Celeste Amaro assegura que antes do Verão se iniciarão as obras de requalificação da Casa do Passal

     A diretora regional da cultura, Celeste Amaro, presente hoje em Cabanas no cordão humano para salvar a Casa do Passal, onde residiu Aristides de Sousa Mendes, garantiu ao nosso jornal que “estará para muito breve o arranque das obras”, dado que a empresa que as executará está escolhida e “só falta mesmo a adjudicação”. “A intervenção neste caso começa pelo telhado, indo depois para os pilares e reforço de toda a estrutura, pintura exterior, colocação de caixilharia e eventualmente de janelas, dado que poderá haver uma folga orçamental para o efeito”. Prevendo a conclusão da obra até ao Natal, frisou que “há mais de 50 anos que a casa está neste estado e nós conseguimos, recorrendo também a fundos comunitários, aliados a uma comparticipação nacional de 15%, resolver a situação, numa primeira fase de intervenção para evitar que a casa possa vir a ruir”, explicando que “foi este governo que decidiu que esta obra era prioritária na região centro”. Sobre a fase seguinte de intervenção, no interior do edifício, não garantiu que possa avançar, pelo menos em breve,dados os constrangimentos financeiros atuais.
   Luis Fidalgo, representando a Fundação Aristides de Sousa Mendes, contactado também no local pelo nosso jornal, deu-nos conta que a comissão executiva que dirige a Fundação, já tem várias ideias para o local, que poderão abranger um memorial e espaço museulógico, esperando que “ainda este ano possamos ter a garantia de que a 2ª fase de recuperação deste edifício de grande valor histórico para a região e para o país, possa vir a avançar”. 

     

    A diretora regional da cultura, Celeste Amaro, presente hoje em Cabanas no cordão humano para salvar a Casa do Passal, onde residiu Aristides de Sousa Mendes, garantiu ao nosso jornal que “estará para muito breve o arranque das obras”, dado que a empresa que as executará está escolhida e “só falta mesmo a adjudicação”. “A intervenção neste caso começa pelo telhado, indo depois para os pilares e reforço de toda a estrutura, pintura exterior, colocação de caixilharia e eventualmente de janelas, dado que poderá haver uma folga orçamental para o efeito”. Prevendo a conclusão da obra até ao Natal, frisou que “há mais de 50 anos que a casa está neste estado e nós conseguimos, recorrendo também a fundos comunitários, aliados a uma comparticipação nacional de 15%, resolver a situação, numa primeira fase de intervenção para evitar que a casa possa vir a ruir”, explicando que “foi este governo que decidiu que esta obra era prioritária na região centro”. Sobre a fase seguinte de intervenção, no interior do edifício, não garantiu que possa avançar, pelo menos em breve,dados os constrangimentos financeiros atuais.

  Luis Fidalgo, representando a Fundação Aristides de Sousa Mendes, contactado também no local pelo nosso jornal, deu-nos conta que a comissão executiva que dirige a Fundação, já tem várias ideias para o local, que poderão abranger um memorial e espaço museulógico, esperando que “ainda este ano possamos ter a garantia de que a 2ª fase de recuperação deste edifício de grande valor histórico para a região e para o país, possa vir a avançar”. 

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