Manuel Marques reafirma que estão criadas as condições para baixar o IMI de imediato e não apenas em 2017

Foi mais uma vez  na sua página pessoal da rede social Facebook, que o Vereador Centrista contestou o diagnóstico feito pelo presidente da Câmara, Borges da Silva, sobre a situação económico financeira da autarquia :
NO ANO DE 2015, IMPÕE-SE QUE SE FALE VERDADE!!
No final do ano de 2014, as populações do nosso concelho, foram brindadas como mais uma noticia carregada de demagogia e inverdades!
Em 2013, o nosso concelho foi “enxameado” que a dívida da nossa Câmara era de 20 milhões de euros.
Em 31 de Dezembro de 2014, os mentores de tal inverdade, reconhecem agora que ela apenas era de 14,3 milhões de euros.
Com pompa e circunstância, noticiam no mesmo dia e no mesmo escrito,escolhendo o final de ano, a sua magnifica gestão dizendo que:
Em 14 meses da atual gestão, a dívida passou para 13,3 milhões.
Refere-se no texto: “segundo dados da fornecidos pela autarquia, entenda-se do executivo, ou seja, menos cerca de 2 milhões”.
Mais uma demagógica inverdade, não é preciso ser-se matemático ou economista para se verificar que a diferença entre 14,3 para 13,3 milhões é tão só e apenas 1 milhão e não como se pretende fazer crer de 2 milhões.
Mas vamos aos números que eu usei na reunião de 10 de setembro de 2014, fundamentando a baixa do IMI.
Dados do ano de 2012, data em que foi assinado o contrato do PAEL, as despesas da Câmara, entre outras, diminuiram:
Redução com os custo da iluminação pública – 165.223,72€;
Redução de despesas com o pessoal ———– 1.020.257,50€;
Redução das despesas de combustível ——– 60.000,00€
Aumento das receitas:
Aumento da receita cobrada do IMI, 900.000,00€ para 2.000.000,00€, mais 1.100.000,00€
Redução da fatura da água ao sistema de Fagilde – 186.218,00€
Assim: Aumento das receitas – 1.286.218,00€
Diminuião de despesas – 1.245581,22€
Por mais que nos queiram pintar a boa gestão do atual executivo, os números falam por si.
Acresce a tudo isto, a falta de obras em todas as freguesias, que em 14 meses não foi feito mais do que ZERO.
Em conclusão: Por isso, mantenho firmemente a minha posição,da qual não abdico, que em vez de festas e festarolas, estão criadas as condições para baixar o IMI, e não, como que se pretende, baixá-lo em 2017, numa medida perfeitamente eleitoralista.
Manuel Marques

2 comentários a "Manuel Marques reafirma que estão criadas as condições para baixar o IMI de imediato e não apenas em 2017"

  1. Só com o aumento das receitas do IMI, dá para pagar o empréstimo do PAEL.
    Assim, deve pagar o empréstimo do PAEL e já se rasgará esse famigerado contrato.

  2. Sendo um crítico do do Dr. Marques, não posso deixar de concordar com ele, de que estão criadas as condições para se baixar o IMI em Nelas.
    O Sr. Presidente, num acto eleitoralista, só o vai fazer quando estiver-mos mais próximo das eleições!!!
    Pergunta: o PSD de Nelas emigrou ou está de férias?

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