Executivo PS poderá não assumir o pagamento dos 800 mil euros de despesas efetuadas pela coligação

De acordo
com a interpretação do executivo liderado por Borges da Silva, as despesas
totais efetuadas antes das eleições, por parte da coligação PSD/CDS, são
“ilegais, violando a Lei dos Compromissos”. Se da Sindicância pedida
à Inspeção Geral de Finanças resultar a confirmação da interpretação do atual
executivo, o presidente da Câmara já sinalizou que não pretende assumir estas
despesas, que ascendem, para já, a um total de 774 mil euros. Esse é aliás um
dos pedidos constantes na sindicância, para além da eventual responsabilidade
pessoal e criminal dos seus antecessores e da implicação de tais atos no plano
de reequilíbrio financeiro da autarquia.