Previsão de endividamento bancário da Câmara de Nelas para 31.12.2015 é de 12,6 milhões de euros

Em 31.12.2013, pouco tempo depois da tomada de posse do atual executivo do PS, o valor total do passivo bancário era de 14,5 milhões de euros, ou seja, a previsão do atual executivo liderado por Borges da Silva aponta para 2 milhões de redução, o que vem na sequência da reestruturação financeira que está a ser executada. 

6 comentários a "Previsão de endividamento bancário da Câmara de Nelas para 31.12.2015 é de 12,6 milhões de euros"

  1. Redução dos empréstimos através do nosso IMI

  2. Admitamos que os números estão corretos.
    A reestruturação financeira é não fazer obras! continuar com o parque de máquinas obsoleto! não baixar o IMI! quando este passou de 800.000,00€ para 2.000.000,00€,!quando as despesas com pessoal diminuíram para metade! com os fornecedores das pseudo faturas irregulares a "berrar", com os empreiteiros do concelho e ROCs, sem possibilidades de prestarem serviços para a Câmara Municipal.
    Com a requalificação das ETARS existentes apenas se traduziu numas pinturas etc.
    QUE GRANDE RESTRUTURAÇÂO FINANCEIRA!!!!!!

  3. Rapaziada….o IMI não se pode baixar porque o anterior executivo comprometeu-se com o governo (emprestimo PAEL) …tem que ter as taxas máximas dos impostos!!!! Não há volta a dar! Para andarem a fazer muros aos amigos, empenhou-se os impostos do Concelho por uma boa dezena de anos!

    • não digam isso se não sai mais um comunicado

    • Não é verdade, a taxa do IMI não baixa porque o Borges da Silva não quer abdicar das receitas do IMI, que são de dois milhões de euros. Assim reduz a divida naturalmente—

    • Não baixa porque está comprometida ao governo!
      "as autarquias mais endividadas vão ser obrigadas a subir o imposto municipal sobre imóveis (imi) e a derrama para a taxa máxima caso adiram ao acordo assinado (PAEL), o acordo em causa envolve uma linha de crédito de mil milhões de euros para permitir o pagamento de dívidas a curto prazo das autarquias vencidas em 90 dias, ou seja, tem como objectivo ajudar as câmaras em rotura financeira e que ficam obrigadas a aumentar as receitas

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