Manuel Marques sustenta que “Borges da Silva tinha a obrigação de informar que o processo da disponilização dos terrrenos à Lusofinsa foi todo tratado pelo executivo anterior”

RESPOSTA À NOTA DE IMPRENSA

“O atual presidente da Câmara pode não deixar que eu use o meu direito de fazer as minhas declarações de voto, como aconteceu no assunto do Protocolo dos Bombeiros Voluntários de Canas de Senhorim.
Mas nunca, repito nunca calará a minha voz em defender as verdade dos factos, nem aquilo que durante oito anos o anterior executivo fez na defesa dos seus industriais.
Borges da Silva bem pode “vestir-se de ouro”, mas tenho toda a certeza que esses mesmos industriais dele têm dúvidas e os trabalhadores dele desconfiam. Recordo tão só o caso TOPACK, as infelizes deslocalização da JONSHONS e a insolvência da NELCIVIL.
Quanto a disponibilização de 4.5 hectares de terreno à LUSOFINSA, que foi motivo da já referida nota de imprensa emanada pela autarquia o atual presidente da camara, tem por obrigação de falar verdade aos munícipes do concelho de Nelas, a politica é uma coisa séria e nobre.
Na mesma nota tinha a obrigação de informar os leitores de que este processo foi todo tratado pelo anterior executivo, tendo apenas a autarquia “falida” imagine-se se não estivesse… acordado os planos de pagamento, tudo o demais foram os serviços liderados por Isaura Pedro que resolveram este assunto.
Percebo agora porque o atual presidente da câmara não aditou o  contrato assinado com a LUSOFINSA em 2009, e para inglês ver outorgou um novo.
Verdade acima de tudo e os nossos industriais merecem ser tratados com verdade”.

O Vereador do CDS/PP
Manuel Marques

20 comentários a "Manuel Marques sustenta que “Borges da Silva tinha a obrigação de informar que o processo da disponilização dos terrrenos à Lusofinsa foi todo tratado pelo executivo anterior”"

  1. ainda pensas que estás no poder!!!!

  2. João Gouveia Rego | 21 Março, 2014 às 20:38 |

    Manuel Marques tudo faz para se manter á tona.
    Roça o ridiculo,comunicados,notas de imprensa,dia sim dia sim!
    O vereador Marques,com todo o respeito,devia fazer oposição responsavél,deixar de vitimiza-se constantemente,queixa-se disto e daquilo,não foi convidado mas afinal foi e tenta a todo o custo lançar areias na engranagem.
    Com toda a frontalidade lhe peço,que deixe trabalhar o executivo, que já demostrou que sabe o que está a fazer em prol do concelho,sem clivagens e colocando o interesse coletivo em deterimento do interesse de meia duzia.
    Estou cada vez com mais dificuldade em rever nas palavras de Manuel Marques coerencia, quem não se lembra da maneira como tratou o Adelino Amaral,então na oposição,justificando constantemente que o povo tinha feito a sua escolha?Quem não se lembra da forma como a oposição de então era tratada nas assembleias municipais?
    Peço ao Manel Marques que faça oposição de forma responsavél,que deixe trabalhar o executivo, que aguarde por 2017 pelo julgamento dos eleitores e que goze desta felicidade coletiva, de vermos um concelho há muito estagnado voltar ao desenvolvimento,de sermos falados pelos melhores motivos,viva o concelho de Nelas.

    • Senhor Rego, com toda a frontalidade lhe peço: se quer opinar e fazer "figura" aprenda primeiro a escrever em português escorreito (o povo agradece, é que a forma como trata a língua de Camões "roça o ridículo"), 2º, aprenda a viver com uma coisa que não deve saber o significado – DEMOCRACIA. Eu nem gosta da personagem Manuel Marques, mas o meu caro não é propriamente o paladino da indignação, deveria saber que a mesma (indignação) é um dos postulados maiores da democracia. Como diria um camarada seu, agora que se tornou um cristão-socialista-novo. "Habituem-se" (à democracia, bem evidente). Saudações.

