Acordão dá razão a Luís Figueiredo e defende direitos dos jornalistas

Luís Figueiredo, jornalista com carteira profissional, foi impedido de captar som e imagens, na Assembleia de Freguesia de Molelos, para desenvolver os seu trabalho como diretor do jornal AUGACIAR, tendo sido inclusive detido pela GNR, por alegadamente estar a “perturbar os trabalhos”. O caso remonta a Dezembro de 2015 e desde então o jornalista tem travado uma luta pelos seus direitos, com diversos pareceres favoráveis. Luís Figueiredo vê agora o Tribunal Central Administrativo Norte, para onde recorreu de decisões anteriores desfavoráveis, dar-lhe razão de forma inequívoca. O acordão produzido é claro : “a instalação do aparelho de recolha e gravação de som e imagem no local onde se iria realizar a Assembleia de Freguesia, tinha por objetivo a recolha precisa da discussão e deliberações que iriam ocorrer … tinha então razões válidas e o direito de o fazer”.

A decisão refere ainda que a liberdade de imprensa está ACIMA DE QUALQUER REGIMENTO. 

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