Casa da Passarella apresenta-se na CAVE LUSA

“As duas grandes castas Portuguesas são o Encruzado e Alvarinho, pelas suas características únicas e adaptabilidade a terrenos distintos do seu terroir de origem”, sustentou o enólogo da Passarella,Paulo Nunes, no grande evento vínico da passada Sexta Feira, 19 de Janeiro, no distribuidor Viseense, Cave Lusa. A abertura, no novo ano, de provas orientadas, ou “conversas à volta do vinho”, como Paulo Nunes caraterizou, foi enriquecedora e uma grande celebração para os sentidos. Com uma grande panóplia de vinhos, um pouco para todos os gostos, é na mineralidade, equilíbrio e longevidade, que encontramos o denominador comum das marcas Passarella e Villa Oliveira. Foi uma prova e uma experiência inolvidável, num magnífico espaço e com uma organização irrepreensível.

“A Região demarcada com maior peso e notoriedade em termos de  vinhos históricos é o Dão e a Casa Pasarella, que completa este ano 125 anos, resolveu produzir um vinho comemorativo, que expressa a sua filosofia e a sua tradição na vitivinicultura”, explicou o enólogo. O Villa Oliveira Passarella 2014 foi de facto beber às raízes da Quinta, para replicar, com a maior aproximação possível, como teria sido elaborado um vinho e sua apresentação, nos primórdios do centenário produtor. Outra magnífica experiência que a Quinta decidiu levar a cabo, permitindo uma grande amplitude para o trabalho do enólogo, foi lançar um vinho Branco com a mistura de cinco colheitas diferentes. É assim um néctar sem ano que permite ser o espelho de todo o trabalho feito por este produtor no que à vinificação de Brancos diz respeito, usando (parcial ou totalmente) o método de curtimenta (fermentação em contacto com a película).

“O Dão tem vinhas com mais de 100 anos que revelam a historia de uma região e vinhos que são o símbolo de um espaço, de uma cultura e de um saber fazer”, defende Paulo Nunes.

This slideshow requires JavaScript.