Grande Prémio do Dão em Ciclismo : Um grande fiasco

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A Autarquia de Nelas apoiou a prova, com a realização da primeira etapa, ontem, no concelho “Coração do Dão”. Segunda etapa foi anulada

A segunda etapa do Grande Prémio do Dão foi anulada, devido a problemas que ocorreram da transição da responsabilidade de policiamento da GNR para a PSP, à entrada no circuito urbano de Viseu.

Aos problemas de segurança juntaram-se também um engano no percurso, levando os ciclistas a parar antes de cruzarem a meta pela última vez.

Na sequência destes factos, a organização, em conjunto com o colégio de comissários, decidiu anular a segunda e última etapa da competição.

Em comunicado, a Direção da Federação Portuguesa de Ciclismo vai aguardar pelo relatório do Presidente do Colégio de Comissários, decidindo posteriormente as medidas a tomar relativamente à homologação dos resultados da corrida, ao desfecho da Taça de Portugal e a outras ações que entenda convenientes e adequadas a este caso e à prevenção de futuras situações semelhantes.

Estes acontecimentos afetos à etapa em Viseu, já mereceram fortes críticas nas redes sociais, em particular no Facebook.

Fonte : AliveFM

8 comentários a "Grande Prémio do Dão em Ciclismo : Um grande fiasco"

  1. Ana Paula | 14 Maio, 2017 às 18:28 |

    Teve razão o dr João Azevedo em subsidiar este ano. E também sabemos de fonte segura que o dr Marques, se for presidente da câmara não subsidiará. Em contrapartida promete uma grande feira de ovinicultura

  2. Desportista | 14 Maio, 2017 às 21:04 |

    A parte da propaganda politica era dispensada….

  3. Luís Cunha | 15 Maio, 2017 às 08:41 |

    Cara senhora, claramente não percebeu nada da gravidade da situação. Não se trata de se escolher e valorizar politicamente uma exposição de ovelhas, numa terra onde o vinho é rei(!!!), em detrimento de uma prova de ciclismo ao mais alto nível em Portugal. O cerne da questão ultrapassa de forma absolutamente séria o problema da sua defendida exposiçãozita de simpáticas ovelhinhas. É o interesse da segurança nacional que está em causa. O que se passou ontem em Viseu é o resultado das questiúnculas entre GNR/PSP, sobre as suas quintas e que coloca em causa a segurança dos cidadãos. O que aconteceu ontem, numa prova desportiva, tem acontecido muito provavelmente noutros campos das competências daquelas forças de segurança, nomeadamente na criminal, só que sem conhecimento público. Portanto, em vez de se estar a discutir se o dinheiro público é “politicamente” mais bem empregue numa exposição local de ovelhas ou numa prova de ciclismo de nível nacional, devíamos estar a discutir se o país deve ou não ter estas duas forças de segurança em simultâneo e com as mesmas competências ou se devemos acabar com elas, juntar o seu efetivo e os seus meios, criando uma nova força de segurança única a nível nacional, acabando de uma vez por todas com estas guerrinhas que em nada servem o interesse do país e dos seus cidadãos, como aqui ficou claramente demonstrado.

    • Ana Paula | 15 Maio, 2017 às 17:14 |

      Senhor de cunha…fala bem mas não me alegra… É puro amadorismo por parte da organização. Amadores que anda o surrupiar subsídios a câmaras de parolos

      • Luís Cunha | 17 Maio, 2017 às 09:00 |

        Senhora Ana Paula, não sou de Viseu, nem sequer de perto desse distrito (embora tenha amigos dessa região). Desconheço por completo as intrigas “palacianas” que por aí possam ocorrer, bem como eventuais tricas “politiqueiras”, especialmente face à proximidade das eleições autárquicas, situação que em nada serve o interesse público, apenas interesses particulares ou corporativos, tanto daqueles que colocam a hipótese dos seus “tachos” se perderem, como dos outros que vem a possibilidade deles se virem a servir.
        Não sei se a senhora está ou não em alguma destas situações, nem interessa para o caso.

        O que lhe posso dizer é o seguinte:

        Como visitante vejo na cidade de Viseu uma cidade extremamente agradável, donde se depreende a existência duma certa qualidade de vida para os seus habitantes.
        É claramente uma cidade bonita, com história e relativamente bem cuidada.
        Mas o que me levou a essa cidade não foram esses predicados, foi exatamente o ciclismo.
        O vinho comprava-o num qualquer supermercado ou loja de bairro e a obra de Grão Vasco já a conhecia.
        Portanto, pelo menos no momento, nada de especial me levava a fazer centenas de kms para ir a essa região e especificamente a essa cidade, se não fosse uma prova de ciclismo do mais alto nível.
        Como eu, com toda a certeza, muitas outras pessoas.
        E isto tudo só para dizer que considero que são, se não completamente injustas, pelo menos muito injustas, as acusações que a senhora faz à organização (pessoas que não conheço), que se depararam com toda a certeza com gigantescas dificuldades para conseguirem promover um evento desta envergadura e que servia para promover a região a nível nacional.
        Diga-se em sua defesa que a notícia que está na base da opinião da senhora é muito redutora na sua informação.
        Eu sei que foi baseada no comunicado da Federação Portuguesa de Ciclismo e que resume o assunto a problemas na passagem do policiamento entre a GNR e a PSP.
        No entanto, o que verdadeiramente se passou, porque eu estava lá e vi, foi que os ciclistas, fruto do péssimo policiamento organizado dentro da cidade de Viseu, da responsabilidade da PSP, que colocou em sério risco a integridade física dos ciclistas e adulterou a verdade desportiva, decidiram chegar à meta e não a cruzar, como forma de protesto.
        Sem ciclistas a cruzar a meta, não houve outra alternativa que não fosse a de anular a prova.
        Sobre isto a organização nada podia fazer.
        O policiamento, bem ou mau feito, não é da responsabilidade da organização, mas sim das respetivas forças de segurança.
        Aliás, nenhuma das forças de segurança aceita interferências externas nessa matéria e muito bem, diga-se.
        Quanto aos subsídios das câmaras, que são dinheiros exclusivamente públicos, são tão legitimamente aplicáveis no patrocínio dum eventos destes, como de quaisquer outros que sirvam para promover a região.
        Agora, o que me custa a compreender é que alguém, duma determinada cidade/região, fique feliz por verificar que um evento promocional da sua terra foi um fiasco de nível nacional, com repercussões ainda não totalmente avaliadas.

        • Ana Paula | 21 Maio, 2017 às 23:31 |

          O senhor Luís Cunha deve ser daqueles Chicos espertos de Lisboa que sabe vir enganar os parolos das Beiras. Mais uma vez se prova que o Dr João Azevedo vê mais sozinho que os presidentes Nelas Penalva e Viseu

          • Luís Cunha | 22 Maio, 2017 às 08:45 |

            Srª. Ana Paula, pensei seriamente não lhe responder, para não correr riscos desnecessários de grosseria. Mas não quero deixar dúvidas quanto à minha proveniência, sou, orgulhosamente, do distrito de Viana do Castelo.
            Passe bem.

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