Paulo Mendes toma posse na presidência da Escola Superior de Tecnologia e Gestão

O presidente do Instituto Politécnico de Viseu (IPV), engenheiro Fernando Sebastião, conferiu posse ao presidente reeleito da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Viseu (ESTGV), engenheiro Paulo Miguel Ferreira de Castro Mendes, em cerimónia solene realizada no dia 20 de novembro, na sala do Conselho Geral dos Serviços Centrais do IPV.
O ato público surge no seguimento da eleição ocorrida em 27 de outubro último no seio da Assembleia de Representantes da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Viseu, e do despacho de homologação de 16 de novembro proferido pelo presidente do Politécnico de Viseu.
A cerimónia de tomada de posse, que mandata o engenheiro Paulo Mendes, professor adjunto da ESTGV, para o exercício de gestão para o quadriénio 2015/2019, contou com a presença de inúmeros representantes da comunidade académica da instituição: vice-presidentes e administrador do Instituto, presidentes e representantes dos diversos órgãos de gestão das escolas superiores, membros do Conselho Geral, docentes e funcionários.
Após ter dado posse ao presidente da ESTGV, o presidente do Instituto Politécnico de Viseu empossou ainda os novos vice-presidentes da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Viseu: professores João Manuel Vinhas Marques e António Ventura Gouveia, ambos professores adjuntos desta escola superior do IPV. 
A tomada de posse surge no seguimento do despacho de nomeação do presidente da ESTGV do dia 20 do corrente mês, sendo homologado pelo presidente do IPV na mesma data. Os dois vice-presidentes transitam da equipa da presidência do mandato anterior, que desta forma mantém a mesma composição.
No seu discurso de posse, o engenheiro Paulo Mendes começou por agradecer “a presença de todos os que se associaram a esta cerimónia”, estendendo o agradecimento “aos docentes e não docentes da ESTGV pela dedicada colaboração no mandato que findou, mas também ao IPV e aos Serviços Centrais por todo o apoio concedido. Foi esta estreita e constante colaboração que permitiu que conseguíssemos alcançar os objetivos aos quais nos propusemos ”. O trabalho desenvolvido pela equipa que liderou, em especial o realizado pelos seus vice-presidentes, foi também alvo de sentidos encómios. 
A conjuntura atual e a conclusão de alguns projetos que quer ver implementados são algumas das razões que o levaram à recandidatura para um novo ciclo de gestão. Para os próximos quatro anos do mandato, o reeleito presidente pretende “continuar a trilhar o mesmo rumo da excelência”, contando para o efeito com “a experiência e a capacidade de trabalho da mesma equipa diretiva e de toda a comunidade académica da ESTGV”.
O presidente do IPV, por seu lado, começou por revelar a particular satisfação em conferir posse a “uma equipa que realizou um trabalho de reconhecida qualidade”. A cooperação institucional foi outro destaque na sua alocução “a existência de uma colaboração cada vez maior entre as diversas unidades orgânicas é motivo de grande regozijo e orgulho para toda a comunidade do Instituto. A unidade entre todos é o que nos dá força lá fora, permitindo dessa forma que se consolide e reforce a boa imagem que o IPV tem a nível local e nacional”.
O engenheiro Fernando Sebastião concluiu a sua intervenção formulando “votos dos maiores sucessos ao engenheiro Paulo Mendes e à sua equipa para o exercício de gestão para o qual foram mandatados”.
O presidente da ESTGV, reeleito para um segundo mandato (2015/2019), é professor adjunto de nomeação definitiva desta escola superior do IPV, do Departamento de Engenharia Civil, tendo ainda exercido durante três mandatos o cargo de vice-presidente do seu Conselho Diretivo (desde a sua constituição, em dezembro de 1995, até julho de 2005), liderado então pelo engenheiro Fernando Sebastião, atual presidente do IPV. Natural de Castelões, Vale de Cambra, com 51 anos, o engenheiro Paulo Mendes concluiu a sua licenciatura em Engenharia Civil e o mestrado em Construções de Edifícios na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.
Em traços gerais, as linhas de ação que vão nortear a gestão deste mandato radicam na necessidade de estabilizar o corpo docente. A formação dos recursos humanos, nomeadamente a qualificação do corpo docente, vai continuar a ser uma matéria primordial.
Paralelamente, a presidência eleita da ESTGV pretende reforçar a criação de um conjunto alargado de novas formações, mormente os Cursos Técnicos Superiores Profissionais (CTeSP). Potenciar estes cursos e estabelecer a rede de ensino com as escolas secundárias e profissionais da região é um dos grandes objetivos do programa. Outra das grandes prioridades consiste em estabilizar as ofertas de primeiro ciclo, de forma a garantir uma oferta consentânea e diversificada de acordo com as necessidades da região. A criação de novas formações conferentes de grau deve ser bem fundamentada e acompanhada da viabilidade económica necessária à sua concretização.
Face ao desinvestimento verificado no financiamento das instituições de ensino superior, o programa de ação aponta como forma de ultrapassar esta realidade o recurso a um conjunto alargado de formações breves, não conferentes de grau, que permitam cumprir os desígnios da formação e atualização em serviço de recursos humanos inseridos no mercado de trabalho. Estas formações podem ser realizadas em formato presencial (dirigidas potencialmente a um público regional) ou em formato e-learning ou misto (dirigidas a um público alargado, incluindo países de expressão portuguesa). Neste domínio já existem algumas experiências com resultados excelentes e com know-how que poderá ser utilizado para novas formações.
A investigação constitui um dos parâmetros de afirmação de uma instituição de ensino superior. No caso concreto, a ESTGV pretende potenciar a proliferação de novas linhas de investigação, incentivando a investigação aplicada, de forma a responder às necessidades dos operadores locais, permitindo ainda um acréscimo de receitas próprias.
A prestação de serviços ao exterior vai continuar a ser uma grande aposta, quer como fonte de afirmação da ESTGV, quer como forma de financiamento.
A envolvência/integração da Escola com a comunidade local, que se tem intensificado ao longo destes anos, é outro eixo prioritário consignado nas linhas programáticas para o mandato. A existência de mais de 600 protocolos ativos com entidades e empresas da região permite a colocação de alunos nas formações em contexto de trabalho dos alunos dos CET e CTeSP, e no estágio de algumas formações do primeiro ciclo. De igual modo, pretende-se reforçar as formas de parceria estabelecidas que permitam uma maior interligação Escola-Empresa.
* Artigo redigido ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
Viseu, 20 de outubro de 2015
Joaquim Amaral
Gabinete de Comunicação e Relações Públicas do Instituto Politécnico de Viseu

jamaral@pres.ipv.pt

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