Câmaras aderentes ao PAEL poderão reduzir IMI e outras taxas

Socialistas querem facilitar a vida aos municípios que tiveram de aderir ao Programa de Apoio à Economia Local (PAEL) e que continuam a ter de praticar taxas máximas de imposto. As câmaras que paguem os empréstimos deverão também ficar livres de sanções.

As autarquias que tenham recorrido em 2012 ao Programa de Apoio à Economia Local (PAEL) deverão poder praticar a taxa de IMI que desejem e não apenas a taxa máxima, tal como atualmente previsto na lei. Por outro lado, as câmaras que paguem o empréstimo que na altura contraíram junto do Estado, deverão ficar livres das obrigações constantes no acordo sem com isso serem alvo de quaisquer sanções e, mais, extinguindo-se as que tenham pendentes.

In: https://www.jornaldenegocios.pt/economia/autarquias/detalhe/ps-quer-libertar-camaras-com-planos-de-resgate

ZI da Ribeirinha (Nelas): Autarquia cede terrenos que acolhem vários investimentos

Nas reuniões de Câmara de 27 de janeiro e 24 de fevereiro do corrente ano, a Câmara Municipal de Nelas deliberou ceder a diversas empresas alguns lotes de terreno adquiridos nos últimos anos na Zona Industrial da Ribeirinha, em Canas de Senhorim, a alguns empresários para construção de novas unidades empresariais.

À “A+House“, empresa do ramo da construção civil em estruturas metálicas, cedeu um lote de terreno com a área de 3775 m², confinante com a empresa “Covercar“, propondo-se aquela empresa edificar um pavilhão industrial para fabrico e montagem de estruturas metálicas, revestimentos, pavilhões e casas e moradias em sistema de construção em aço leve, propondo-se criar 7 postos de trabalho a curto prazo, com perspetiva da criação de outros tantos a médio prazo.
À empresa “Autopromac“ foi cedido um lote com a área de 3149 m², terreno no qual a empresa se propõe construir uma infraestrutura para prestação de serviços de manutenção e reparação de máquinas industriais, prevendo criar diversos postos de trabalho ligados à oficina, stand de vendas e loja de peças e acessórios. Este terreno tem frente para a E.N.234.
À empresa “Ecomadeiras“ foi cedido um lote de terreno com área de 3429 m², confinante a nascente com o lote cedido à “Autopromac“, pretendendo aquela empresa ali instalar um pavilhão destinado à sua atividade relacionada com a exploração florestal e de plantação e manutenção de jardins, consolidando os diversos postos de trabalho já criados e propondo-se, com o crescimento da sua atividade, criar muitos outros.
Foi ainda cedida à Serralharia de “José Maria Amaral“ uma área de 2448 m², confinante com o pavilhão que o mesmo já detém na Zona Industrial da Ribeirinha, para construção de um novo pavilhão que permita a expansão e modernização da sua atividade, propiciando o aumento do volume de negócios e a criação de novos postos de trabalho a curto e médio prazo.
As referidas vendas foram efetuadas a 0,50€/ m², no âmbito da política empresarial em vigor no Concelho de Nelas, e condicionadas à construção e entrada em funcionamento, no prazo de três anos, do pavilhão e da atividade proposta pelos empresários.
Tal só foi possível porque a Câmara Municipal adquiriu naquela Zona Industrial da Ribeirinha, nos últimos 6 anos, mais de 7 ha de terreno para indústria.

Fonte: CM de Nelas

Movecho cria mais 40 empregos e autarquia de Nelas cede terreno de 19 150m2

Na reunião da passada quarta-feira, 24 fevereiro, a Câmara Municipal de Nelas deliberou ceder à empresa “Movecho” mais um de terreno contíguo às suas instalações, com a área de 19150 m², a 0,50€/ m², no âmbito da política industrial em vigor no Concelho de Nelas, área essa que, Juntamente com a agilização dos procedimentos necessários à ligação entre as instalações já existentes através de um arruamento construído anteriormente, vai permitir novos investimentos da empresa que lhe possibilitarão a criação de mais 40 postos de trabalho e o aumento do seu volume de negócios.

