Exposição patente no multiusos de Nelas evoca o Capitão Homem Ribeiro e a 1ª Guerra Mundial

– Pode ser visitada até 7 de Abril
    A 11 Novembro de 1418 colocou-se, formalmente, um ponto final na primeira grande guerra, 4 anos após o seu início. No corrente ano assinalam-se 100 anos do início de um conflito que teve como móbil o assassinato do príncipe herdeiro do império Austro Húngaro, Francisco Fernando, em Sarajevo, a 28 de junho de 1914.O armistício foi assinado nesse dia e marcou o fim dos combates com a vitória dos Aliados e a derrota total da Alemanha, que posteriormente (28 de junho de 1919) se comprometeu, no Tratado de Versalhes, a uma sério de obrigações de caráter político, militar e económico, assumindo-se como responsável pelo conflito.
    Esta guerra, uma das mais sangrentas da história, custou a vida a mais de 18 milhões de pessoas e milhões de feridos e mutilados, dos quais cerca de 30 mil baixas no nosso contingente militar.
    Dos mortos do concelho de Nelas, identificados na época, consta um militar da Lapa do Lobo e o Capitão Artur Homem Ribeiro, nascido em Vale de Madeiros. O distinto militar, morto em combate em Angola (Naulila, 18 de dezembro de 1914), foi condecorado com a medalha militar de cobre da classe de comportamento exemplar por parte do Estado Português a 4 de Agosto de 1902, tendo sido homenageado no passado Domingo, na sua terra natal, como demos conta neste diário digital. 
    Aires dos Santos, António Dias, Luis Rebello Filho e Nelson Santos, associaram-se à homenagem ao Capitão de Vale de Madeiros e aos 100 anos do início da 1ª G.M. e executaram diversas obras de pintura alusivas à efeméride. A exposição dos seus quadros estará patente na sala de exposições do edifício multiusos de nelas, até ao próximo dia 7 de Abril, em conjunto com diversas peças, livros e jornais, material de guerra, e outros objetos alusivos e pertencentes ao homenageado e à grande guerra.

   

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