    • João Gouveia Rego | 23 Março, 2014 às 02:04 |

      Caro anonimo,o facto de escrever por vezes em iphone nao ajuda,mas o povo percebe bem a mensagem,mas,parece-me que isso não lhe interessa e na capa cobarde do anonimato vem desviar atenções para o superfluoo.
      A verdade é que este executivo já fez bem mais pelo concelho em poucos meses do que alguns em varios anos, obviamente isso não interesaa a alguns,que habituados ás benesses sofrem agora com o rigor imposto….é a vida.

  3. Então em nome do Povo peço também eu: digam ao Sr. António José Seguro que se cale!!! deixem o Governo tentar arremediar o que o Partido Socialista esbanjou!
    Aliás, também eu pergunto! Porque nao mandou calar Borges da Silva com comunicados semanais enquanto opositor?! Ou também foi daqueles que aguardou solenemente a que, como por ele pedido, que a Dra. Isaura abandonasse o local para logo após as eleições ser ocupado pelo actual Sr. Dr. Borges da Silva?!
    O executivo tomará as decisões que a si aprover! A oposição deverá tomar as deciões que a si aprover!
    Não será isto verdadeira democracia?!
    Ou esta palavra não incorporará o dicionário dos actuais representantes do Concelho!
    Há que dignificar o seu trabalho porque em prol do bem do Concelho, mas há igualmente que "aceitar" as criticas, e opiniões!
    Não podemos alterar opinião de acordo com as conveniências ocupacionais! e mais não digo!

    • Apoiado Sr. Anónimo das 08:52,
      O Sr. Gouveia Rego esquece-se que em democracia tem que haver oposição e alternativas à governação para evitar o poder pessoal.
      De facto não foi muito democrático da parte do Dr. Borges e da Silva quando pediu à Dr.ª Isaura que abandonasse o lugar de Presidente para ser ocupado por ele, após eleições em que concorreram em " ticket ".

    • Os funcionários públicos podem perder mais 5% do rendimento em 2015 com a entrada em vigor das novas tabelas salariais e de suplementos que o Governo deve ter prontas a tempo da entrega do Orçamento do Estado em outubro.

      A decisão não está fechada mas é uma hipótese em cima da mesa: os cortes resultantes das novas tabelas únicas de salários e suplementos no Estado podem somar-se à redução já aplicada a partir de janeiro deste ano

      Ler mais: http://expresso.sapo.pt/novo-corte-salarial-em-estudo=f861958#ixzz2wh2GpsPv

    • Sr. Anónimo das 12:34,
      Sabe quantos trabalhadores do sector privado estão no desemprego por extinção do posto de trabalho?
      E quantos funcionários públicos foram despedidos ?
      É capaz me explicar porque razão a minha esposa,que é beneficiária da ADSE, paga a um bom especialista cerca de 5€ e eu que pertenço ao SNS se quiser ir ao mesmo especialista tenho que pagar 80€?

    • zé do povo | 22 Março, 2014 às 22:23 |

      Carta retirada na Net:

      "CARTA ABERTA A PEDRO PASSOS COELHO

      Pedro é o trato que usarei para me dirigir a ti, naquilo que há para falarmos sério. Porque sou veterana, apesar de ter consciência de que não somos amigos.

      Não és meu amigo, como me trataste, hipocritamente e de forma quase insultuosa, na tua mensagem de Natal. Eu não sou tua amiga, porque não tenho como amigos quem me insulta, quem procura humilhar-me, que mente e me tira o que a mim me pertence.
      Amigos respeitam-se. E eu não me sinto respeitada por ti, Pedro.
      E não sou hipócrita ao dizer frontalmente o que sinto, na pele daquilo que é hoje o meu estatuto: pensionista, reformada APÓS 49 ANOS DE TRABALHO. Mais anos do que aqueles que tens de vida, Pedro.
      Falemos sério, Pedro.

