“Em Mangualde, no início do ano letivo, reina o caos!”

Iniciou-se mais um ano letivo para todas as crianças e jovens em idade escolar. No que tange ao concelho de Mangualde, pior não podia começar. Para além da medida, contestada na génese, diga-se, de agrupar o ensino pré- escolar e todas as turmas do 1° Ciclo da cidade, na EB de Ana de Castro Osório, com as consequências drásticas daí decorrentes e que já começam a ser conhecidas e bem notadas, tais como:

– Falta de condições lúdicas e pedagógicas para os alunos do pré-escolar; – Falta de sombra e de espaços verdes para o desenvolvimento de atividades no exterior; – Salas inadequadas e sem condições pedagógicas; – Alterações súbitas no trânsito das artérias adjacentes à escola que começam a ser preocupantes nas horas de ponta, designadamente ao principio da manhã e ao fim da tarde, com uma maior possibilidade de ocorrerem acidentes, o que também e em tão pouco tempo já sucedeu; – Filas intensas e grande confusão no acesso às refeições dos alunos no refeitório; – Número insuficiente de assistentes operacionais para fazer face às necessidades e assegurar as condições de segurança e bem estar a todos os alunos; – Alunos insatisfeitos, pais inconformados e poder político moribundo, típico de fim de ciclo, é o que também verificamos; – Degradação óbvia da qualidade do ensino no nosso concelho; – Desconsideração ao quadro de educadoras que ao longo de muitos anos lutaram abnegadamente para que as suas crianças tivessem as melhores condições físicas, didáticas e pedagógicas.

Acresce que, na Escola Secundária de Felismina Alcântara, durante este ano letivo, as aulas, para alguns alunos e durante alguns dias da semana, terminam às 18:00 horas, mas os últimos transportes coletivos para a periferia da cidade (autocarros) partem de Mangualde às 17:30 horas. Este facto obriga os pais de alguns alunos a deslocarem-se rotineiramente à supra escola para transportarem os seus filhos, os quais se encontram nas circunstâncias acima mencionadas. Enquanto isto os alunos são obrigados a comprar o passe escolar e a pagar a totalidade do mesmo, ainda que não possam beneficiar da totalidade das viagens. Perante o exposto, o Órgão de Gestão do Agrupamento de Escolas de Mangualde está impávido e sereno, num explicável silêncio. Pari-passu o poder político local vai assobiando para o ar. É a moldura do início do ano letivo em Mangualde.

Comissão Política de Secção PSD Mangualde

Iniciou-se mais um ano letivo para todas as crianças e jovens em idade escolar. No que tange ao concelho de Mangualde, pior não podia começar. Para além da medida, contestada na génese, diga-se, de agrupar o ensino pré- escolar e todas as turmas do 1° Ciclo da cidade, na EB de Ana de Castro Osório, com as consequências drásticas daí decorrentes e que já começam a ser conhecidas e bem notadas, tais como:

– Falta de condições lúdicas e pedagógicas para os alunos do pré-escolar; – Falta de sombra e de espaços verdes para o desenvolvimento de atividades no exterior; – Salas inadequadas e sem condições pedagógicas; – Alterações súbitas no trânsito das artérias adjacentes à escola que começam a ser preocupantes nas horas de ponta, designadamente ao principio da manhã e ao fim da tarde, com uma maior possibilidade de ocorrerem acidentes, o que também e em tão pouco tempo já sucedeu; – Filas intensas e grande confusão no acesso às refeições dos alunos no refeitório; – Número insuficiente de assistentes operacionais para fazer face às necessidades e assegurar as condições de segurança e bem estar a todos os alunos; – Alunos insatisfeitos, pais inconformados e poder político moribundo, típico de fim de ciclo, é o que também verificamos; – Degradação óbvia da qualidade do ensino no nosso concelho; – Desconsideração ao quadro de educadoras que ao longo de muitos anos lutaram abnegadamente para que as suas crianças tivessem as melhores condições físicas, didáticas e pedagógicas.

Acresce que, na Escola Secundária de Felismina Alcântara, durante este ano letivo, as aulas, para alguns alunos e durante alguns dias da semana, terminam às 18:00 horas, mas os últimos transportes coletivos para a periferia da cidade (autocarros) partem de Mangualde às 17:30 horas. Este facto obriga os pais de alguns alunos a deslocarem-se rotineiramente à supra escola para transportarem os seus filhos, os quais se encontram nas circunstâncias acima mencionadas. Enquanto isto os alunos são obrigados a comprar o passe escolar e a pagar a totalidade do mesmo, ainda que não possam beneficiar da totalidade das viagens. Perante o exposto, o Órgão de Gestão do Agrupamento de Escolas de Mangualde está impávido e sereno, num explicável silêncio. Pari-passu o poder político local vai assobiando para o ar. É a moldura do início do ano letivo em Mangualde.

Comissão Política de Secção PSD Mangualde

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