Em comunicado, a Quercus e a Associação Ambiente em Zonas Uraníferas (AZU) referem que, “apesar de estar já iniciada a construção de ETAR em Santar e em Moreira, a água nestes locais está a ser libertada na Ribeira de Calva sem tratamento”.

“Existe uma fossa sética em Moreira de Baixo cujo mau funcionamento é visível a olho nu, com extravasamento das águas dos esgotos para os solos circundantes e para a Ribeira de Calva”, explicam, acrescentando que “o cheiro é nauseabundo e a água da ribeira está preta e nitidamente poluída”.

Fonte : https://lifestyle.sapo.pt/vida-e-carreira/ecologia/artigos/associacoes-ambientalistas-denunciam-poluicao-em-afluente-do-rio-dao#_swa_cname=sapolifestyle_share&_swa_cmedium=web&_swa_csource=facebook&utm_source=facebook&utm_medium=web&utm_campaign=sapolifestyle_share