Fundação Aristides de Sousa Mendes lembra o consúl herói em homenagem a Charlie Hebdo

“JE SUIS CHARLIE”, tem sido a frase mais ouvida nestes últimos dias a propósito dos
recentes, perturbantes e trágicos acontecimentos em França. Poderemos discutir muita
coisa acerca deste “movimento” em defesa da Liberdade. Haverá, certamente, muita
hipocrisia mas, o essencial é o despertar das consciências para as “sementes de terror”
que brotam de movimentos fundamentalistas, autênticos “viveiros de jovens radicais”
dispostos a matar e a morrer, alimentados por ódios religiosos, económicos e de
desenraizamentos sociais, que devem merecer uma rápida reflexão de todos os
responsáveis políticos europeus. ARISTIDES DE SOUSA MENDES foi o exemplo maior
da tolerância, da não discriminação e da defesa do valor supremo da VIDA. A mensagem
do acto heróico de ARISTIDES DE SOUSA MENDES ganha hoje uma actualidade e uma
importância fundamentais nesta Europa mergulhada numa crise de “valores”, de
“segurança” e de “liberdade”. A “CANETA” de ARISTIDES DE SOUSA MENDES foi o
“caminho” para a “liberdade” e para a “salvação” de milhares de vidas.
Sem olhar a crenças, raças ou estatuto económico-social , a “CANETA” de ARISTIDES DE OUSA
MENDES a todos “SALVOU” indiscriminadamente. Por isso, a CASA DE ARISTIDES DE
SOUSA MENDES, em Cabanas de Viriato, ostenta, desde Sábado passado, dois
pequenos mas significativos “apontamentos” que dizem: “JE SUIS CHARLIE”, “ONTEM
COMO HOJE EM DEFESA DA LIBERDADE….” e “A LIBERDADE NA PONTA DE UMA
CANETA….” 


Luis Fidalgo
Presidente da Fundação Aristides de Sousa Mendes

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