Nelense atacado por ciganos relata a dificuldade de “voltar à vida normal”

Jorge Ferreira, um Nelense – natural e residente em Folhadal-, foi vítima de um ataque de elementos de etnia cigana, no passado dia 15 de fevereiro de 2021.
Depois da amputação do dedo grande do pé direito (como a radiografia mostra),a sua vida mudou radicalmente. Conta ao que nosso jornal que “nos dois meses seguintes à amputação sofri dores intensas, devido à chamada dor fantasma”. “Estou a tentar voltar à minha vida normal, mas está a ser muito difícil”, confidencia-nos, dado que ainda “tenho algumas dificuldades em caminhar, por exemplo”.
Sobre o processo crime, explica que o suposto autor do crime, tem fixada, como medida cautelar, “termo de identidade e residência, com obrigação de  se apresentar três vezes por semana no posto da GNR e proibição de me contactar por qualquer meio a mim ou aos meus familiares”.
Jorge Ferreira, acredita que a marcação do julgamento possa ser relativamente célere, mas tem indicações que o alegado autor do crime poderá ter intenções de querer um “acordo amigável”, no que à questão cível diz respeito, pois o crime, Jorge Ferreira, espera tenha uma “exemplar punição”.