RETIFICAÇÃO : Por lapso no artigo “O passivo ambiental da Borgstena” foi erradamente indicado o número atual de trabalhadores …

…  são cerca de 400 e não 200 , de acordo com uma infomação que nos foi prestada hoje pelo Presidente da Câmara Municipal de Nelas.

15 comentários em “RETIFICAÇÃO : Por lapso no artigo “O passivo ambiental da Borgstena” foi erradamente indicado o número atual de trabalhadores …”

    1. De quinze dias e a empresas de trabalho temporario e durante meses a fio,há colegas há mais de um ano nesta triste situação.

    1. O tempo em que ele devia fazer algo por essa empresa já acabou, deixou de ser avençado em finais de 2013!

  1. A empresa é Sueca, na Suéssia não poluem como aqui em Portugal!

    Mal se fala em poluição, lá vem a aameaça dos despedimentos…

    1. Ses patroes Suecos soubessem o que o Machado fazao meio ambiente em Nelas,já há muito o tinham despedido

    2. Os Suecos são muito democráticos e ambientalistas na Suécia, fora da Suécia são piores do que os outros países!

  2. NÃO ERROU senhor jornalista, efectivamente são 200, porque os tais outros 200 são da empresa de trabalho temporário e precário a ADDECCO.

  3. Somos um País de invejosos. Nunca falei com o senhor Machado, Não temos nenhum tipo de amizade, mas uma coisa é certa. Tem uma empresa em funcionamento. O Concelho e as pessoas do Concelho devem-lhe muito. Infelizmente em Portugal não só não se reconhecem méritos como ainda se puxa tudo para baixo

    Ao ver com regularidade os comentários aqui feitos constata-se que anda por aqui alguem cuja motivação é malhar em tudo aquilo que se faz de bem no Concelho.

    Nada está bem. Tudo está mal. È branco devia ser preto. É preto devia ser branco.

  4. POLUIÇÃO DA RIBEIRA DA PANTANHA
    Desde há muito, se tem falado na poluição desta prestigiada unidade industrial, que segundo o Presidente de Câmara, de seu nome Borges da Silva, é o maior empregador do concelho.
    Não se sabe muito bem, porque se põe este presidente em "bicos de pés" quando fala na Borgstena, atendendo que, não é do conhecimento público qualquer feiro seu, quer de índole pessoal quer de índole autárquico.
    A AZU, na pessoa do senhor ambientalista António Cândido Minhoto, sempre se manifestou contra a poluição da Ribeira da Pantanha, ribeira que atravessa a povoação e termas das Caldas da Felgueira, convenhamos que a sua luta ultimamente diminui substancialmente a sua intensidade!
    Também se compreende! o poder autárquico instalado é outro e as eleições para esse poder autárquico ainda são longínquas, no ano de 2017.
    Afinal o que se tem passado com este foco poluidor?
    No executivo liderado por Isaura Pedro, enquanto se não conseguiu solucionar o problema de uma forma tripartida: CMN, Borgstena e EDM, construíram um coletor com mais de um quilómetro, em que os efluentes passavam por uns poços absorventes.
    Nessa mesma data a AZU e o atual presidente de Camara, ainda candidato a candidato do Partido Socialista, crucificaram os políticos de então.
    Com a vitória nas eleições e por outros interesses que não vale a pena aqui trazer à liça, vai daí, Borges da Silva, sem qualquer estudo prévio ou autorização ambiental, liga os efluentes da fábrica à 2.ª ETAR de Nelas, gastando mais de 40.000 contos do erário público, sem qualquer efeito pratico e proibido pela legislação ambiental.
    Em alternativa, voltar tudo à estaca zero, continuar a solução do anterior executivo, e os efluentes da Borgstena, voltam à RIBEIRA DA PANTANHA, de uma forma direta e sem qualquer decantação da matéria orgânica nos Poços absorventes.
    Foi este o excelente e meritório trabalho de Borges da Silva na despoluição da Ribeira da Pantanha, ex libris da Povoação das Caldas da Felgueira.
    Um Munícipe atento

  5. Et Voila….- Tratar das questões ambientais, em particular no acompanhamento da intervenção no passivo ambiental das Minas da Urgeiriça, na despoluição da Ribeira da Pantanha e do Rio Castelo. Têm que acabar os esgotos a céu aberto, a falta do regular funcionamento das ETAR’s e a falta de saneamento garantido a muitas populações. – Impõe-se também o apoio urgente à reflorestação do Concelho bem como a promoção de projectos agrícolas.
    – É preciso potenciar as virtualidades dos rios Mondego e Dão e dar-lhes a importância ambiental, termal e turística que verdadeiramente têm. Urge conciliar esforços a montante dos rios, em particular do Rio Mondego, junto das Câmaras de Mangualde, Fornos, Celorico e Gouveia para uma acção concertada de despoluição. Só assim faz sentido pensar em praias fluviais, parques de campismo ou caminhos pedestres,
    – Vamos promover uma cultura de educação ambiental, nomeadamente aproveitando e valorizando o espaço da Quinta da Cerca, local em que estão investidos nos últimos 15 anos mais de 3 milhões de euros sem a devida utilização e retorno das estruturas criadas.
    Dê também o seu contributo.
    Para um Futuro com Confiança!
    José Borges da Silva (Candidato Independente PS)

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