A empresa, que comemora neste ano o seu 30º aniversário, emprega neste momento já 211 colaboradores, tendo investimentos em curso de mais de 4 milhões de euros.

Fonte: CM de Nelas

Qbeiras apresenta nova imagem corporativa e novas atividades (I&D e Infraestruturas)

A Qbeiras atualizou a sua imagem, uniformizando o grupo e apresentando as suas mais recentes atividades: Qbeiras I&D e Qbeiras Infraestruturas.

Projetar. Estruturar. Crescer. É novo mote do grupo:

Projetar, Estruturar, Crescer com Energia

Projetar, Estruturar, Crescer com Excelência

Projetar, Estruturar, Crescer com Know-How

Projetar, Estruturar, Crescer com Conhecimento

Descubra todas as novidades no novo website e nas páginas da Qbeiras:

www.qbeiras.pt

https://www.facebook.com/QbeirasEnergia

https://www.facebook.com/QbeirasConsultoria/

https://www.linkedin.com/company/qbeiras—energia-lda

https://www.linkedin.com/company/qbeiras-consultoria

Contributo da MAAVIM para o Plano de Recuperação e Resiliência

A Maavim, foi constituída após os Incêndios de Outubro de 2017.

É nesse contexto, em defesa dos interesses dos lesados e vítimas dos incêndios de Outubro de 2017 e porque existiram muitas promessas que nunca foram colocadas em prática, que vem através desta consulta manifestar o seu descontentamento, por o PRR não contemplar as principais zonas afetadas pelos Incêndios de Outubro de 2017.

Foi devastada uma área de mais e 200000 hectares, que compreende mais de 15 municípios.

A Economia regional foi afetada, e se, já tinha falta de acessibilidades e de infraestruturas, ainda ficou pior a partir de 2017.

Foram anunciados apoios para as regiões afetadas, mas nunca se avançou com um plano concreto para desenvolver a região após tal catástrofe. É nesse sentido e por uma questão de Coesão Territorial e de justiça para com a população, que achamos que os investimentos até 2026, contemplem promessas que são justas que se concretizem.

Esta também é uma oportunidade para que se avance para uma programação da floresta e da preservação do nosso território. Os planos de regadio para a região e das bacias hidrográficas do Mondego e Zêzere em especial devem ser tidos em conta e não adiados.

Esta é uma oportunidade de investir nas regiões afetadas pelos incêndios de Outubro e equilibrar o mapa territorial português, não continuando a investir onde já tudo existe.

O território precisa de aproveitar as energias alternativas, mas também investir nos recursos naturais, quer no seu desenvolvimento, quer na sua promoção como atividade económica para evitar a continuação do êxodo populacional.

É por isso que a Maavim, enquanto associação que defende este território propõe vários investimentos, que conforme o PRR recomenda, sejam executáveis até 2026, aumentando a Coesão Territorial e a descarbonização.

Propomos vários investimentos públicos vitais para o setor económico, para a Economia Circular, mas também para a Economia Social.

Também achamos que a oportunidade de haver apoios para o setor privado é demais importante, para que se apoie a reconstrução das nossas aldeias e lugares que foram devastados por diversas catástrofes.

Listas de reivindicações:

Investimentos rodoviários – Execução do IC6 (Tábua-Covilhã), Execução do IC7 (Seia-Viseu), Execução do IC37 (Seia- Celorico da Beira), Ligação A13/IP3 (Miranda do Corvo- Penacova), Ligação A17/IP3 (Mira-Santa Comba Dão), Ligação IC12 (Nelas-Mangualde), Melhoria da N334 (Pampilhosa da Serra-IC8), Melhoria da N112 (Pampilhosa da Serra-A23).

Melhoria das ligações ferroviárias com o eixo Europa/Lisboa.

Investimentos Florestais – Apoio na plantação de árvores autóctones nas regiões afetadas com incentivos para melhorar a descarbonização, limitando o crescendo número de plantações de Eucaliptos.

