IL Viseu acolhe como positiva o Centro de Ambulatório e Radioterapia de Viseu

O Núcleo Territorial de Viseu da Iniciativa Liberal saúda pela positiva
o anúncio do CHTV do projeto do Centro de Ambulatório e Radioterapia de
Viseu. É apesar de tudo uma primeira batalha ganha, mas é essencialmente
apenas a primeira de muitas etapas a vencer.

Importa agora garantir que:
– O projeto na sua globalidade incluindo especialidades garante a sua
candidatura a fundos comunitários no prazo anunciado
– O CHTV conclui e torna públicos os termos da afiliação com o IPO
Coimbra, condição sem a qual a obra mesmo que construída não terá
qualquer funcionalidade para os doentes oncológicos da região
– difunde e compromete-se com um cronograma realista e exequível para o
projeto

Caso contrário, estaremos em presença de uma mera campanha publicitária
com a finalidade de beneficiar aqueles que há décadas usando a mesma
politica têm enganado os Viseenses, com múltiplas promessas atrás de
promessas.

Pedro Pereira, médico e candidato pela IL Viseu à Assembleia Municipal,
destaca que em Portugal, a doença oncológica é a segunda principal causa
de morte e a sua incidência tem vindo a aumentar, à medida em os meios
técnicos se desenvolvem e os planos de rastreio se tornam mais
universais, mas também com o esperado envelhecimento populacional das
próximas décadas. Qual dos Viseenses não lida, ou já lidou, com um
cancro, seja diretamente ou enquanto cuidador, amigo ou familiar. Não se
trata, portanto, dum tema estranho à maioria dos cidadãos, mas antes da
maior relevância para os doentes, os seus mais próximos e a sociedade em
geral, que tem para com estes um dever de proteção e assistência.

O Centro Oncológico é um equipamento que a Iniciativa Liberal Viseu
encara como fulcral para a região e uma luta da qual só desistirá quando
vir a obra a funcionar a favor dos utentes da região. Até lá, encaramos
os desenvolvimentos recentes à luz dos sucessivos atrasos desde 2015
como apenas mais uma promessa, com elevado risco de aproveitamento
politico em ano de eleições autárquicas, e o mesmo modus operandi de
tentativa de ludibriar o eleitorado. Exemplo disso foi a chamada a si de
quota parte de louros no avanço do projeto do Centro Oncológico de Viseu
por João Azevedo, candidato do Partido Socialista, quando o seu partido
tentou chumbar – contra os votos das restantes bancadas partidárias,
como da Iniciativa Liberal – uma proposta de alteração ao Orçamento de
Estado 2021 para a efetiva construção do Centro Oncológico no CHTV.

Na política não pode valer tudo, e a saúde das pessoas é um bem
demasiado valioso para jogadas políticas baixas.