventura evoca, que a maioria concorda mas que o politicamente correto, cinismo, populismo que está em cada um de nós ou, a opção de negação muito comum quando algo nos incomoda e não sabemos o que fazer. Será que daqui mais que um voto no André Ventura a presidente ou a qualquer outro cargo que este queira almejar, não estará o grito de saturação com a injustiça de a uns tudo se facilitar e a outros tudo se cobrar?

Será que não há o cansaço do discurso da distribuição do que não temos para dar? Será que se começa a perceber que é preciso produzir, e muito, para pagar a dívida da distribuição sem peso nem medida?

Se os argumentos de esquerda já não vencem, sobretudo em alturas de crise em que o ato de governar tem de ser por antecipação e não por reação, por proatividade e não por ilusão, a argúcia de quem a representa não pode ser o arremesso a quem pensa diferente, o menosprezo de pessoas que incomodam e temem, senão, que nome tem isso? É verdade, os extremos tocam-se e o povo percebeu isso.

A estrema esquerda e seus próximos não venceu. A extrema direita subiu mas acredito ser um voto de protesto. Teve o impulso da esquerda na forma como “escorregou na banana” durante a campanha, revelando protagonistas pouco capazes, com políticas desgastadas.

A direita liberal teve a sua estreia numas presidenciais. Já duplicou a representatividade de votos das legislativas. Estará a fazer o seu caminho para ocupar um espaço político inexistente. Reconhecido no litoral que ao interior chegará.

Tino de Rans. Felizmente a descer na votação mas, ainda assim, só consigo interpretar os resultados alcançados como protesto aos políticos que temos. Precisamos de políticos melhores é certo, mas são o nosso espelho pelo que, temos de ser mais e melhor formados para termos opções de estadistas, não de mascotes.

Em conclusão, a esquerda está falida, o eleitorado disse porque o sente. Políticas de direita são necessárias nestes tempos que já vivemos e num pior cenário que se avizinha, o eleitorado o reflete.

A palavra de ordem, saída destas eleições é de mudança, adequada e equilibrada, sem extremos nem populismos.  Reformas são imperativas, o rumo pedido é outro. Mas, se a opção for continuar a não ver, atirar os problemas para “debaixo do tapete”, a preferir o conforto do status quo que não tem como perdurar, pobre país, pobres portugueses. Aí sim, corremos o risco do extremismo não ser só uma ameaça.

É bom que nos levantemos do “sofá”.

Maria João Ribeiro

Symington e Rewilding Portugal lançam juntos o “Altano Rewilding”

Novo vinho do Douro lançado sob a marca Altano em parceria com a Rewilding Portugal, em garrafa e num inovador formato bag-in-tube

O mais recente lançamento da família Symington resulta da interessante colaboração com a Rewilding Portugal — organização sem fins lucrativos na dianteira duma estratégia ambiciosa de conservação da natureza num corredor de vida selvagem de 120.000 hectares no Grande Vale do Côa, norte de Portugal.

Cada venda da edição Altano Rewilding contribuirá com apoio financeiro para os esforços da Rewilding Portugal na proteção e restauro das paisagens naturais do interior de Portugal. Esta iniciativa  da  Symington  Family  Estates,  junta-se  ao  financiamento  de  15.000€  anuais proporcionado  à  equipa  Rewilding  Portugal  através  do  recém-criado  Fundo  de  Impacto Symington.

O vinho é um lote clássico do Douro, oriundo de vinhas de cotas mais elevadas de modo a criar um perfil fresco, elegante e frutado obtido a partir das castas Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinta Barroca. O formato em cartão bag-in-tube (2,25l) contém o equivalente a três garrafas e é facilmente reciclável, além de ter uma pegada de carbono muito mais baixa do que o volume equivalente em vidro e permitir uma boa conservação do conteúdo — após abertura — por um período de quatro a seis semanas.

A Rewilding Portugal integra a rede Rewilding Europe, que trabalha com parceiros em oito países  e  cujo  trabalho  foi  destacado  numa  nova  série  de  televisão,  Europe’s  New  Wild, produzida pela National Geographic.

Distribuída  em  Portugal  pela  Portfolio  Vinhos  (http://www.portfoliovinhos.pt),  a  edição Altano Rewilding estará brevemente disponível na rede de distribuição habitual da marca, em garrafa 75cl e no formato bag-in-tube 2,25l (este último inicialmente em exclusividade nos hipermercados Continente), bem como nas lojas dos centros de visita da Symington em Vila Nova de Gaia (Caves Graham’s e Cockburn’s) e no Pinhão (Quinta do Bomfim). O PVP recomendado é de 5,99€ (garrafa de 75cl) e de 14,99€ (bag-in-tube de 2,25l).

