Cancelamento de Girabolhos. Aprovado o acordo com mais obras para Senhorim

Foi hoje ratificado em reunião de Câmara o acordo das compensações pela não construção da Barragem de Girabolhos, assinado pelo Presidente da Câmara, em 30 de Junho passado, com a Endesa.

O acordo foi aprovado por unanimidade,tendo o seu anexo sido reajustado, a pedido do Presidente da Junta de Freguesia de Senhorim, de forma a reforçar as verbas para a freguesia, com a inclusão de mais duas obras, com custo estimado de 200 mil euros, mais concretamente as pavimentações da estrada Vila Ruiva/ São João do Monte e a Rua dos Barreiros em Vila Ruiva, montante que vai implicar um ajustamento financeiro do montante previsto para as outras obras, e ainda com expectativa de um aumento do valor das comparticipações, envolvendo o valor do IVA e cumprimento da DIA (declaração de impacto ambiental), aumento esse que poderá vir a permitir a execução de outras obras, a consensualizar posteriormente, incluindo investimentos em sedes de associações. O anexo reformulado registou apenas a abstenção do Vereador do CDS/PP,Manuel Marques, que a justificou  “por entender que algumas das obras constantes no anexo, terem sido objeto de candidatura a Fundos Comunitários, o que poderá entender-se como uma obtenção ilegal de Fundos.Acresce ainda não ter havido uma distribuição equitativa por todas as populações do concelho”.

Lembramos que a compensação assegurada para já é de 1,5 milhões de euros, podendo chegar a 2 milhões, como avançou Borges da Silva, aquando da assinatura do protocolo, a que acrescerá a possibilidade de acesso a fundos comunitários, no montante de mais 1,5 milhões de euros, por via do programa POSEUR.

As obras, a cargo da Endesa, deverão ser iniciadas em breve e estar concluídas até ao final de 2017.

Um comentário em “Cancelamento de Girabolhos. Aprovado o acordo com mais obras para Senhorim”

  1. Boa noite

    A minha abstenção apenas e tão só se verificou, por entender que algumas das obras constantes no anexo, terem sido objeto de candidatura a Fundos Comunitários e poderá entender-se uma obtenção ilegal de Fundos.
    Acresce ainda, não ter havido uma distribuição equitativa por todas as populações do concelho.
    O vereador do CDS/PP
    Manuel Marques

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