Nelcivil – uma visão estratégica com resultados

– Maior empresa de construção civil de Nelas eleita mais uma vez PME Excelência

– Carlos Cabrita falou sobre o seu caso de sucesso empresarial, numa conferência organizada pela Caixa Geral de Depósitos e Jornal de Negócios, dedicada à competitividade empresarial

Uma empresa de cariz familiar, fundada em 1992, sendo portanto ainda jovem, recheada de êxitos empresariais, é como se pode classificar a Nelcivil – a maior empresa de construção do concelho e uma das maiores do distrito, com uma facturação de cerca de 20 milhões de euros, em 2008. Foi Miguel Carlos Henriques, com o seu espírito empreendedor, que decidiu há 17 anos fundar a empresa, que desde logo se especializou na construção de postos de abastecimento de combustível. Esta aposta não foi obra do acaso, dado que houve “uma grande visão estratégica”, disse o actual líder da empresa, Carlos Cabrita, por ocasião da palestra que efectuou no passado dia 7, em Viseu, numa conferência dedicada à competitividade empresarial, promovida pela CGD e Jornal de Negócios. Esta visão estratégica, teve a ver com um período virtuoso de construção de grandes infra-estruturas em Portugal, nomeadamente rodoviárias. “Iniciámos assim a nossa aventura, sob a ideia de inovar na construção”, afirmou Carlos Cabrita, que se orgulha de ter na sua carteira de clientes, várias empresas multinacionais de renome, como a Repsol, Total Fina, Galp Energia e mais recentemente também na área alimentar os grupos Sonae, Jerónimo Martins, Lidl, Intermarcé e Jumbo. O grande ponto de viragem para a empresa, situa-se no ano de 2003, quando a administração decide implementar o sistema integrado de gestão da qualidade, ambiente e segurança, ao abrigo das normas ISO 9001-2000, ISO 14 001 e 18 001. “Esta é uma mais valia para o cliente”, realça o sócio gerente da empresa, que refere ainda as “dificuldades que enfrentamos na questão ambiental, designadamente no destino a dar aos resíduos”. Actualmente com 126 trabalhadores, a Nelcivil tem conseguido crescer, mesmo em tempos de crise, quer ao nível do emprego, quer ao nível de facturação, tendo esta crescido significativamente entre 2006 e 2008 (de 14 para 20 milhões de euros), ainda que Carlos Cabrita reconheça que o actual exercício é ainda “uma incógnita”, dado que as incertezas ainda são grandes, na actual conjuntura.

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