Investimentos Agrícolas – Criação de regadios nas zonas afetadas, com especial destaque para as zonas do rio Dão, Mondego, Zêzere. Criação de bolsas de terrenos para plantação. Apoios ao investimento agrícola sem critérios de criações de OP´s, para que os projetos não deixem de ter aprovação e não sejam efetuados.

Apoios para investimento em Agricultura Biológica.

Investimentos Rurais – Apoios para a reconstrução de aldeias e lugares devastados pelos incêndios, bem como para todas as famílias que ficaram sem habitação.

Investimentos Ecológicos – Incentivos para promover a energia Solar, Eólica e Hídrica.

Apoios para as Eco-Aldeias sustentáveis.

Incentivos Fiscais – Criação de apoios fiscais para quem investir nas regiões afetadas, isenções nas TSU e acesso a formação profissional em modo gratuito, para a criação líquida de emprego.

Investimentos Socias – Criação de “lojas Sociais” em cada freguesia com acesso à saúde, educação, justiça e informação de toda a população, para evitar a mobilização da sua população para as sedes de concelho ou de distrito, evitando custos e até a diminuição de emissão de carbono nos transportes.

Apoio e fomentação dos Bombeiros locais, para que tenham melhores equipamentos e estejam mais bem preparados.

Estes são algumas das sugestões para as zonas afetadas pelos incêndios de Outubro de 2017, que continuam deprimidas, com falta de investimento público e privado, com falta de serviços, com falta de apoios e sobretudo com falta de um olhar futuro para que não se continue a assistir à morte lenta destas terras e das suas gentes. Sem a presença humana e investimento para fixar as populações, não será possível evitar que se repitam acontecimentos como os de 2017.

Nuno Tavares Pereira

Porta-Voz MAAVIM

Como deve ser feito o desconfinamento?Escolas devem reabrir em março?

O desconfinamento deve ser feito, mas com cautela, tendo em conta a pressão que existe sobre o Serviço Nacional de Saúde.

O plano de desconfinamento deve encarar obrigatoriamente o regresso gradual e em segurança das crianças e dos jovens às escolas, sabemos do grande problema e dos riscos que representa o afastamento prolongado dos jovens alunos do ensino presencial. 

Estudar em casa é muito mais complicado para quem precisa de um acompanhamento específico e que se agrava quando se vive sob o agregado de uma família numerosa ou não se tem as condições adequadas para acompanhar este processo, como por exemplo com a falta de material informático. 

O desconfinamento, tal como a reabertura das escolas, não pode ser visto como um prémio ao bom comportamento da população, mas sim deve ser encarado pelo Governo com seriedade. O mesmo Governo que falhou, no que toca aos apoios sociais quando pedia às pessoas para ficarem em casa, enquanto que a população cumpriu as restrições neste novo confinamento. 

O Governo tinha anunciado uma campanha de testagem massiva pelo país, que ajudaria a estabilizar os números e entrar no desconfinamento com mais segurança, mas essa campanha nunca saiu do papel. Agora mais do que nunca é necessário todos os meios disponíveis no terreno.

É imprescindível que as creches, o pré-escolar e o 1º Ciclo sejam os primeiros a reabrir, mas para isso é necessário mais pessoal docente e não docente nas escolas, desdobramento de turmas, generalização de rastreios e dos testes da covid-19.

Um dos critérios da vacinação é o exercício de funções na linha da frente, por isso porque não vacinar já a comunidade escolar? 

Entrega de máscaras e álcool gel concretizada em Nelas

Missão cumprida. Era o sentimento sentido pelos mais de 100 voluntários que este fim de semana procederam em todo o Concelho à distribuição dos Kits de máscaras cedidas pela “Borgstena” com um frasco de álcool gel adquirido pela Câmara Municipal num saco oferta da “Plastidão”.
Um enorme bem haja aos mais de 80 colaboradores da Câmara que nos dois dias ajudaram em mais esta nobre missão. Gratidão também para os membros e colaboradores das Juntas de Freguesia que deram amplo apoio.

CM de Nelas