      Porquê essa obstinada perseguição àqueles que construíram riqueza nacional ao longo de muitos anos de trabalho, enquanto tu, Pedro, crescias junto de pais que, creio, trabalhavam para tudo te darem, e que hoje não valorizas como esforço enquanto cidadãos e enquanto pais?
      Porquê essa perseguição obsessiva àqueles que construíram um país de verticalidade, de luta e resistência, enquanto caminhavas nas hostes dos boys de um partido disponível para compensar aqueles que gostam de “engrossar” a voz, mesmo que desrespeitando os que tudo fizeram pela conquista do espaço democrático, onde cresceste em liberdade? Uma liberdade conquistada, muito suada, e por isso ainda mais digna de ser respeitada.
      Respeito, Pedro, é o que se exige por aqueles que hoje persegues, lesto e presto sem sentido, como que procurando um extermínio que não ousas confessar.
      Falemos sério, Pedro. É tempo de falares sério, apesar do descrédito em que caíste. E falemos sério sobre reformas, sobre pensionistas e sobre Segurança Social.
      Não fales sobre o que desconheces. Não te precipites no que dizes. Não sejas superficial, querendo parecer profundo apenas porque, autoritariamente, “engrossas” a voz. Não entregues temas tão complexos ao estudo de “garotos”, virgens no saber-fazer. Não entregues estudos a séniores que, vendendo a alma ao diabo, se prestam a criar cenários encomendados, para servirem os resultados que previamente lhes apresentaste, Pedro. E os resultados são, como podemos avaliar, desastrosos, Pedro. Económica e socialmente.
      Vamos falar sério, Pedro. Não porque tu o queiras, mas porque eu não suporto mais a humilhação que sinto com as falsidades ardilosas lançadas para o ar, sobre matérias que preferes ignorar, porque nem sequer as estudas.
      A raiva cresce dentro de mim, porque atinge a verticalidade e honestidade que sempre nortearam a minha vida, Pedro. Uma raiva que queima, se silenciada, E não me orgulho disso, podes crer Pedro.
      Vamos por fases cronológicas que te aconselho a estudar:"…

    • zé do povo | 22 Março, 2014 às 22:24 |

      a) Pedro, por acaso sabes que o sistema que hoje se designa por “Segurança Social” deriva da nacionalização – pós 25 de Abril – das “Caixas de Previdência” sectoriais, que antes existiam?
      b) Por acaso sabes, Pedro, que o Estado português recebeu, sem qualquer custo ou contrapartida, os fundos criados nestas Caixas de Previdência, a partir das contribuições dos trabalhadores e dos seus empregadores?
      c) Por acaso sabes que a Caixa Geral de Depósitos – Banco estatal de Valores e de credibilidade inquestionável – é, acrescidamente, património dos muitos reformados e pensionistas que hoje somos? É, Pedro, a CGD era o Banco obrigatório por onde passavam as contribuições destinadas às Caixas de Previdência, mas entregava a estas, as contribuições regulares, apenas 4, 5 e 6 meses depois. Financiando-se com estas contribuições e sem pagar juros às Caixas, Pedro?
      Por isso sou contra qualquer alienação da C. Geral. Também está lá muito de mim. Um muito que deveria estar na Segurança Social nacionalizada…para ser bem gerida.
      d) Sabes por acaso, Pedro, que o Estado Português nunca reembolsou a Segurança Social pela capitalização que conseguiu com a “nacionalização” das Caixas, como o fez aos Banqueiros?
      e) Saberás, Pedro, que a “nacionalização” das Caixas de Previdência” se deve à necessária construção de um verdadeiro Estado Social, para o qual, maioritariamente, é a Segurança Social que contribui, sem as devidas e indispensáveis contribuições do Estado? Um Estado Social criado de base a partir dos “dinheiros” pertença daqueles que hoje são reformados e pensionistas. E que por isso exigem respeito pelo seu contributo mas, igualmente, exigem sejam bem geridos, porque ao Estado foram confiados contratualmente. Para me serem reembolsados mais tarde.
      E boa gestão, Pedro, é coisa que não vejo na Segurança Social, sujeita a políticas de bastidores duvidosas e para as quais nunca fui consultada. Acredita, Pedro, os reformados, pensionistas e aposentados, sabemos o que dizemos quando afirmamos tudo isto, porque ainda temos muita capacidade – suportada por uma grande e valiosa experiência – para sermos um verdadeiro governo de bastidores. Com mestria, com sabedoria, com isenção e sem subserviências.
      f) Por acaso sabes, Pedro, que a dívida do Estado à Segurança Social é superior à dívida externa, hoje nas mãos da chamada “troika”?
      Pois é, Pedro, a dívida sob o comando da troika é de 78 mil milhões de Euros, é? A dívida à Segurança Social, aos milhões de contribuintes, muitos deles hoje reformados, é de 80 mil milhões de dívida. Valor que cresce diariamente, porque o Estado é um mau pagador. Uma dívida que põe em causa não só os créditos/reembolsos aos reformados e pensionistas, na forma contratada, mas igualmente as obrigações/compromissos intergeracionais.
      Porque estás tão preocupado em “honrar” os compromissos com o exterior e não te preocupas em honrar os compromissos para com os credores internos que são, entre muitos, os aposentados, os reformados e os pensionistas, antes preferindo torná-los no “bombo de festins” de um governo descontrolado?
      Falemos sério, Pedro. Reabilita-te com alguma honra, perante um programa eleitoral que te levou, precocemente, ao lugar que ocupas. Um lugar de representatividade democrática, que te obriga a respeitar os representados. Também os reformados, aposentados e pensionistas votam.
      E falando sério, mas com muita raiva incontida, Pedro, vou dar-te o meu exemplo, apenas como exemplo de muitas centenas de milhar de casos idênticos.

