Tesouro da Sé (UDACA) foi o grande vencedor do concurso de vinhos engarrafados do Dão

A Comissão Vitivinícola Regional do Dão (CVR do Dão) premiou, pelo décimo ano consecutivo, os melhores vinhos da região. O vinho Tesouro da Sé, tinto de 2015, da UDACA (União das Adegas Cooperativas do Dão), foi distinguido como “Melhor Vinho a Concurso”, durante a gala que se realizou na noite de sexta-feira, no Solar do Vinho do Dão.

A 10ª gala “Os Melhores Vinhos do Dão”, organizado pela Comissão Vitivinícola Regional do Dão (CVR do Dão), que se realizou na sexta-feira, dia 12 de julho, premiou os melhores vinhos produzidos na região. Este ano o vinho tinto Tesouro da Sé de 2015, produzido pela UDACA (União das Adegas Cooperativas do Dão), arrecadou o prémio mais esperado da noite: “Melhor Vinho a Concurso”. Durante o evento de entrega de prémios resultantes do concurso “Os Melhores Vinhos do Dão” foram ainda distinguidos 37 vinhos: 1 prata, 31 ouro, 5 platinas.

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O concurso realizou-se no passado dia 2 de julho no Salão Nobre do Solar do Vinho do Dão, tendo sido presidido por Beatriz Machado, Mestre em Viticultura e Enologia, Diretora de vinhos do “The Yeatman”. O painel de jurados ibérico reuniu 28 elementos – entre enólogos, sommeliers, críticos de vinho da imprensa especializada, membros de Camaras de Provadores e empresas ligadas à distribuição de vinhos – que provou 137 amostras de vinho DOP Dão, provenientes de 33 produtores. As amostras foram agrupadas nas seguintes categorias: vinhos brancos; vinhos tintos; vinhos rosados; vinhos de castas (monovarietais) e espumantes naturais (brancos, tintos e rosados)

Para o presidente da CVR do Dão Arlindo Cunha este concurso é uma oportunidade de “premiar os produtores e atribuir mérito ao trabalho desenvolvido nas áreas de viticultura e da enologia”. “Por outro lado, é também uma forma de estimular a produção de vinhos de qualidade e valorizar o nível técnico e comercial dos vinhos da região, que são dos melhores produzidos no país”, acrescenta.  O presidente da CVR do Dão acredita que a região “tem vinhos muito equilibrados, muito elegantes, é o berço de várias castas emblemáticas em Portugal, como é o caso do Touriga Nacional e do Encruzado, que se têm afirmado nos últimos anos e que ainda vão conquistar mais terreno quer a nível nacional, quer internacional”.

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