“Museu da Existência” da Companhia Amarelo Silvestre sobe hoje ao palco do Convento de São Francisco em Coimbra

O “Museu da Existência” está prestes a voltar a abrir portas: de 9 a 11 de Março (de quinta-feira a sábado), no Convento de São Francisco, em Coimbra, com as seguintes sessões:

Quinta-feira, 9 de Março, às 18h00

Sexta-feira, 10 de Março, às 15h00 e às 21h30

Sábado, 11 de Março, às 16h00

O Museu da Existência já passou por Viseu, Ovar, Sever do Vouga, Guimarães e Torres Novas. Ao passar, ficou memória.

Pela primeira vez na apresentação do “Museu da Existência”, o cenário do espectáculo constituirá ainda uma exposição aberta ao público, que estará no Convento de São Francisco de 12 a 19 de Março, nos seguintes horários:

Domingo a Domingo, entre as 15h00 e as 20h00

 

MUSEU DA EXISTÊNCIA

Um homem, Senhor Melo, decidiu construir um Museu com objectos que as pessoas fazem existir. Objectos com memórias vivas.

O chapéu salva-vida, o pão torrado que alimentou um amor clandestino, a aliança da revolução que acabou com a guerra, a boneca que não se pode partir e tantos outros.

É isso o Museu da Existência.

Os objectos e as histórias são das pessoas que abriram a porta de casa ao Senhor Melo, um pouco por todo o país. Ele falou-lhes do Museu da Existência e elas decidiram fazer parte. Emprestaram e doaram as suas próprias memórias vivas. Os seus objectos.

O futuro dos museus é dentro das nossas casas. Quem o diz é Orhan Pamuk, Prémio Nobel da Literatura 2006, autor do livro Museu da Inocência, que conta a história de Kemal, um homem que construiu um museu de objectos a partir do momento mais feliz da vida dele próprio: o Museu da Inocência, em Istambul, na Turquia. O Senhor Melo conheceu Kemal e decidiu construir o seu próprio museu de objectos, a partir dos momentos mais felizes da vida das pessoas.

É isso o Museu da Existência. Uma casa.

Em Coimbra, a colecção do Museu da Existência inclui também objectos emprestados de pessoas do município.

Ficha Artística e Técnica Museu da Existência

Direcção artística Fernando Giestas e Rafaela Santos

Dramaturgia Fernando Giestas

Encenação Rafaela Santos

Interpretação Ricardo Correia

Cocriação e interpretação Viseu, Ovar, Sever do Vouga e Guimarães João Melo

Conceção plástica, cenografia e figurinos Ana Seia de Matos

Conceção plástica digressão e Fotografia Carolina Reis

Concepção e design dispositivo cénico Henrique Ralheta

Desenho de luz Jorge Ribeiro

Apoio espaço sonoro Ana Bento

Design gráfico Luís Belo

Registo e edição vídeo Tomás Pereira

Consultoria museológica Susana Medina

Produção executiva Paula Trepado e Susana Rocha

Criação Amarelo Silvestre

Coprodução Amarelo Silvestre, Teatro Viriato, Centro Cultural Vila Flor

Projecto cofinanciado pela Direcção-Geral das Artes (Apoio Pontual 2015)

Parceria As Casas do Visconde

Apoio Câmara Municipal de Nelas, Lusofinsa, Borgstena, Patinter

 

Agradecimentos Chapelaria Confiança, Sapataria Custódio Domingos, Ourivesaria Lifon e Relojoaria Suíça (Viseu), Ourivesaria Joyarte, A Velocipédica, Ernesto Augusto dos Santos e Residencial Rossio (Canas de Senhorim); a todos os que contribuíram para este projecto, com histórias e objectos