    • zé do povo | 22 Março, 2014 às 22:25 |

      a) Trabalhei 49 anos. Fui trabalhadora-estudante. E sem Bolonhas e/ou créditos, licenciei-me com 16 valores, a pulso. Nunca fui trabalhadora e/ou estudante de segunda. E fui mãe, num pais em que, na época, só havia 1 mês de licença de maternidade e creches a partir dos dois anos de idade das crianças. Como foi duro, Pedro. E lutei, ontem como hoje, para a minha filha, a tua Laura, as tuas filhas e muitas mais jovens portuguesas, terem mais do que eu tive. A sociedade ganha com isso. O Estado Social também tem obrigações pela continuidade da sociedade, pela contínua renovação geracional. Lutei, Pedro, muito mesmo e sinto muita honra nisso como me sinto orgulhosa do que conquistou a minha geração.
      b) Fiz uma carreira profissional, também ela dura, também ela de luta, numa sociedade que convencionou dar supremacia aos homens. Um poder dado, não conquistado por mérito reconhecido, Pedro. Por isso tão lenta a caminhada pela “Igualdade”.
      c) Cheguei ao topo da carreira, mas comecei como praticante. Sem “ajudas”, sem “cunhas”, sem “padrinhos” e/ou ajuda de partidos. Apenas por mérito próprio, duplamente exigido por ser Mulher. Um caminho que muito me orgulha e me formou de Valores, Honra e Verticalidade. Anonimamente, mas activa e participadamente.
      d) No final da minha carreira profissional, eu e os meus empregadores, a valores capitalizados na data em que me reformei, (há dois anos) tínhamos depositado nas mãos da Segurança Social cerca de 1 milhão de Euros.
      Ah! É bom que se lembre que os empregadores entregam as suas contribuições para a conta do/a seu/sua funcionário/a. Não é para qualquer abutre esperto se apropriar dele. O modelo que Churchil idealizou – e protagonizou – após a 2ª guerra mundial. Uma compensação no desequilíbrio entre os rendimentos do Capital e os do Trabalho, e que foi adoptado em Portugal ainda antes do 25 de Abril.
      Quase um milhão de Euros, Pedro. Só nos últimos 13 anos de trabalho foram entregues 200 mil Euros à Segurança Social, entre mim e o empregador.
      A minha pensão vem daí, Pedro. De tudo o que, confiadamente, entreguei à gestão da Segurança Social, num contrato assinado com o Estado Português. E já fui abrangida pelo sistema misto. E já participei no factor da sustentabilidade, beneficiando o Estado Social.
      e) Mas há mais, Pedro. A esse cerca de 1 milhão de Euros, à cabeça dos cálculos da minha pensão, retiraram às minhas contribuições, à minha “conta”, 20%, ou seja 200 mil Euros. Como contributo para o Estado Social. Para a satisfação do compromisso que devo para com as gerações seguintes. Para o Serviço Nacional de Saúde, para um melhor bem estar da sociedade portuguesa.
      E o dinheiro que se encontra – em depósito – nas mãos do Estado português através da Segurança Social, é de cerca de 800 mil Euros. Que eu exijo bem gerido e intocável.
      f) Valor que, conforme os meus indicadores familiares (melhores que a média das estatísticas) da esperança de vida (85 anos em média), daria para uma pensão anual de 40.000€ actualizada anualmente pela capitalização dos meus fundos. É bom que saibas que, sobre este valor, eu pagaria cerca de 16.000€ de IRS, fora os demais impostos. Mas, por artes de uma qualquer “engenharia financeira” nunca recebi nada disto.
      Mas se aquele valor, que foi criado pelas contribuições de tantos anos de trabalho, estiver nas minhas mãos e sob a minha gestão, matéria em que fui profissional qualificada e com provas dadas, eu serei uma Mulher que poderá dormir descansada, porque serei independente para mim e para ajudar filhos e netos, sem ter que acordar de noite angustiada.

