Restaurante Zé Pataco brilha na qualidade da gestão

 

Proprietário considera o aumento do IVA “uma catástrofe para
o setor”
A somar às notáveis iguarias que
se podem degustar no Restaurante Zé Pataco, em Canas de Senhorim, a qualidade
de gestão da empresa familiar que o gere, foi mais uma vez reconhecida pelo
IAPMEI e Turismo de Portugal, com a conquista do prémio PME líder 2012, no
âmbito do programa FINCRESCE. Fundado em 1977, o Restaurante conheceu 20 anos
depois um grande impulso, com a mudança para as atuais instalações. O
verdadeiro Zé Pataco, cozinheiro “chef ” e timoneiro da empresa, orgulha-se de
ter uma empresa familiar, onde trabalham a esposa e filhos – “este é um dos
segredos do nosso sucesso”,
confidencia-nos orgulhoso por mais este prémio agora
obtido que considera “o reconhecimento e a recompensa pelo nosso trabalho, o
que é gratificante”.
Para além da aposta em serviços de batizados, casamentos e
eventos diversos, muitos dos quais no salão próprio com capacidade para 400
pessoas, o restaurante funciona com um dos mais vastos (senão o mais vasto)
cardápio da região, quer em pratos de carne, quer em pratos de peixe. 
“No total
temos sempre entre 40 a 45 pratos diferentes, sendo que o peixe fresco,
diariamente, é uma das nossas marcas – os clientes optam aqui muito pelo
peixe”.
“A nossa aposta passa também por uma boa relação preço/qualidade, e por
uma boa fidelização dos clientes”
, diz-nos, considerando que “a transmissão de
opiniões, de cliente para cliente, tem sido uma excelente publicidade para
nós”
. Sobre o polémico aumento do IVA, é mais um empresário do setor a lançar
duras críticas “se a situação já era muito difícil, devido ao aumento dos
encargos, agora torna-se uma catástrofe”. “É cada vez mais difícil sobreviver –
só fazendo muitos sacrifícios e servindo sempre igual ou melhor do que antes”
,
sustenta. É assim com algum pessimismo que encara o futuro da economia do país,
pois já está a sentir na pele “alguma diminuição no número de clientes e
principalmente o gasto médio por cliente que é cada vez mais baixo”.