Resultados até ao momento da OPERAÇÃO CENSOS SÉNIOR promovida pela GNR Distrital

A Guarda Nacional Republicana leva a efeito a operação “Censos Sénior 2015”, entre 1 e 30 de Abril, com objetivo de atualizar o registo dos idosos que vivem sozinhos e/ou em locais isolados sua ZA, informando as entidades competentes das situações de potencial perigo, sensibilizando a população idosa para a segurança e desta forma reduzir o risco de se tornarem vítimas de crimes e divulgar o “Programa Residência Segura”.
A Guarda Nacional Republicana tem sinalizados na base de dados 33.963 idosos, o Comando Territorial de Viseu, em termos nacionais, foi o que referenciou mais idosos a viverem sozinhos e/ou isolados.
No Distrito de Viseu, estão referenciados 3.745 idosos (mais 10 do que em 2013), com idade média de 78 anos. Dos idosos referenciados, 66% são mulheres e 25% já recebem algum tipo de apoio das instituições locais ou da própria família.
Dos dados recolhidos, 2.588 idosos vivem sozinhos, 235 vivem isolados, tendo ainda sido identificados 122 idosos que vivem sozinhos e isolados. Dos idosos a viverem sozinhos e isolados, 69% são mulheres, 54% dos idosos não possuem telefone e a idade média dos idosos é 78 anos.
No Distrito foram sinalizados 4 idosos que necessitam de acompanhamento por parte das instituições locais.
Em termos de distribuição por concelhos:
·         Moimenta da Beira (417), Vila Nova de Paiva (239) e São João da Pesqueira (226), são os concelhos onde foram referenciados mais idosos a viverem sozinhos;
·         Cinfães (31), Lamego (26) e São Pedro do Sul (23), são os concelhos onde foram referenciados mais idosos a viverem isolados;
·         São Pedro do Sul (18), Cinfães (13) e Mangualde (11), são os concelhos onde foram referenciados mais idosos a viverem sozinhos e isolados;
Relativamente ao programa “Residência Segura”, aderiram ao mesmo 1.488 idosos.
As Seções de Programas Especiais do Comando Territorial de Viseu, face aos dados recolhidos, vai continuar a desenvolver o programa Idosos em Segurança e a comunicar às instituições locais as situações que julguem ser prioritárias em termos de intervenção social.

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