Legislativas, construir o futuro


Quando mais urge ter uma discussão séria sobre o rumo das políticas do país, mais “pó aparece no ar”. 
Entre lista VIP, prisioneiro de Évora e o alinhamento de múltiplos candidatos presidenciais, tudo serve para desviar a atenção do povo das questões fulcrais e fundamentais a discutir e que são a meu entender simples. 
Onde estávamos? Onde estamos? Para onde queremos ir?
Onde estávamos é fácil de qualificar, pois é inegável e reconhecido por todos que estávamos na bancarrota. Mas a desgraça não foi fruto do acaso! Foi fruto de um plano de desenvolvimento balofo assente em políticas despesitas, onde o estado era o centro do desenvolvimento económico e criador de riqueza. Riqueza esta obtida à custa de endividamento em grande escala, onde foram utilizadas todas as ferramentas possíveis e improváveis do ponto de vista da idoneidade democrática e da responsabilidade intergeracional. 
Onde estamos agora é certamente muito mais difícil de qualificar. No meu entender, estamos num período de transição, entre uma política aprisionada pela necessidade extrema de equilibrar a balança financeira e uma fase onde o fôlego do equilíbrio das contas públicas, começa a permitir consubstanciar e alargar as políticas no desenvolvimento de um plano de crescimento que ser quer sustentável e repartido. 
De forma mais resumida e populista, podemos dizer que o estado deixou de ter “os bolsos rotos” e está agora com “alguns trocos no bolso”. Terá de os governar de forma sábia para criar mais riqueza e melhorar a vida de todos os Portugueses.
Para onde queremos ir também é fácil de qualificar, pois é unânime que todos queremos melhorar a nossa qualidade de vida, aproximarmo-nos das condições socioeconómicas dos países nórdicos. 
Sabemos que o País se levantou, fruto do esforço de todos os Portugueses e de uma liderança capaz de traçar e cumprir objetivos. Mas agora que estamos de pé, temos mais do que nunca, de saber caminhar em conjunto no rumo certo, sobre orientação de uma liderança responsável, com uma visão de futuro e perseverante no cumprimento dos seus compromissos.
É esta a escolha que se impõe que os Portugueses façam de forma inequívoca nas eleições legislativas de Outubro.
Daniel Marialva – Presidente da Comissão Política do PSD Nelas

8 comentários a "Legislativas, construir o futuro"

  1. Bem falado…mas vai aparecer um candidato à câmara muito forte…aguardem. Só ele pode derrotar o B S

  2. este novel presidente PSD/PPD – CDS não foi "presenteado" com o desemprego e a verborreia da liderança responsável, tem a ver com o seu lugar garantido e da respetiva equipa, comigo não se vai safar.

  3. E o vistos "Gold"?, o senhor nada diz? E o Banco de Dias Loureiro? Que estamos nós os contribuintes a pagar! Todos têm telhados de vidro , , não acha?

  4. Olha este deve ser cego.. O Pais levantou-se em que?
    Durante os últimos três anos a economia portuguesa teve cortes na saúde e na educação, contração quer do crédito bancário quer do poder de compra das famílias.
    Perderam-se 400 mil postos de trabalho???
    Aumentou o risco de pobreza.
    Para alem do elevado nível de desemprego os jovens, na sua maioria, saem do sistema de ensino para entrar num circuito de contratações precárias e a baixos salários.
    Há crescimento sem natalidade???
    E a emigração??
    Nos últimos três anos, o desemprego de longa duração ampliou acentuadamente.
    POSITIVO SÓ SE FOR:
    Os juros da divida (facto que não se deve ao governo, claro)

  5. Por onde queremos ir? Só sei que não iremos por ai!

  6. mui relevante, tão sábias palavras, um caso titico de cegueira de militante partidário. LOL

  7. Nem para apanhar as canas depois da festa da vitoria, serve. Até porque não vai haver vitoria.

  8. Meu caro companheiro Daniel Marialva, tenho esperança que o nosso partido faça uma oposição séria ao presidente da câmara, que até à data de hoje, tem navegado em águas serenas.

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