    • zé do povo | 22 Março, 2014 às 22:26 |

      É, Pedro, falemos sério e honra os compromissos que o Estado tem para comigo. Dá instruções ao Ministério da Solidariedade Social(?) para que me entregue o “meu dinheiro”. O MEU, Pedro!
      E vou refazer contas:
      a) De modo frio, direi que o Estado tem que pôr à minha disposição os 100% de contribuições que lhe foram confiadas, ou seja, os cerca de 1 milhão de Euros.
      b) Arredondando, e muito por excesso, descontando os valores de que já fui reembolsada, o Estado português deve-me 900.000€. É esta a verba que quero que o Estado português me pague, porque é este o valor de que sou credora.
      c) Gerindo eu esta verba podes crer, Pedro, que só com os rendimentos que obtenho da sua aplicação, e já depois de impostos pagos, terei mais do que o valor que tenho hoje como pensão. É simples, Pedro, e deixo de ser uma “pedra no sapato” dos governantes. Deixo de ser “um impecilho” na boca de “garotos” que não sabem o que dizem. E, de uma Mulher anónima com honra e verticalidade, que sou hoje, passo a ser uma Mulher rica, provavelmente colunável, protegida por todos os governantes, mesmo que a ética perca a sua verticalidade e a moral passe a ser podre.
      Mas porque é tempo de falares sério, Pedro, fala aos portugueses a verdade sobre assuntos que nos interessa :
      – quanto é que o cidadão e político Pedro Passos Coelho já descontou para a Segurança Social e/ou ADSE?
      – quanto receberias hoje de reforma se, conforme as excepções de privilégio na lei, te reformasses?
      – quanto descontam os deputados e demais políticos para a Segurança Social ou ADSE?
      – qual o montante de reforma a que têm acesso, privilegiadamente, e ao fim de quantos anos de exercício da política, independentemente da sua idade?
      – Quem, e quanto recebem de reforma vitalícia, ex-governantes e outras figuras políticas, só pelo exercício de alguns anos em cargos públicos?
      – qual o sistema de Segurança Social que suporta estas reformas e a quem pertence esse dinheiro? São os OE’S que o suportam, ou são os “dinheiros” daqueles que contribuíram e/ou contribuem para o Sistema?
      – Sendo o Estado uma entidade empregadora, qual o valor da sua contribuição (%) para a ADSE ou Segurança Social, por trabalhador? E as contas, estão regularizadas?
      Falemos sério, Pedro! Os reformados exigem a verdade mas, igualmente, exigem respeito, por nós e pelo nosso dinheiro que, abusivamente, vai alimentando o despesismo de um Estado que vive de mordomias elitistas, acima das capacidades do país. Isso sim, Pedro!!!!!!!!
      A reformada,
      M.Conceição Batista
      há alguns meses atrás.
      PS – Aguardo que me seja entregue o meu dinheiro, conforme mencionei atrás. Tenho vida a organizar.

