RETIFICAÇÃO : Por lapso no artigo “O passivo ambiental da Borgstena” foi erradamente indicado o número atual de trabalhadores …

…  são cerca de 400 e não 200 , de acordo com uma infomação que nos foi prestada hoje pelo Presidente da Câmara Municipal de Nelas.

15 comentários a "RETIFICAÇÃO : Por lapso no artigo “O passivo ambiental da Borgstena” foi erradamente indicado o número atual de trabalhadores …"

  1. E também o informou que mais de metade são precários com contratos quinzenais?

    • De quinze dias e a empresas de trabalho temporario e durante meses a fio,há colegas há mais de um ano nesta triste situação.

  2. O que já fez Borges da Silva pela Borgstena?

  3. IMPORTANTE: não esquecer a difícil relação com a matemática do dr. Borges da Silva…

  4. A empresa é Sueca, na Suéssia não poluem como aqui em Portugal!

    Mal se fala em poluição, lá vem a aameaça dos despedimentos…

    • Ses patroes Suecos soubessem o que o Machado fazao meio ambiente em Nelas,já há muito o tinham despedido

    • Os Suecos são muito democráticos e ambientalistas na Suécia, fora da Suécia são piores do que os outros países!

  5. Transferiu-se a avença para alguem

  6. NÃO ERROU senhor jornalista, efectivamente são 200, porque os tais outros 200 são da empresa de trabalho temporário e precário a ADDECCO.

  7. Somos um País de invejosos. Nunca falei com o senhor Machado, Não temos nenhum tipo de amizade, mas uma coisa é certa. Tem uma empresa em funcionamento. O Concelho e as pessoas do Concelho devem-lhe muito. Infelizmente em Portugal não só não se reconhecem méritos como ainda se puxa tudo para baixo

    Ao ver com regularidade os comentários aqui feitos constata-se que anda por aqui alguem cuja motivação é malhar em tudo aquilo que se faz de bem no Concelho.

    Nada está bem. Tudo está mal. È branco devia ser preto. É preto devia ser branco.

  8. POLUIÇÃO DA RIBEIRA DA PANTANHA
    Desde há muito, se tem falado na poluição desta prestigiada unidade industrial, que segundo o Presidente de Câmara, de seu nome Borges da Silva, é o maior empregador do concelho.
    Não se sabe muito bem, porque se põe este presidente em "bicos de pés" quando fala na Borgstena, atendendo que, não é do conhecimento público qualquer feiro seu, quer de índole pessoal quer de índole autárquico.
    A AZU, na pessoa do senhor ambientalista António Cândido Minhoto, sempre se manifestou contra a poluição da Ribeira da Pantanha, ribeira que atravessa a povoação e termas das Caldas da Felgueira, convenhamos que a sua luta ultimamente diminui substancialmente a sua intensidade!
    Também se compreende! o poder autárquico instalado é outro e as eleições para esse poder autárquico ainda são longínquas, no ano de 2017.
    Afinal o que se tem passado com este foco poluidor?
    No executivo liderado por Isaura Pedro, enquanto se não conseguiu solucionar o problema de uma forma tripartida: CMN, Borgstena e EDM, construíram um coletor com mais de um quilómetro, em que os efluentes passavam por uns poços absorventes.
    Nessa mesma data a AZU e o atual presidente de Camara, ainda candidato a candidato do Partido Socialista, crucificaram os políticos de então.
    Com a vitória nas eleições e por outros interesses que não vale a pena aqui trazer à liça, vai daí, Borges da Silva, sem qualquer estudo prévio ou autorização ambiental, liga os efluentes da fábrica à 2.ª ETAR de Nelas, gastando mais de 40.000 contos do erário público, sem qualquer efeito pratico e proibido pela legislação ambiental.
    Em alternativa, voltar tudo à estaca zero, continuar a solução do anterior executivo, e os efluentes da Borgstena, voltam à RIBEIRA DA PANTANHA, de uma forma direta e sem qualquer decantação da matéria orgânica nos Poços absorventes.
    Foi este o excelente e meritório trabalho de Borges da Silva na despoluição da Ribeira da Pantanha, ex libris da Povoação das Caldas da Felgueira.
    Um Munícipe atento

  9. Et Voila….- Tratar das questões ambientais, em particular no acompanhamento da intervenção no passivo ambiental das Minas da Urgeiriça, na despoluição da Ribeira da Pantanha e do Rio Castelo. Têm que acabar os esgotos a céu aberto, a falta do regular funcionamento das ETAR’s e a falta de saneamento garantido a muitas populações. – Impõe-se também o apoio urgente à reflorestação do Concelho bem como a promoção de projectos agrícolas.
    – É preciso potenciar as virtualidades dos rios Mondego e Dão e dar-lhes a importância ambiental, termal e turística que verdadeiramente têm. Urge conciliar esforços a montante dos rios, em particular do Rio Mondego, junto das Câmaras de Mangualde, Fornos, Celorico e Gouveia para uma acção concertada de despoluição. Só assim faz sentido pensar em praias fluviais, parques de campismo ou caminhos pedestres,
    – Vamos promover uma cultura de educação ambiental, nomeadamente aproveitando e valorizando o espaço da Quinta da Cerca, local em que estão investidos nos últimos 15 anos mais de 3 milhões de euros sem a devida utilização e retorno das estruturas criadas.
    Dê também o seu contributo.
    Para um Futuro com Confiança!
    José Borges da Silva (Candidato Independente PS)

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