“Estamos muito entusiasmados com este vinho, exemplo fantástico de um tinto do Douro que conjuga  um  inovador  formato  com uma  estória  interessante,  além  de  proporcionar  uma oportunidade para as pessoas contribuírem para uma causa positiva. Estamos satisfeitos por aumentar a visibilidade do importante trabalho de conservação da Rewilding Portugal no vale do Côa — nas proximidades das nossas vinhas no Douro Superior. À medida que as crises  ambiental  e  climática  aceleram,  precisamos  de  ver  soluções  com  escala  a  serem implementadas.  A  Rewilding  surge  como  uma  solução  multifacetada  para  muitos  dos problemas ambientais que enfrentamos no século XXI”.Rob Symington, Diretor de 5ª geração na Symington Family Estates

Saiba mais em: www.symington.com/rewilding

SOBRE A REWILDING

É  uma  abordagem  para  a  conservação  em  grande  escala  em  áreas  degradadas,  menos  produtivas  ou abandonadas. Enraizada na ciência da ecologia do habitat e processos naturais, o Rewilding visa restaurar e proteger as áreas selvagens essenciais, estabelecendo corredores de vida selvagem em focos de biodiversidade e protegendo predadores superiores e espécies fundamentais. Em grande medida, o Rewilding visa deixar a natureza  cuidar  de  si  própria,  removendo  influências  humanas  destrutivas  de  um  determinado  ambiente  e permitindo que processos naturais restaurem os ecossistemas destruídos e regenerem os solos. A abordagem em termos de conservação tem um forte elemento humano, na medida em que visa promover negócios locais sustentáveis que trabalhem em harmonia para apoiar e proteger os esforços de proteção do meio ambiente.

Mais informação:

        www.rewilding-portugal.com

        www.rewildingeurope.com

SYMINGTON FAMILY ESTATES

Os Symington de ascendência escocesa, inglesa e portuguesa são produtores de vinho do Porto no norte de Portugal desde 1882. Há cinco gerações que conjugam a sua paixão para produzir vinhos e vinhos do Porto de elevada  qualidade  com  um  forte  compromisso  com  a  região  e  as  suas  pessoas.  Hoje em  dia,  10  Symington trabalham nas suas quatro famosas casas de Porto — Graham’s, Cockburn’s, Dow’s e Warre’s, bem como nos seus projetos de vinhos do Douro: Quinta do Vesúvio, Quinta do Ataíde, Altano e Prats & Symington (Chryseia), além do novo projeto da Quinta da Fonte Souto no Alto Alentejo. A Symington Family Estates é um dos principais produtores de Portos premium e a família é a principal proprietária de vinhas no Douro com 26 quintas a perfazer

2 420  ha,  dos  quais  1 114  de  vinha.  As  vinhas  são  geridas  sob  princípios  de  sustentabilidade  e  130  ha  têm certificação  biológica    a  maior  área  de  vinha  biológica  no  Douro.  A  família  tem  efetuado  investimentos significativos em I&D na viticultura para adaptação às alterações climáticas e promove um ambicioso plano de sustentabilidade denominado ‘Missão 2025’ que integra um conjunto de metas. Em 2019, a empresa alcançou a certificação B Corporation, a primeira empresa de vinhos em Portugal a dar este importante passo, juntando- se a uma comunidade global empresarial auditada segundo os mais elevados padrões de responsabilidade social e ambiental, com o compromisso de usar o negócio como uma força para o bem.

Editorial.Circulam em Supermercados e Escolas com Covid-19

Não é alarmismo.É a cruel realidade que o país vive.

Relatos de pessoas que vão circulando (mesmo que as Autoridades Policiais não o confirmem),infetadas,em locais como escolas e supermercados, por exemplo.

As informações que temos vêm de dentro das instituições e empresas, e são seguras, mas carecem sempre de confirmação oficial. E,claro,nos concelhos com maior ênfase de cobertura do nosso jornal.

Numa Escola da região,um Diretor terá testado positivo para Covid-19, e continuou a ir à Escola, antes de se confinar.

Afinal, reafirmamos, os exemplos não têm que vir de cima?

José Miguel Silva

DIRETOR

 

AHRESP critica forças de segurança

A AHRESP apela às forças de segurança, particularmente à GNR e à PSP, que não obstaculizem o funcionamento dos estabelecimentos de Restauração e Similares nas modalidades de take-away (que inclui o drive thru) e entregas ao domicílio, permitido pela atual lei.

