Projeto Reviver José Santos Pinto em Mangualde

Mangualde irá acolher o projeto Reviver José Santos Pinto, nos dias 10 e 11 de julho. Um projeto que pretende recuperar duas sonatas para oboé compostas pelo próprio José dos Santos Pinto, apresentando-as ao público em forma de tertúlia e concertos, onde estará presente o oboé que o músico utilizou durante toda a sua carreira.

O primeiro dia de divulgação junto ao público decorrerá no dia 10 de julho, sábado, com um Concerto Sinfónico com a Orquestra Poema (integrado na Programação Anual da Orquestra Poema), pelas 21h30, no Complexo Paroquial de Mangualde, com a seguinte programação:

  • Sinfonia nº 29 de W.A. Mozart (I. Allegretto Moderato)
  • Concerto para Oboé em Dó Maior de Mozart
  • José S. Pinto – Concertino para oboé e orquestra
  • Sinfonia nº 10 de W. A. Mozart
  • Tiago Coimbra, Oboé
  • Tiago Correia, Direção
  • Orquestra Poema

No domingo, dia 11 de julho, terá lugar uma Tertúlia – Concerto Comentado, na Igreja Matriz de Lobelhe do Mato, pelas 21h30, com a moderação de Ana Margarida Cardoso e com os seguintes convidados: Luís Francisco Vieira e Lopes da Cruz (oboístas); Alda Santos Pinto e António Bordelo Ruivo (família); Prof. ª Maria do Rosário Pestana (INET-md | UA); Tiago Coimbra (Oboé); e Joana Moreira (Piano), com o seguinte repertório:

  • José S. Pinto – Sonate dans l’Spirit Classique, para oboé e piano
  • Tomás Borba – Rosas Bravas: Melodia do Pastor (para oboé)
  • José S. Pinto – Segunda Sonata, para oboé e piano

Para que o evento seja realizado em segurança e de forma a cumprir com todas as normas impostas pela DGS, existirá lotação limitada, pelo que a reserva de bilhetes é obrigatória e deverá ser realizada através do contacto telefónico 232 619 889.

PROJETO REVIVER SANTOS PINTO

O projeto Reviver Santos Pinto é da autoria de Ana Margarida Cardoso, que escreveu o livro “José dos Santos Pinto: retrato de um músico profissional durante o Estado Novo”, em parceria com o oboísta Tiago Coimbra. Através desta parceria pretendem recuperar duas sonatas para oboé compostas pelo próprio José dos Santos Pinto, apresentando-as ao público com o oboé que o músico utilizou durante toda a sua carreira. Este instrumento faz parte do espólio constante na Sociedade Filarmónica Lobelhense, foi restaurado e é único no mundo, uma vez que a sua dedilhação foi patenteada pelo músico.