Arrancou a construção da estação elevatória da Zona Industrial do Chão do Pisco

A Câmara Municipal de Nelas tem em
curso os trabalhos necessários à construção de uma estação elevatória na Zona
Industrial do Chão do Pisco, o que permitirá que a Ribeira da Pantanha, curso
de água que nasce na Urgeiriça e desagua nas Caldas da Felgueira, deixe de
receber qualquer efluente industrial das unidades empresariais instaladas na referida
Zona. Todos os efluentes serão assim conduzidos, até final de Maio corrente,
para a ETAR 2 de Nelas que está a ser dotada de equipamento e trabalhos,
sobretudo motores e limpeza, que permitam minimizar em larga escala as
consequências ambientais dos efluentes que constituem, neste momento, obrigação
e prioridade municipal.

Neste sentido, a Câmara Municipal
solicitou já audiências e apoio das entidades regionais e governamentais, para
que em conjunto se consensualizem ações com vista à resolução, num futuro
próximo, do problema das ETAR´S no Concelho de Nelas, problema este, que não
dispensará o recurso ao Quadro Comunitário de 2014 a 2020.
Nos trabalhos da Estação Elevatória,
sem contabilizar os custos a suportar pelas unidades industriais que em estreita
colaboração com a Câmara estão envolvidas, vai o Município fazer um esforço
financeiro que rondará um valor não inferior a 150.000,00€, em pessoal,
trabalhos e equipamentos, valor que está assegurado no essencial, pelo rigor
financeiro na execução do orçamento de 2014 e poupanças entretanto geradas na
gestão municipal.
As questões ambientais, sua resolução e
melhoramento, são de facto uma das preocupações presentes e concretas da Câmara
Municipal na atualidade.        

6 comentários a "Arrancou a construção da estação elevatória da Zona Industrial do Chão do Pisco"

  1. Afinal a Câmara não estava falida. Assim paguem-me as faturas.

  2. (pois, pois, mas quem aguenta os erros/interesses exteriores é o Zé Portuga
    E depois o Sócrates é que tem a culpa toda
    A história vai trazer tudo a nú)

    Ex-conselheiro de Durão "Ajudas a Portugal e Grécia foram resgates aos bancos alemães"
    O ex-conselheiro de Durão Barroso Philippe Legrain dá hoje uma entrevista ao Público em que garante que a recessão e a crise que hoje se vive na Europa poderiam ser minimizadas se não se colocassem os interesses dos bancos alemães à frente dos interesses dos cidadãos europeus.
    ECONOMIA

    Tudo começou quando “surgiram os problemas da dívida pública na Grécia”. A violação da regra do ‘no bailout’ (que proíbe a assunção da dívida dos países do euro pelos parceiros) terá estado na génese da crise que a Europa vive, de acordo com Philippe Legrain.
    O ex-conselheiro de Durão Barroso, que acompanhou por dentro a gestão da crise, sugere que deveria ter sido o FMI a intervir imediatamente na reestruturação da dívida grega, algo que não aconteceu por “orgulho” dos países da zona euro, “sobretudo por causa do poder político dos bancos franceses e alemães”.
    A este, garante o economista, junta-se um outro problema: “o setor bancário dominou os Governos dos países e as instituições da zona euro. Por isso, quando a crise financeira rebentou, foram todos correr salvar os bancos, com consequências muito severas para as finanças públicas, e sem resolver os problemas do setor bancário”.
    Além disso, Philippe Legrain entende que “não havia mecanismos para lidar com a crise e, por isso, a gestão processou-se necessariamente através dos Governos. E o maior credor, a Alemanha, assumiu um ponto de vista particular” e passou a dar a orientação política, afirmou o economista.
    Questionado pelo Público sobre se os resgates a Portugal e à Grécia foram disfarçados para salvar os bancos alemães e franceses dos empréstimos irresponsáveis, o economista é perentório: “claro que foram. (….) A Alemanha aconselhou mal, porque agiu no seu próprio interesse egoísta de credor”.

    Passos pede aos portugueses que condenem demagogia e facilitismo
    LUSA
    14:56
    Presidente do PSD critica marcas de discurso da oposição, alegando que quase destruíram Portugal.

    O presidente do PSD e primeiro-ministro pediu hoje aos portugueses para condenarem nas eleições europeias a demagogia e o facilitismo, que apontou como marcas do discurso da oposição e alegou quase terem destruído Portugal.
    Durante um almoço de campanha da coligação PSD/CDS-PP, numa escola secundária em Macedo de Cavaleiros, Pedro Passos Coelho manifestou-se preocupado "com alguma agenda populista e demagógica" na política nacional e considerou que quem ouve a oposição "fica com a ideia de que tudo se resolveria sem sacrifício, se a Europa quisesse".
    "Estas eleições são importantes para que as portuguesas e portugueses possam condenar, recusar esta mentalidade que ia destruindo Portugal e ia pondo em causa o euro e a Europa. Nós precisamos do voto das portuguesas e dos portugueses para recusar essa demagogia, para recusar esse facilitismo", acrescentou o chefe do Executivo PSD/CDS-PP.
    POIS, POIS
    CONVINHA QUE VISSEM AS NOTÍCIAS

  3. Boa! um rigor financeiro de 6 meses já deu para apurar tanto dinheiro.
    Parabens doutor Borges Borges da Silva e sua equipa, assim é que é!

  4. Exatamente já tirou a Câmara da falência!

  5. Vamos la ver uma coisa,

    Se a antiga camara nao tava na falencia porque e que nao fez estas obras se tanto as apregoava.

    Outra coisa e, 150 mil euros sao 12.5 mil por mes no prazo de 1 ano. Nao sera este valor mais coisa menos coisa do que a poupanca mensal em vareadores e assessorias? Se calhar…

    Podia nao estar falida, mas mal gerida estava de certeza.

  6. Este Presidente até mal empregue em Nelas, com este ar de economista tem que ir para o Governo.

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