“Contratámos nove mil profissionais de saúde”

“Aqui está a prova como descentralizar é possível”, começou por afirmar o Primeiro Ministro (PM), esta manhã em Nelas. António Costa marcou presença na inauguração oficial da Loja do Cidadão da Vila, que já se encontra em funcionamento desde novembro de 2017.

“Os serviços públicos são essenciais para a melhoria da qualidade de vida”, sustentou, defendendo a simplificação administrativa, como grande “apoio para os cidadãos, poupando-lhes tempo e deslocações”. De acordo com o PM, além das 17 Lojas do Cidadão que este Governo inaugurou, “há mais seis que começarão a funcionar até ao final deste ano e mais onze até ao final do próximo ano”. Borges da Silva, autarca de Nelas, frisou que a Loja do Cidadão de Nelas “representou um investimento de 360 mil euros (com 280 mil de apoio do FEDER)”, dando conta que foram também criados os “Espaços do Cidadão em Canas de Senhorim e em Santar, num investimento directo do município de mais de cem mil euros”.

Aludindo à política do governo em matéria de EDUCAÇÃO, António Costa, enfatizou a “reabilitação, em conjunto com as autarquias, de mais de 200 escolas em todo o país” e a construção de “170 novas salas de aula para o ensino pré escolar, com o objetivo de universalizar o acesso de todas as crianças a este nível de ensino”.

No capítulo da SAÚDE, fez saber a “prioridade” que este Governo está a dar aos cuidados de saúde primários, com a “abertura de novas Unidades de Saúde Familiares e contratação de mais de 9 000 profissionais de saúde para o SNS”. António Costa explicou que com esta medida “conseguimos reduzir de 14% para 7% o número de portugueses que ainda não tem médico de família”. A ação do Governo, segundo o PM, está assim centrada numa política de “proximidade”.

O edil de Nelas, por seu turno, revelou que “na próxima sexta feira, 14 de setembro, inauguraremos a Unidade de Saúde Familiar de Canas de Senhorim”. Borges da Silva aproveitou a presença de António Costa para exortar o Governo a “melhorar as acessibilidades” e não descurar “a rede ferroviária”, essenciais para o desenvolvimento económico do concelho e da região.

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