Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural inaugura a Feira da Pinha e do Pinhão. Pinheiro Manso é aposta forte

Imagem de Arquivo

O Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, Miguel Freitas, vai inaugurar a Feira da Pinha e do Pinhão | Saberes e Sabores de Terras de Carregal do Sal, no dia 19 de janeiro.

Antes, o representante do Governo preside à sessão solene, marcada para as 16h, no salão nobre dos Paços do Concelho.
Miguel Freitas inaugura a IV edição do certame, às 18h de sexta-feira dando início a três dias de promoção/divulgação do Concelho de Carregal do Sal, assente nas suas potencialidades em diversos domínios.
Até domingo, dia 21, mostra-se o artesanato, aplaude-se a etnografia, saboreiam-se os néctares do Vinho do Dão, os licores e a afamada ginja, os doces, os bolos tortos e os pratos típicos, a par do pinhão, ex-libris do certame que, per si ou combinado com outras iguarias, desafiam os visitantes a percorrer os mais de 3000 m2 de tenda coberta e os diversos expositores em número que ultrapassa a centena.
De 19 a 21 de janeiro, visite a Feira da Pinha e do Pinhão | Saberes e Sabores de Terras de Carregal do Sal.

Autarquia reforça aposta no Pinheiro Manso

Rogério Abrantes, presidente da Câmara, revela a aposta cada vez mais firme nesta espécie : “agora é a altura ideal para haver uma alteração no tipo de floresta do concelho. Por isso, a autarquia vai manter a aposta no regresso do pinheiro manso, visto que a região é propícia à sua plantação”.

“Se não se fizer agora, não teremos outra oportunidade. Se calhar, só daqui a sete ou oito anos, quando voltar a arder tudo”, frisou.

O pinheiro manso, referiu, “é tão ou mais apetecível do que o eucalipto e dá maior rentabilidade, mas as pessoas ainda não acreditam nisso”.

A partir de agora, acrescentou, o município vai também passar a dar “outro tipo de árvores, como os carvalhos”.

Rogério Abrantes sublinhou que, só no ano passado, os viveiristas locais venderam mais de 20 mil pinheiros mansos, acreditando que a aposta possa ser reforçada também por causa dos incêndios.

“Acredito que mais pessoas poderão optar por esta espécie. A nossa preocupação é retirar as madeiras queimadas e, dentro de pouco tempo, incentivar as pessoas à plantação do pinheiro manso”, realçou.

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