    • Alipio Pio | 22 Março, 2014 às 22:49 |

      2Almofada de pedra

      por VIRIATO SOROMENHO MARQUES
      Como é que designaríamos o comportamento de um cidadão que, incapaz de honrar um crédito pessoal a uma taxa de 3,35%, prestes a atingir a maturidade, contraísse um novo empréstimo a uma taxa de 5,11% para pagar o primeiro ("troca de dívida")? Sem dúvida, tratar-se-ia de um comportamento pouco recomendável. E como seria classificado esse comportamento se o cidadão em causa utilizasse parte do novo empréstimo (de 11-02-2014) para antecipar, parcialmente, o pagamento em 19,5 meses do primeiro empréstimo, pagando 102,89 euros por cada 100 euros de dívida ("recompra")? Seria, certamente, uma atitude temerária, pois aumenta a despesa com juros para apenas empurrar a dívida para o futuro. Pois é isso que o Governo pretende fazer hoje. O leitor pode ir ao site eletrónico do IGCP. Abra o boletim mensal de fevereiro sobre "Dívida Pública". Na p. 2, vê que o Estado vai ter de resolver até 2016 cerca de 39 mil milhões de euros de empréstimos. Esse imenso obstáculo tem sido o pretexto para a constituição de uma volumosa "almofada" financeira. Tudo indica que o IGCP quer recomprar, hoje, uma parte de uma série de dívida a dez anos, contraída a partir de outubro de 2005 (ver p. 3). Se o fizer, às taxas mais recentes no mercado secundário, isso significa que, para o montante que for hoje amortizado, vamos pagar mais 3,53% de juros por ano até outubro de 2015 do que antes das duas operações financeiras supracitadas. Será isto uma gestão prudente, ditada pelo interesse nacional, ou estará o Tesouro público em risco para alimentar uma ilusão pré-eleitoral de triunfo? Será esta uma almofada que alivia o País, ou uma pedra amarrada às pernas que o atira para o fundo? Temos direito a saber a lógica com que se joga o dinheiro sonegado aos salários e às pensões. Direito a uma explicação, ou a uma beliscadela que nos acorde deste pesadelo."

    • Tambem em nome do POVO se recomenda que todos vejam no you tube

      http://www.youtube.com/watch?v=gNu5BBAdQec

      Certamente gostarão de ver

    • SERAFIM DO Ó | 22 Março, 2014 às 23:15 |

      Sr Anonymous22 de Março de 2014 às 08:52
      Aponte na caderneta,o que anda por aí na Blogosfera

      "É do conhecimento da população, o vídeo "PEDRO PASSOS COELHO – BEST OF 2010 – 2011", no entanto deixo aqui o mesmo para eventuais desconhecedores apenas como complemento ao assunto que aqui me traz.

      Na recente chamada do Passos Coelho ao seu gabinete, Ângela Merkel terá tratado de orientar o Passos Coelho (ou dar-lhe a directiva, que vai dar ao mesmo) sobre a saída do resgate, que tudo indica, irá ser aquela a que se convencionou chamar por "saída limpa".
      É claro que ao Primeiro Ministro convinha dar um ar de independência nacional e logo tratou de deixar claro que ele ainda não decidiu qual vai ser a "saída" como se tivesse voto na matéria.

