Manuel Marques e Borges da Silva selam pacto de não agressão com aperto de mão

   

     Foi na reunião de Câmara da passada Quarta Feira, que o presidente da Câmara, Borges da Silva, e o vereador do CDS/PP, Manuel Marques se comprometeram, com um acordo de cavalheiros, num “pacto de não agressão”. Lembramos que as últimas reuniões de Câmara têm sido marcadas para uma grande crispação e agressão verbal, com violentas trocas de acusações. Marques dá assim um sinal de maior “acalmia”, ao mesmo tempo que adiantou ao nosso jornal que por agora será o seu vice presidente da concelhia do CDS/PP, Jorge David Paiva, a assegurar a coordenação política daquela estrutura, até novas eleições. Sinal de afastamento que no entanto é contrariado pelo manutenção da intenção de se candidatura a presidente da Câmara em 2017. Novos ventos e sinais no centro direita de Nelas ?

5 comentários em “Manuel Marques e Borges da Silva selam pacto de não agressão com aperto de mão”

  1. Quem argumenta aos gritos perde sempre a razão. A história de ambos deixa-me sérias dúvidas sobre este pacto!

    1. Subscrevo por baixo. AMBOS mesmo. É lembrar o MM enquanto capataz do Zé Correia a forma vergonhosa como tratou a oposição e depois da zanga com o Zé Correia as guerras e discussões com este nas reuniões de vereação. Quanto ao outro Zé, o Borges, é só lembrar as gritarias famosas entre ele (nos tempos idos e eventualmente futuros em que era do PSD) e o Zé Correia, que até se ouviam na rua. Lembro também que estas 2 "personagens" quando se zangaram no Isaurismo até a barraca abanava. Vale o que vale. Cheira-me a mais um click do Borges para a fotografia e dar uma de magnânimo.

  2. Excelente noticia para o Concelho,é de extrema importancia que a relação poder/oposição seja saudavél.
    Parabéns a ambos pelo bom senso,fico na expetativa de ver cada um deles a cumprir a sua função e que se" entendam", em prol do desenvolvimento do Concelho.

  3. Só falta o registo fotográfico, mas da forma como são conhecidos e do seu temperamento tudo indica que uma das mãos deve estar a segurar a outra ou já se esqueceram da famosa sindicância e das obras sem licenciamento? Porque será que só agora acontece isto? dá que pensar, pelo menos para mim.

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