“O presidente da Câmara de Nelas, adulterou, para não dizer falsificou, o relatório da IGF”

O ainda presidente da câmara para além de esconder, durante um ano,  a “sete chaves” o Relatório da IGF, ainda tentou adultera-lo, para não dizer falsificá-lo.

O relatório foi arrasador para o ainda presidente de câmara e seus avençados.

Na última assembleia municipal, tentou defender-se dizendo que o Relatório do mandato 2009/2013, foi muito pior.

Vamos aos factos e às violações legais:

Relatório 2009/20013, afirma que tais actos praticados, “São suscetiveis, em abstrato, de gerar responsabilidade financeira sancionatória, de harmonia com o previsto no art.º 65.º, n.º 1, al. b), da LOPTC.

Relatório do mandato 2013/2017, do ainda presidente da câmara, os atos praticados “ são suscetiveis, em abstrato, de configurar ilícitos de natureza financeira (sancionatória), nos termos do disposto n.º 1, do art.º 11, da LCPA, e na al. b), do n.º 1, do art.º 65.º, da LOPTC.

Interpretando as normas descritas, as mesmas querem dizer que foram feitas despesas sem Fundos Disponíveis, quer em 2013, quer em 2017.

Só que, com uma grande diferenças as despesas efetuadas em 2013, foram para pagar obras a empreiteiros, as quais estão à vista de todos nós.

As despesas efetuadas  em 2016 e 2017, ninguém sabe onde foram aplicadas.

Bem pode Borges da Silva, “fazer o pino”, como ele vários vezes afirma,  mas não consegue dar a volta ao conteúdo do relatório da IGF, para esconder as suas ilegalidades, mais gravosas daquelas que foram cometidas no mandato 2009/2013, que tanto criticou.

O vereador do CDS/PP

Manuel Marques

 

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