“As 10 falácias de Borges da Silva”. Parte III primeira falácia

Redução da Dívida: De Mentira em Mentira, até ao Logro Final

Como se sabe, os números não são o forte de Borges da Silva: engana-se com frequência nos números que propala. Engana-se nos números de postos de trabalho criados, POR TERCEIROS, chamando para si mérito dos outros, engana-se no número de visitantes em eventos municipais, permitindo mesmo a vergonha de instituições que nos visitam fazerem esclarecimentos a desmentir os “seus” números. Engana-se nos números da Dívida.

“Reduzimos a Dívida em 5 milhões de Euros”. MENTIRA!

Da análise ao quadro a seguir constatamos que a dívida efetiva da Autarquia no final de 2013 era de cerca de 13.8 milhões de euros, pois existia um saldo de 1 milhão de euros.

Em vez de amortizar dívida, utilizou este dinheiro para fazer um depósito a prazo, que gastou não se sabe bem onde…

Assim sendo a amortização foi de 2,9 milhões de euros, cerca de 20% e não de 35% como é propagandeado.

RELEMBRAMOS que neste mandato, derivado ao PAEL, Borges da Silva teve mais de 7.5 milhões de euros de receita liquida:

(3,5 milhões de euros a mais de IMI e pagou menos 4 milhões de euros em vencimentos e salários)

A VERDADE é que Borges da Silva apenas fez o que qualquer Munícipe faria: amortizar o valor obrigatório dos empréstimos, de acordo com o que era expectável e obrigatório no início de mandato. De “brilhante” gestor isto não tem nada. Se assim fosse, quantos de nós o seriamos quando amortizamos mensalmente, por exemplo, o empréstimo bancário contraído para construir ou adquirir uma habitação (ou outro bem), e com muito menos recursos.

Vejamos a evolução da dívida:

ANO

DÍVIDA FORNECEDORES

DÍVIDA       BANCOS

TOTAL DA DÍVIDA

VARIAÇÃO

   Nos anos 2014 e 2015 foi efetuada uma amortização extraordinária e obrigatória de 450 mil euros/ano.

Durante o mandato, Borges da Silva tem arranjado várias desculpas para justificar as promessas não cumpridas e ausência total de apoio às Freguesias, sendo uma delas o endividamento da Autarquia. Como se comprovou, mais uma vez: FALTA À VERDADE!

Também se constata o aumento da dÍvida a fornecedores, mais de 250 mil euros desde o início do ano, contrariando o que Borges da Silva propagandeia, dizendo que o prazo de pagamento a fornecedores continua abaixo dos 90 dias. Agora, no seu opúsculo de inverdades, ainda mais indescritível a mentira, falando em 17 dias

O autointitulado “Ronaldo” da política local conseguiu a proeza de desperdiçar 5 MILHÕES DE EUROS NA REDUÇÃO DA DÍVIDA, COMO ESTAVA PREVISTO NO PROJETO DE ISAURA PEDRO PARA 2013-2017.

Para o efeito, relembramos que o ano com maior liquidação ao PAEL foi em 2013 (470 mil euros) e que a consolidação de contas e amortização da dívida começou com Isaura Pedro.

Com plena consciência do muito que foi feito, e naturalmente do muito que fica sempre por fazer. Particularmente o tempo de diminuir significativamente a dívida contraída em nome de um bem maior. E era esse o maior desígnio de Isaura Pedro para 2013-2017.

E HOJE, COM EQUIPA RENOVADA, MANTÉM-SE!

O investimento realizado era absolutamente necessário ser feito em todas as Freguesias no intuito maior do desenvolvimento integrado do nosso Concelho e do bem-estar das nossas populações. Não era possível, nem justo, protelar mais a implementação das políticas sociais e de proximidade para com os nossos conterrâneos.

A despesa feita estava a ser devidamente consolidada, apesar da conjuntura nacional e internacional adversa, num contexto de profunda crise financeira que culminou com o período de ajustamento implementado pela troika. As transferências do governo central sofreram cortes entre 2010 e 2013. Em 2017 a Câmara Municipal de Nelas recebe de transferências do governo mais 300 mil euros do que em 2013.

Por tudo o exposto, se vê que Borges da Silva e Sofia Relvas de bons gestores não têm nada. E era tão simples rasgarem o PAEL como foi seu compromisso e por muitas vezes o propagandeou, bastava seguir o rumo com a amortização realizada com o PAEL em 2013 para o mesmo estar liquidado pouco depois da primeira metade do atual mandato, em vez de suspenso e demagógica e irresponsavelmente protelado.

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