Lusovini apresenta o seu plano de expansão e investimentos na presença do Secretário de Estado da Agricultura

O novo centro logístico da Lusovini Vinhos de Portugal deverá ficar concluído em 2018 e terá capacidade para expedir mil paletes de vinho, a capacidade de armazenamento que a empresa sedeada no concelho de Nelas acredita ser capaz de dar resposta a pedidos cada vez mais “just in time” e sustentar ainda um crescimento anual de dois milhões de garrafas, dados em linha com as projecções do Ministério da Agricultura para o crescimento da fileira vinica.A primeira pedra foi lançado na passada Sexta Feira, num evento que contou com a presença do Secretário de Estado da Agricultura, Luís Vieira, e edil de Nelas, Borges da Silva.

A Lusovini Vinhos de Portugal, a nova marca corporativa da empresa que com este investimento de 4,5 milhões de euros vai criar ainda uma cave para espumantes e vinhos tranquilos, quer crescer na frente externa e pretende melhorar os rácios de eficácia, duplicando a actividade sem reforços de novas contratações, avançou o anfitrião do evento, o Administrador da empresa, Casimiro Gomes.

Depois dos investimentos na recuperação da antiga adega cooperativa a Lusovini promete “continuar a pensar a médio e longo prazo” e antes da vindima de 2018 terá o investimento realizado e ficará com capacidade para expedir mil paletes de vinho, suportando vendas de 7,5 milhões de euros, 70% das quais no mercado externo.

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Com este investimento, a Lusovini “passará a ter mais vinho em cave acabado ou semiacabado, neste caso faltando apenas a sua rotulagem, o que permitirá dar resposta imediata ao cliente, com eficiência e qualidade”.Este grupo vinícola de Nelas produz 25 marcas, num total de 96 referências, e representa mais 16 marcas, que correspondem a 35 referências.

Uma resposta ao mercado que continua a crescer, destaca o Ministério da Agricultura que salienta que “o sector vitivinícola mantém a dinâmica de crescimento nas exportações, tendo registado entre Janeiro e Maio um aumento de 8,1% em termos homólogos”. Os dados do Governo mostram ainda a recuperação do mercado extra-comunitário, abalado pela crise angolana, que registou um crescimento de 22,4% no mesmo período, face ao período homólogo”.

Amadeu Araújo