GNR procede a 301 detenções em flagrante delito

A Guarda Nacional Republicana, para além da sua atividade operacional diária, levou a efeito um conjunto de operações, em todo o território nacional, entre os dias 11 e 17 de junho, que visaram, não só, a prevenção e o combate à criminalidade e à sinistralidade rodoviária, como também a fiscalização de diversas matérias de âmbito contraordenacional, registando-se os seguintes dados operacionais:

  1. Detenções301 detidos em flagrante delito, destacando-se:
  • 102 por condução sob o efeito do álcool;
  • 93 por condução sem habilitação legal;
  • 33 por tráfico de estupefacientes;
  • 20 por furto;
  • Nove por posse ilegal de armas e arma proibida;
  • Um por violência doméstica.
  1. Apreensões:
  • 4 253 doses de liamba;
  • 261 doses de óleo de canábis;
  • 193 doses de haxixe;
  • 107 doses de cocaína;
  • 82 pés de canábis;
  • 64,5 doses de heroína;
  • 35 armas de fogo;
  • 37 armas brancas ou proibidas;
  • 100 quilos de folha de tabaco.
  1. Trânsito:

Fiscalização 7 166 infrações detetadas, destacando-se:

  • 1 294 excessos de velocidade;
  • 647 por falta de inspeção periódica obrigatória;
  • 377 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou sistema de retenção para crianças;
  • 364 relacionadas com anomalias nos sistemas de iluminação e sinalização;
  • 330 por condução com taxa de álcool no sangue superior ao permitido por lei;
  • 318 relacionadas com tacógrafos;
  • 284 por uso indevido do telemóvel no exercício da condução;
  • 200 por falta de seguro de responsabilidade civil.

Manuel Henriques (CDS) critica duramente Luís Pinheiro

RESPOSTA AO COMUNICADO DA JUNTA DE FREGUESIA DE CANAS DE SENHORIM

Fui esta tarde surpreendido com um comunicado da Junta de Freguesia de Canas de Senhorim, num tom similar ao de alguns comunicados anónimos que circularam há dias, relativamente a uma opinião que proferi sobre a Casa do Frazão.

Como o referido comunicado faz considerações impróprias a meu respeito e a posições que tomei – que admito possam resultar de um entendimento menos correto dos autores quanto ao assunto – quero deixar os seguintes esclarecimentos:

1. Em primeiro lugar apelar à consciência dos signatários do Comunicado que, embora não pareça, ocupam transitoriamente cargos na Junta de Freguesia pelo que não devem confundir as suas aspirações políticas ou interesses pessoais com a ENTIDADE Junta de Freguesia. Refugiarem-se no brasão da Vila é uma “maldade” que fazem à instituição.

A questão dos interesses pessoais é crítica na medida em que a Casa do Frazão é propriedade de um familiar do Sr. Luís Pinheiro o que pode levar o referido a ter uma postura pouco lúcida nesta matéria.

2. Ainda relativamente à Casa do Frazão quero deixar um esclarecimento atendendo a que a minha intervenção na Assembleia Municipal pode não ter sido bem entendida pelo Sr. Mário Pires (presente na referida Assembleia) e pelo Sr. Luís Pinheiro (ausente em todas as Assembleias):

– Em primeiro lugar não deixarei branquear o facto de em 8 anos o atual edil Borges da Silva nunca ter apresentado qualquer plano para construir a Casa da Cultura. No atual e impropriamente chamado “mandato histórico” este equipamento continua sem qualquer perspetiva de execução. Como referi a 15/06/2021 “a situação atual da Casa do Frazão é também uma prova da incapacidade do Prof. Luis Pinheiro influenciar o que quer que seja nas ações deste Presidente. E andamos nisto há 20 anos…”. Mas este “companheiro de armas”, quase-adquirente dos terrenos da ex-CPFE, é para os amigos um pró-Canas.

– O que foi recusado naquela Assembleia Municipal foi uma cosmética eleitoral, com um custo de 200 000 € em que o atual executivo pretendia executar algumas “infraestruturas” que o Protocolo assinado imputa ao proprietário privado do terreno a fazer (familiar do Sr. Luís Pinheiro). Isto na ausência de um plano coerente para toda a obra visando apenas mostrar qualquer coisa a tempo das autárquicas. Como o meu compromisso é com o interesse público e só poderia recusar semelhante proposta. Pretende o Sr. Luis Pinheiro convencer o Município a oferecer estas contrapartidas a um particular?

– O Município de Nelas não deve colocar-se numa posição de fraqueza face ao proprietário do edifício e dos terrenos. O edifício está num estado de ruína por incúria do proprietário na medida em que a lei o obriga à sua reabilitação/conservação.

– Um próximo executivo deve examinar este dossiê com rigor, garantindo que não há intromissões de terceiros e que prevaleça o interesse público.

