Incêndios 2017 : “Dever da Memória” retrata a devastação e o renascimento

Sérgio Amaral, escultor radicado em Mangualde, viu arder todo o seu equipamento e artefactos no seu atelier. O artista recuperou alguns fragmentos do seu trabalho, principalmente em cerâmica, que na larga maioria foi consumido pelas chamas que com grande voracidade lavraram em Espinho. Compôs, para memória futura, esculturas urbanas que estão em exposição na Quinta da Cruz, em Viseu.

 

Nuno André Ferreira e Adriano Miranda, reputados fotojornalistas (Público e Correio da Manhã/Agência Lusa, respetivamente), dão-nos visões diferentes do evento trágico dos dias 15 e 16 de outubro de 2017, um pouco por toda a Beira Alta. As suas objetivas captaram as chamas e o verdadeiro inferno vivido, dia e noite, pelo povo.

São 79 registos fotográficos em exposição, que nos transportam também para o renascer da região e para a tenacidade dos Beirões.

O Presidente da República associou-se a esta iniciativa no passado dia 15 de outubro de 2018.

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