PSA com incremento de 18% nas vendas.Carrinhas novas feitas em Mangualde arrancam vendas em Setembro

Na primeira metade do ano a PSA vendeu 2.181.823 veículos em todo o mundo.Este valor representa mais 18% do que no período homólogo.Carrinhas produzidas em Mangualde à venda na Europa a partir de setembro

O grupo automobilístico francês PSA obteve 1.481 milhões de euros de lucro no primeiro semestre, após a integração da Opel/Vauxhall, um aumento de 18% em relação a igual período em 2017. Um comunicado divulgado esta terça-feira pela empresa refere que o resultado operativo aumentou 17,8% (2.267 milhões de euros), enquanto que em termos correntes o aumento foi de 48,1% (3.017 milhões de euros).

Tendo em conta as três marcas que constituíam a PSA até agosto de 2017 (Peugeot, Citroën e DS), o resultado operativo corrente indica, segundo o comunicado, um progresso de 29,9% (1.873 milhões de euros). O documento da empresa acrescenta que estes dados representam um nível de rentabilidade “recorde”, cerca de 8,5%, apesar do aumento dos custos com matérias-primas e do efeito negativo das variações das taxas de câmbio. Segundo o comunicado, a faturação subiu até aos 40,1% em termos absolutos (38.595 milhões de euros) se for incluído o negócio da antiga filial europeia da General Motors (Opel/Vauxhall). Em termos equivalentes, descontando o impacto dessa variação de perímetro e os movimentos relacionados com as taxas de câmbio, o aumento foi de 22,9%. Na primeira metade do ano a PSA vendeu 2.181.823 veículos em todo o mundo: mais 38,1% do que no mesmo período de 2017, o que se explica com a integração das contas da Opel/Vauxhall. Se forem excluídos os 517.832 veículos dessas marcas o aumento das três que constituíam a empresa até agosto de 2017 (Peugeot, Citroën e DS) ficaria situado em 1,9%. A 30 de junho, a posição financeira (valores líquidos) do fabricante francês era de 8.257 milhões de euros o que significa 2.063 mais do que no final do ano de 2017. A PSA prevê que em 2018 o mercado automobilístico vai permanecer estável na Europa e que vai crescer 4% na América Latina, 10% da Rússia e 2% na República Popular da China.

Lusa

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