Obras previstas na Casa do Passal tardam em arrancar

O valor aprovado de 360 mil euros pela
Direção Geral da Cultura, em 11 de Setembro de 2013, destinado a prevenir a
ruína da casa onde morou Aristides de Sousa Mendes, poderá não chegar a tempo
de evitar a desabamento total da estrutura. Isto porque a severidade deste
Inverno está a provocar danos adicionais, que se podem considerar quase
terminais, no edifício que incorpora uma parte muito importante da história do
antigo cônsul Português em Bordéus, que durante a 2ª guerra mundial salvou do
holocausto 10 mil judeus, passando ainda vistos para mais 20 mil refugiados,
contra as ordens de Salazar. As obras têm por objetivo reconstruir a cobertura,
o revestimento, intervir nas caixilharias e executar uma estrutura mista para o
imóvel, podendo ali ser instalado, como muitos defendem, o merecido memorial de
toda a sua vida, homenageando a grandiosidade dos atos de um homem que morreu
na miséria.

1 comentário a "Obras previstas na Casa do Passal tardam em arrancar"

  1. O Carregal que fale com o alex mangueiras. A casa está a ruir e ele através da proteção civil resolve.
    Assim como resolveu a avioneta para a campanha!

Os comentários estão fechados.

Este portal utiliza cookies. Ao navegar no site estará a consentir a sua utilização Saiba mais sobre privacidade e cookies