      Mais adiante no seu discurso, uma declaração em particular me chamou a atenção: "O desemprego está a baixar" disse o PM com ar sério. (para o Best of)
      Mas se nós, portugueses, conhecemos o temperamento do Passos Coelho, é preocupante ver Ângela Merkel ouvir isto sem pestanejar, o que pode significar uma de duas coisas: Ou a Ângela Merkel não conhece o "Best of" do Coelho, o que sendo inadmissível para uma figura política com o seu poder, é mau; Ou conhece-o muito bem, e assim sendo, então é muito pior.

      Ainda a conferência de imprensa da Ângela Merkel e do Passos Coelho está fresca na memória, eis que sai hoje na imprensa um relatório da OCDE sobre Portugal muito negro. (Penso que este relatório deveria ser dado conhecimento público e não ficar escondido como sempre acontece quando os assuntos são incómodos para os governantes. Entre outras revelações preocupantes, há uma, impressionante pelos números, e preocupante pela omissão governamental: "2700 empregos são destruídos por semana". (lembro as palavras do Passos Coelho na conferência de imprensa ao lado da Merkel sobre o desemprego estar a baixar)

      http://www.ionline.pt/iopiniao/derrapagem-social/pag/-1
      E a propósito deste mesmo relatório, também quero lembrar as recentes palavras da Ministra das Finanças (antiga professora de Passos Coelho, perita em contratos SWAP que terão consequências pesadíssimas para os contribuintes durante largos anos)

      http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=3766511 e perguntar à Ministra como ela concilia a sua afirmação "(…) procura interna fará crescer a economia(…)" com os 2700 empregos destruídos por semana anunciados pela OCDE?

      Uma coisa é certa: O actual estado social é consequência do projecto tenebroso do Passos Coelho que afirmou "só saímos da crise, empobrecendo", ou seja, o Passos Coelho a mando da troika, publicamente faz questão em proclamar que o país já está a sair da crise, mas no íntimo está consciente do estado para onde está a atirar a população, pois foi esse o seu objectivo, empobrecer o povo, como ele próprio afirmou"

      ESQUEÇA UM BOCADINHO O SÓCRATES

    • Eu já esqueci o Sócrates, mas o meu pesadelo é vir a ter o Tozé Seguro como 1.º Ministro!!!!

  4. JOAQUIM ZÉ | 23 Março, 2014 às 12:00 |

    ANÓNIMO DISSE:

    "Anonymous23 de Março de 2014 às 00:34
    Senhor Rego, com toda a frontalidade lhe peço: se quer opinar e fazer "figura" aprenda primeiro a escrever em português escorreito

    ESTE ANÓNIMO QUE MALHOU NO SENHOR REGO
    PRODUZIU A SEGUINTE PÉROLA EM PORTUGUÊS (ENTRE OUTRAS):

    "……Eu nem gosta…. "

    EHEHEHEHEHEHEHEHEHEHEHEHEEH

    UM POUCO MAIS DE HUMILDADE NÃO FICARIA MAL

  5. Chamo-me Passos Coelho
    Cortador de profissão

    Corto ao jovem, corto ao velho,
    Corto salário e pensão
    Corto subsídios, reformas
    Corto na Saúde e na Educação
    Corto regras, leis e normas
    E cago na Constituição

    Corto ao escorreito e ao torto
    Fecho Repartições, Tribunais
    Corto bem-estar e conforto,
    Corto aos filhos, corto aos pais
    Corto ao público e ao privado
    Aos independentes e liberais
    Mas é aos agentes do Estado
    Que gosto de cortar mais

    Corto regalias, corto segurança
    Corto direitos conquistados
    Corto expectativas, esperança
    Dias Santos e feriados
    Corto ao polícia, ao bombeiro
    Ao professor, ao soldado
    Corto ao médico, ao enfermeiro
    Corto ao desempregado

    No corte sou viciado
    A cortar sou campeão
    Mas na gordura do Estado
    Descansem, não corto, não.
    Eu corto
    a Bem da Nação

    Autor desconhecido

  6. Ao comentador das 11:49

    Muito bem dito oposição para evitar o "PODER PESSOAL, in doutrina do politólogo "João Rego"

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