Nessa conformidade, os estabelecimentos de restauração e similares podem funcionar de acordo com o horário de funcionamento para o qual se encontram autorizados, nos quais, nas modalidades de venda permitidas, podem praticar os seus horários normais, isto é, os horários que – dentro dos limites aplicáveis em função do município em que se localizem – praticariam se nunca tivessem existido limitações especiais resultantes das medidas de combate à doença COVID-19. Assim sendo, não estão sujeitos à obrigatoriedade de encerramento às 20h00 durante a semana e às 13h00 aos fins-de-semana e feriados. A ação das forças de segurança tem feito com que muitos estabelecimentos, perante a incerteza gerada, optem por não funcionar, com todos os prejuízos que isso acarreta, quer para os próprios, quer para a nossa economia.

Esclarecimentos sobre regras de funcionamento – A AHRESP tem já na sua posse os esclarecimentos da Secretaria de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor sobre várias dúvidas que se levantaram com a publicação das novas regras relativas ao funcionamento dos estabelecimentos de Restauração e Similares e que incidem sobre os seguintes temas:

  • Permissão do drive thru;
  • Situação dos estabelecimentos de bebidas, como bares, que vinham a funcionar com as regras estabelecidas para os cafés ou pastelarias;
  • Acesso ao interior do estabelecimento para compra de pão;
  • Venda de bebidas;
  • Aplicação à Restauração da proibição de publicidade de práticas comerciais com redução de preço.

Painel de Opinião.Presidenciais,vencedores e vencidos?

Em primeiro lugar o grande vencedor foi o Prof Marcelo Rebelo de Sousa e todos os partidos que o apoiaram, nomeadamente o PSD que mesmo antes de ele apresentar a candidatura demonstrou o seu apoio .

Em segundo lugar venceu a direita moderada, mostrando que cada vez mais o povo português não se identifica com extremos.
Em terceiro lugar venceu o povo português que quis mesmo em tempo de pandemia , mostrar o seu sentido de voto e quem queriam que continuasse como Presidente.
O grande vencido das presidenciais foi o PS, não na noite de 24 de Janeiro , mas sim desde 2020 , quando não teve capacidade para apresentar um candidato próprio , nem apoiar um outro candidato.
Segundo vencido das presidenciais , Pedro Nuno Santos , atual ministro das obras públicas e apoiante de Ana Gomes e possível candidato a secretário geral do PS.
Terceiro vencido das presidenciais , o PCP, quando o seu candidato apresenta o maior orçamento para gastar e fica com números que mostram que a extrema esquerda tende a desaparecer .
Quarto vencido das presidenciais , Bloco de Esquerda e Marisa Matias, com números muito abaixo das anteriores eleições,estando Catarina Martins assim ,com menos uma concorrente numa futura liderança .
Quinto vencido das presidenciais ,o restante povo português que ainda acredita em extremismos , sendo exclusiva responsabilidade da esquerda a forma como tem combatido esses extremismos, dando tempo de antena demais e fomentando o folclore.
Sexto vencido das presidenciais , todos aqueles que reclamaram vitória numa hora que tiveram derrotas redundantes , tentando transformar derrotas em vitórias .
Manuel Santos

Sars-Cov2.Nelas regista menos 46 casos ativos

1 (um) caso novo de COVID-19 reportado hoje pela Autoridade de Saúde pública concelhia;
47 (quarenta e sete) casos recuperados de Covid-19 no Concelho de Nelas, segundo informação obtida pelo Serviço Municipal de Proteção Civil;
No total existem 162 (cento e sessenta e dois) casos ativos de COVID-19 no Concelho de Nelas.

Encontrados mortos nas suas residências em Carvalhal Redondo e Santar

Comunicado dos Bombeiros de Canas de Senhorim
No dia de ontem fomos alertados para uma abertura de porta com socorro em Carvalhal Redondo.
De imediato para esta ocorrência foi uma ABSC e o VSAT com um total de 7 operacionais.
Esteve ainda no local a VMER de Viseu e a Patrulha da GNR de Nelas.
Tendo a vítima sido encontrada em paragem Cardio-Respiratória.
Hoje voltamos a ser novamente alertados para a mesma situação, mas em Santar.
Nesta ocorrência esteve presente uma ABSC e o VUCI com um total de 6 operacionais assim como a VMER de Viseu e a Patrulha da GNR de Nelas.
De lamentar que esta vítima também foi encontrada em Paragem Cardio Respiratória.
Durante este período de confinamento, esteja alerta. Se não vir movimentos dos seus vizinhos, não hesite e contacte as autoridades.
Este gesto pode fazer a diferença.

