História do Laço Azul

A Campanha do Laço Azul (Blue Ribbon) iniciou-se em 1989, na Virgínia, E.U.A. quando uma
avó, Bonnie W.Finney, amarrou uma fita
azul
à antena do seu carro “para
fazer com que as pessoas se questionassem
”.
A história que Bonnie Finney contou aos elementos da
comunidade que se revelaram “curiosos” foi trágica e sobre os maus-tratos à sua
neta, os quais já tinham morto o seu neto de forma brutal. E porquê azul? Porque apesar do azul ser uma cor bonita, Bonnie Finney não
queria esquecer os corpos batidos e cheios de nódoas negras dos seus dois
netos. O azul servir-lhe-ia como um lembrete constante para a sua luta na
proteção das crianças contra os maus-tratos.
A história de Bonnie Finney demonstra-nos como o efeito da preocupação de um único cidadão pode ter no despertar das consciências do público,
em geral, relativamente aos maus-tratos contra as crianças, na sua prevenção e na promoção e proteção dos seus direitos.
A CPCJ — Comissão
de Proteção de Crianças e Jovens de Nelas
seguiu o repto da Comissão
Nacional de Proteção das Crianças e Jovens em Risco (CNPCJR), da Associação de
Mulheres Contra a Violência (AMCV) e da Câmara Municipal de Lisboa (CML) que,
associadas e desde 2008, pretendem dar continuidade à história desta avó. A
nossa Comissão com esta iniciativa demonstra a preocupação em despertar a consciência da sociedade,
em geral, relativamente aos maus-tratos contra as crianças, na sua prevenção e na promoção e proteção dos seus direitos.
A Comissão de Proteção de Criança se Jovens de Nelas
decidiu, em reunião Alargada, associar-se
à campanha do Mês da Prevenção dos Maus-Tratos na Infância/2013 (MPMT).
Sensibilize a comunidade para a defesa das crianças
contra os maus tratos!
“Nenhum de Nós é Melhor que Nós Todos Juntos”
Deixamos aqui expresso alguns dos direitos das crianças e
jovens…
Se és jovem ou criança…
Explico alguns direitos
Que as crianças e jovens devem ter
Para que num futuro próximo
Não haja abuso
a valer.
Tens direito a ser protegido
De todas as formas de violência
Se é bullying,
não hesites
Denuncia e vê a proveniência.
Tens direito à
vida
E a um desenvolvimento harmonioso
Todos têm que te respeitar
Contribuindo para um ambiente
valoroso.
Se vês maltratar
crianças
 E nada fazes para
impedir o fim
Melhor seria pensares:
“E se me acontecesse a mim?”.
Se sofres de maus
tratos
E se é de alguém, uma tendência
Sê forte e firme e diz:
“Não quero mais violência”!
Se és de cor
diferente
Ou de outra nacionalidade
Deves ser bem tratada por todos
Com toda a naturalidade.
Defende os teus direitos!
Os adultos que os façam respeitar
Em harmonia com o “Jardim da vida”
Crianças e jovens ”flores” devemos amar.
 
 Isabel Saraiva
Membro da CPCJ de Nelas

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