Final regional do Polieempreende realizou-se na ESTGV/IPV. Projeto SMOT foi o vencedor

Realizou-se no dia 14 de julho a sessão final regional do Poliempreende do IPV 2018, com a apresentação ao júri regional de sete planos de negócio que se apresentaram a concurso. Na sessão, realizada na biblioteca da ESTGV/IPV, o júri pôde apreciar e complementar a análise realizada às diferentes candidaturas e chegar a um consenso acerca das três melhores ideias de negócio que se apresentaram nesta edição.

Da análise das ideias de cada equipa e com base na apresentação que cada equipa efetuou, o júri selecionou as três melhores ideias apresentadas a concurso este ano, que obtiveram o prémio previsto no regulamento:

1º Prémio: SMOT (ESTGL);

2º Prémio: QUADRO INTERATIVO DE APOIO A INVISUAIS (ESTGV);

3º Prémio: LIGHTING-CLAWS (ESAV).

O júri do concurso regional foi presidido pelo Professor João Monney Paiva (Presidente do IPV), e constituído ainda pelo Dr. Luis Manuel Abrantes (CEO da Movecho SA, em representação da AIRV), Dra. Cláudia Ferreira (em representação da CGD), Dr. Luís Tavares (em representação do IAPMEI), e Professor José Alberto Ferreira (em representação da ADIV).

A equipa classificada em primeiro lugar, “SMOT” (ESTGL), constituída por Hugo Emanuel Félix Guerra, Francisco Bernardo Azevedo e Jéssica Sofia Bastos Silva, irá representar o IPV em setembro próximo (entre os dias 10 a 14) no concurso nacional do 15º POLIEMPREENDE, a disputar entre os vencedores de cada um dos institutos politécnicos do país, e que este ano se realizará no Instituto Politécnico de Portalegre.

A equipa classificada em segundo lugar, “QUADRO INTERATIVO DE APOIO A INVISUAIS” (ESTGV), foi constituída por Luís Miguel Marques Fonseca, Filipe Amaral do Couto, João Pedro Madeira Dias e Luís Filipe Sousa Oliveira. Em terceiro lugar ficou a equipa constituída por Mónica Rafaela Mesquita Santos e Sónia Sandra maio Mesquita e o projeto “LIGHTING-CLAWS” (ESAV).

O Poliempreende é um concurso que pretende contribuir para a mudança de atitudes dos atores académicos dos Institutos Politécnicos participantes, induzindo-os a incorporar nas suas atividades regulares o desenvolvimento e a aplicação de métodos para a valorização do conhecimento gerado, mas também para o enriquecimento curricular, dando resposta ao desafio do Processo de Bolonha e às orientações da Estratégia de Lisboa, visando a constituição de novas empresas de cariz inovador e implantação regional, com potencial de crescimento.

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