Postos de saúde de Santar e Carvalhal Redondo correm sérios riscos de encerrar

Assim como as REPARTIÇÕES de FINANÇAS, CONSERVATÓRIA  e SEGURANÇA SOCIAL em Nelas.

OS DETALHES na edição impressa do seu jornal nas bancas na próxima TERÇA FEIRA dia 30

7 comentários a "Postos de saúde de Santar e Carvalhal Redondo correm sérios riscos de encerrar"

  1. Vergonhoso o encerramento dos postos de saude. Enfim e o pais que temos!!!
    vasco neves , santarense a viver em londres

  2. É o socialismo que temos

    • Abre os olhos | 1 Outubro, 2014 às 17:14 |

      A sonsice de Pedro Passos Coelho

      João Miguel Tavares Público, 25/09/2014

      Não há qualquer vontade de apurar “a verdade” ou desejo de esclarecer a pátria no pedido do primeiro-ministro para a Procuradoria-Geral da República investigar o caso Tecnoforma. O Ministério Público tem mais que fazer e Passos Coelho sabe muito bem o que fez. Pode ter sido há 15, 20 ou 30 anos: ninguém se esquece de um ordenado que duplica o rendimento mensal. Simplesmente, Passos não quer, nem pode, admiti-lo – para ser coerente com o moralismo que apregoa, teria de se demitir no minuto seguinte. Donde, o chuto para a Procuradoria é apenas um expediente espertalhão com o objectivo de adiar a admissão do óbvio: o primeiro-ministro fez asneira. E da grossa.

      Isto é simultaneamente ridículo e sintomático. Ridículo, porque os valores que estão em causa não justificariam a queda de um primeiro-ministro. Sintomático, porque o problema da Tecnoforma está longe de ser o dinheiro que pagava a Passos Coelho – a empresa é um retrato perfeito de como se desviam fundos europeus para actividades que podem até nem ser ilegais, mas que são inconcebíveis e imorais. Convém recordar aos mais esquecidos que a Tecnoforma era essa extraordinária empresa, impulsionada pelo romântico par Passos-Miguel Relvas, que se propunha, em troca de 1,2 milhões de euros, dar formação a 1063 pobres almas com um objectivo que parece saído do argumento de uma série cómica britânica: ensinar os mais de mil formandos a operar em nove aeródromos da Região Centro, dos quais só três estavam activos e empregavam, no total, cerca de 10 trabalhadores.

      Foi assim que, durante anos e anos, foram estoiradas dezenas de milhões de euros de fundos comunitários que deveriam contribuir para o desenvolvimento do país. E claro: quem frequentava os corredores da Assembleia da República era um veículo privilegiado para canalizar os fundos para terrenos favoráveis. O Manuel sabia de um concurso para a formação de medidores de perímetros de beringelas e dizia ao Joaquim; o Joaquim sabia de um concurso para a formação de analistas em brilho de superfícies inox em restaurantes e dizia ao Asdrúbal; o Asdrúbal sabia de um concurso para formar os formadores disto tudo e dizia ao Manuel. A única variável neste processo era mesmo a dimensão da lata e a vocação dos senhores deputados e secretários de Estado para gerir negócios. Havia alguns, como Miguel Relvas, que tinham muita lata e muita vocação. Havia outros, como Passos Coelho, que provavelmente seriam um pouco mais modestos – mas que, ainda assim, aproveitavam uma migalha aqui e outra acolá, porque a vida é longa e o ordenado de deputado curto.

      Só que, ao contrário de Relvas, que tem um sorriso do tamanho da sua lista telefónica e se assume como “facilitador de negócios”, Pedro Passos Coelho sempre se apoiou numa imagem de extrema modéstia e parcimónia. Ele é o homem de Massamá. Ele é o homem que passa férias em Manta Rota. Ele é o homem que pôs os ministros a viajar em turística. E esse homem, claro está, não pode conviver com uma acusação de cinco mil euros a caírem-lhe no bolso todos os meses sem que ele se recorde disso, ao mesmo tempo que invoca o estatuto de deputado em exclusividade para sacar 60 mil euros de subsídio de reintegração. É possível que Passos Coelho apenas tenha feito aquilo que todos fizeram durante os festivos anos 90. Só que aquilo que ele fez em 1999 não é aceitável em 2014. E ainda bem. A sonsice vai aguentá-lo – mas a sua reputação de governante impoluto morreu.

    • Pedaços de carta vista na net

      “Jamais pensei que um dia lhe endereçaria uma carta de agradecimento pelo seu trabalho enquanto primeiro-ministro deste jardim plantado junto ao mar. Por uma questão de justiça não posso nem devo adiar mais esta carta e o público agradecimento
      Em 2011 Portugal tinha uma insustentável divida pública de 98% do PIB, graças à sua visão, competência e mão firme estamos a terminar 2014 com uma perfeitamente aceitável, sustentável e legitima divida na casa dos 135% do PIB. Isto é bom não é? Quanto maior o número melhor!
      Em conclusão caro Dr. obrigado por ao longo destes três anos nos ter conduzido a um País em franco crescimento.
      Temos mais divida, temos mais despesa, temos mais desemprego, temos mais emigrantes, temos mais impostos, temos mais fome. Sinais francamente positivos.
      Mas é bom!
      Obrigado “

    • ""Luvas de 40 milhões em negócios militares
      Depois de a compra dos submarinos ter dado origem a comissões duvidosas de 30 milhões de euros, os blindados estão agora sob suspeita do pagamento de luvas de 10 milhões.""

      EHEHEHEHEHEHEHEHE
      SEMPRE EM FRENTE
      EHEHEHEHEHEHEEH

  3. ah ah ah ah pois Passos Coelho socialista???!!!!

  4. Sim mas o deputado Pedo Alves do PSD, já prometeu que não vão encerrar.

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