Qbeiras – Os Sistemas Normativos no Setor VITIVINÍCOLA

Decorrente da crescente concorrência, resultante da globalização dos mercados, surge a necessidade de inovação constante em termos de produtos, serviços e processos de fabrico. O papel dos Sistemas de Gestão da Qualidade e Segurança Alimentar é fundamental nestes processos, tendo como objetivo principal a garantia da Segurança Alimentar, controlando os processos de fabrico de uma forma preventiva, através da aplicação de medidas que garantam a eficiência e a eficácia do controlo dos perigos para a saúde dos consumidores.

Esta é uma realidade cada vez mais premente, para a qual os consumidores se mostram cada vez mais atentos, interessados, preocupados e, por isso, exigentes na opção de compra.

Todos esses referenciais requerem como mínimo, a conformidade com a metodologia HACCP englobada no cumprimento integral da legislação em vigor, acrescendo o cumprimento dos requisitos do cliente, explícitos e implícitos e, a promoção da melhoria contínua das organizações que os implementam.

Qualquer organização que opere na área alimentar, pode confirmar o cumprimento dos requisitos acima descritos através da certificação do seu sistema de gestão/produto/processo/serviço da segurança alimentar por um organismo certificador competente e idóneo, após implementação dos seguintes referenciais:

• International Featured Standard (IFS) – Referencial para auditorias de produtos alimentares de marca de retalhistas e grossistas, proposta por um grupo de associações de distribuidores alemães;

• Referencial Global para a Segurança Alimentar pelo British Retail Consortium – BRC;

• NP EN ISO 22000 publicada pelo IPQ no âmbito da sua integração na International Organization for Standardization – ISO;

Comparação dos referenciais:

Sendo a essência dos referenciais a protecção do consumidor, a sua origem, já se prende com a protecção de mercados pelo que não são obrigatórios na perspectiva legal, mas mandatórios pelos mesmos onde se pretende estar presente.

Temos a NP EN ISO 22000 criada pela comissão técnica de cada país representado na ISO (em que Portugal faz parte, CTA 22) e da responsabilidade dos fabricantes do sector alimentar sem preponderância, no seu reconhecimento, por nenhum país em particular mas de cariz internacional.

A IFS e a BRC foram criados por um grupo de retalhistas respetivamente alemães e do reino unido, tendo como público-alvo os fornecedores do comércio a retalho de forma que evitassem falhas no desenvolvimento, distribuição, informação ou venda de produtos alimentares ao consumidor.

A opção do referencial a implementar deverá assim tender para as exigências do mercado onde a organização atua e/ou determinação do cliente esclarecido, pois em qualquer referencial, há um reconhecimento de garantia de segurança alimentar.

Assim, existe um “tronco” comum para os vários referenciais atrás identificados:

• Implementação de um sistema HACCP;

• Seguem o Codex Alimentarius

• Sistema de gestão da qualidade documentado;

• Controlo nas infraestruturas, produtos, processos e recursos humanos.

Na especificidade:

• A NP EN ISO 22000: abrange a produção primária (vinha, no sector vínico) para quem para além de produzir é fornecido por vinhas próprias e aprofunda o HACCP;

• IFS e BRC mais exigentes nas infrastruturas e podem ter auditorias não anunciadas intercalares às da certificação.

Os referenciais apresentados são os mais comuns no sector dos vinhos embora haja outros como a FSSC 22000.

Vantagens na implementação/ certificação dos referenciais:

• Fabricante/fornecedor:

– Reforça a confiança dos consumidores;

– Diferencia os concorrentes;

– Aumenta a competitividade pela redução dos custos da não qualidade;

– Ferramenta de marketing que possibilita o posicionamento e acesso a novos mercados sobretudo a internacionalização;

– Incrementa a aposta na formação, na inovação e desenvolvimento;

– Evidencia o cumprimento de disposições normativas e legais;

– Aumenta a confiança dos clientes reduzindo as auditorias da responsabilidade destes.

• Consumidor

– Produtos em ótimas condições de higiene;

– Serviços com fiabilidade reconhecida;

– Produtos/Serviços seguros e de elevada qualidade;

– Escolha adequada.

Onde a Qbeiras – Consultoria e Projectos entra e o pode ajudar?

– Na escolha do referencial adequado a aplicar no seu caso;

– Na implementação dos sistemas no estreito cumprimento dos referenciais garantindo-lhes a obtenção da certificação:

– Pela competência dos seus profissionais (decorrente das habilitações literárias (engenheira alimentar nos seus quadros), formações adquiridas ao longo do tempo e a já vasta experiência profissional;

– Pelo saber fazer no envolvimento e empenhamento de todos os elementos da organização no cumprimento de boas práticas de desempenho;

– Pelo parceiro ao dispor na resposta aos clientes e à cada vez maior exigência de mercados.

– Certificada para a Formação (DGERT) logótipo realiza ações customizadas às necessidades dos clientes

No sector vínico apresentamos ao lado os clientes mais representativos da Qbeiras – Consultoria e Projectos e os trabalhos com eles realizados por ordem cronológica e cujo contributo para o crescimento da nossa empresa muito agradecemos. Prestamos-lhe a devida homenagem pela excelente e reconhecida qualidade dos seus produtos:

O que os clientes dizem de nós:

“Trabalho descomplicado, preciso e eficaz….”

“Uma equipa de profissionais competentes, eficazes e dinâmicos”

Necessita de esclarecimentos, quer ser nosso parceiro e/ou pretende saber mais do nosso trabalho:

Descubra o que fazemos mais através do n/site: http://consultoria.qbeiras.pt/ e não hesite em contacte-nos: geral@qbeiras.pt. Faça-nos uma visita na zona industrial de Nelas onde nos encontramos juntos com a Qbeiras-Energia nas suas aprazíveis instalações.

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