SRCentro contra vacinação prioritária dos políticos em relação a todos os enfermeiros 

Secção Regional do Centro da Ordem dos Enfermeiros (OE) contesta  a intenção de começarem a ser vacinados os políticos antes de todos os enfermeiros do Serviço Nacional de  Saúde (SNS), sector privado e em regime liberal estarem imunizados. 
Nota da SRCentro da Ordem dos Enfermeiros

CIM Viseu Dão Lafões.Limpeza de florestas em mais de 200 hectares

As Brigadas de Sapadores Florestais da Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões, no decurso do ano de 2020, intervencionaram um total de 233,42 hectares em ações de silvicultura preventiva na vertente da gestão de combustível florestal. 

No âmbito destas ações, foram intervencionados ao nível do serviço público 130,82 ha,  inseridos nas faixas de gestão de combustível de Rede Primária, distribuídos pelos Perímetros Florestais de São Salvador, Serra de Leomil, São Miguel e São Lourenço, Seixo e Faixo. Os restantes 102,6 ha, referem-se a ações de silvicultura realizadas, nas faixas de gestão de combustível da Rede Viária e em redor de zonas industriais, para os municípios de Aguiar da Beira, Oliveira de Frades, Vila Nova de Paiva, Viseu, Castro Daire e São Pedro do Sul.

Estes trabalhos visam, não só, contribuir para a diminuição da carga de combustível, tornando o território mais resiliente a incêndios rurais, mas também, facilitar o acesso de veículos de combate a incêndios rurais.

Paralelamente, durante os meses de julho, agosto e setembro, as Brigadas de Sapadores Florestais desenvolveram, ainda, ações de vigilância, apoio ao combate e rescaldo, no âmbito da deteção e supressão de incêndios Florestais num total de 53 dias, merecendo destaque as ações de apoio ao combate e ataque ampliado desenvolvidas no incêndio rural de Cujó (Castro Daire) e no incêndio florestal do Lindoso (Parque Nacional Peneda Gerês), entre outros.

De acordo com o Secretário Executivo da CIM Viseu Dão Lafões, Nuno Martinho, “A opção estratégica desta CIM na constituição das Brigadas de Sapadores Florestais, assim como a criação do Gabinete Técnico Florestal Intermunicipal,  tem-se revelado fundamental na defesa e resiliência da nossa floresta”. 

No decurso de 2020, estas Brigadas não só contribuíram, de forma decisiva, para a conservação da biodiversidade do nosso território, como foram mobilizadas para integrar estruturas de combate a incêndios, noutras regiões do país, sendo este o mais forte indicador do valor acrescentado que agregam à comunidade enquanto agentes de proteção civil”, concluiu o Secretário Executivo.

Recorde-se que as Brigadas de Sapadores Florestais da CIM Viseu Dão Lafões, BSF1 e BSF2, são compostas por 21 elementos e 6 viaturas, tendo bases em Castro Daire e Sátão.

CIM Viseu Dão Lafões

O surpreendente e singular Munda Verdelho 2008

Este é um néctar verdadeiramente dos Deuses. Um varietal de uma casta que conquista cada vez mais apreciadores : Verdelho. O vinho é da safra de 2008, foi lançado em 2019, e agora, há poucos meses, relançado do mercado. Não ficámos indiferentes a esta novidade: Um branco, com 11 anos de garrafa, numa edição limitada de 850 garrafas.

Joana Cunha,proprietária e enóloga da Quinta do Mondego (Caldas da Felgueira-Nelas), falou-nos da vinificação e caraterísticas de tão complexo vinho branco, desmistificando mais uma vez a ideia de que os brancos devem ser consumidos em poucos anos.O terroir do Dão tem especificidades únicas, e aqui, nestas terras abençoadas, o que delas brota são uvas para vinhos de grande longevidade que ganham (e muito) com o tempo. “Estamos a falar de uma frescura e mineralidade impressionantes”, começa por realçar.  O processo de vinificação teve esta sequência : “nove meses em barrica, seguidos de batonnage”. Volvidos 11 anos, apresenta-se “muito mineral,mentolado,com notas de cascas de laranja e pêssego seco”.

Um sugestão final da enóloga: “casamento perfeito com queijos de pasta mole”.Não podemos estar mais de acordo.

Covid-19.Nelas regista um aumento de 17 casos ativos

17 (dezassete) casos novos de COVID-19 reportados hoje pela Autoridade de Saúde pública concelhia;
0 (zero) casos recuperados de Covid-19 no Concelho de Nelas, sendo que o Serviço Municipal de Proteção Civil não foi informado quanto a eventual existência ou não de casos entretanto recuperados;
No total existem 208 (duzentos e oito) casos ativos de COVID-19 no Concelho de Nelas.

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