3. Sobre outras críticas pessoais já as vi contra outros e em diversos contextos, e por isso desvalorizo-as. Percebo-as apenas num contexto de dependência que alguns agentes têm desenvolvido com as instituições autárquicas locais, nestas se perpetuando, bem como com alguma excitação pré-eleitoral.

O que é um facto é que a Vila de Canas de Senhorim sofre um processo de empobrecimento todo ele coincidente com a vida política do Sr. Luis Pinheiro. A meu ver também por causa dele.

Todas estas más práticas do Presidente que passa a secretário e volta a Presidente (para contornar limitações de mandatos) são sintomas de uma doença que as pessoas podem, se quiserem, mudar nas próximas autárquicas.

4. Referir ainda que epítetos como “anti-canas” vindos de um “líder” do Movimento de Restauração do Concelho de Canas de Senhorim que, em negação do próprio mandato, aceitou assessorar o Presidente da Câmara Municipal, são de uma desfaçatez raramente vista. Não conheço maiores atos anti-Canas do que este.

5. Sobre candidaturas autárquicas muito me honra o convite feito pela Coligação PSD-CDS, a divulgar no devido tempo. E o Senhor Luis Pinheiro pode esclarecer, em comunicado, se será candidato pelo Partido Socialista? A população do Concelho de Nelas interroga-se se isto será possível.

Desta forma deixo o meu apelo a todos para que se respeite quem pensa diferente, sobre a Casa do Frazão ou outro assunto qualquer.

Canas de Senhorim, 18 de junho de 2021

Casa do Frazão (Canas de Senhorim) aquece pré campanha

Uma declaração do atual deputado municipal e líder da bancada do CDS em Nelas, Manuel Henriques, na sua página no Facebook, gerou uma reação do atual presidente da Junta, Luís Pinheiro (Movimento pela Restauração do Concelho) e de Mário Pires, membro do executivo e ex presidente da Junta.
Manuel Henriques, escreveu no passado dia 15 de junho: 
SOBRE A CASA DO FRAZÃO ( Canas de Senhorim)
O Presidente da Câmara Municipal de Nelas em oito anos nada fez para o Projecto da Casa do Frazão.
Em Setembro passado pretendia um cheque em branco de 500 mil euros para a construção de “umas infraestruturas” num loteamento que não existe e para o “inicio da reabilitação do edíficio”.
Que se perceba : só irresponsáveis (ou pessoas com interesses pouco claros no assunto) aprovariam semelhante iniciativa.
Talvez a mudança de poder no concelho permita a clarificação de tudo o que gravita à volta desta propriedade.
No meu caso pessoal pedi que fosse apresentado um Projecto e não um cheque em branco para coisa nenhuma. Como primeiro eleito do CDS-PP na Assembleia Municipal não posso assinar de cruz outra vergonha como a do Projecto Caves onde o Município de Nelas já gastou centenas de milhares de euros em projectos sem uma só pedra estar levantada. Para o generoso povo de Canas de Senhorim o Dr. Borges da Silva e seus aliados entendem que nem projecto é preciso.
A situação actual da Casa do Frazão é também uma prova da incapacidade do Prof. Luis Pinheiro influenciar o que quer que seja nas ações deste Presidente. E andamos nisto há 20 anos…..
Hoje,18 de junho, os autarcas Luís Pinheiro e Mário Pires fizeram chegar à nossa redação um comunicado onde critica a posição assumida pelo centrista: 

“Esta Junta de Freguesia não tem como hábito responder a algumas aleivosias do costume que proliferam por aí nas redes sociais mas, desta vez, tratando-se de um Candidato com alguma responsabilidade, por uma questão da reposição da verdade, consideramos que isto ultrapassou o razoável, senão vejamos:

Relativamente ao projeto da Casa da Cultura o Sr. desconhece que este existe e até muito bem conseguido mas, com grande pena nossa e os votos contra dos mesmos de sempre entre os quais o do Dr. Manuel Henriques, não estamos numa fase mais avançada; Onde andou o Sr. nestes tais últimos 20 anos? – A preparar a sus candidatura? A enveredar por uma alternativa construtiva? – A trabalhar em prol de projetos para Canas?… – Todos sabem que não. De facto o Presidente da Junta não tem, nem deve ter capacidade para influenciar seja quem for e, muito menos o Sr. Presidente da Câmara pois só faz sentido negociar, defender e apresentar propostas/projetos de maneira que estes se concretizem de forma democrática. Nestes tais 20 anos referidos, o Presidente da Junta, tem demostrado trabalho, afinco e dedicação pela sua Terra como nos mostra a história, a obra e as muitas votações que este Povo, sempre, tem reconhecido, tanto nas falhas como nas virtudes. De facto, estivemos mal em ter colocado em 2005 a coligação PSD/CDS no poder Camarário que, em 8 anos, deveria também, neste caso, depois da compra da Casa do Frazão, ter iniciado a obra e a sua respetiva candidatura. Como o Sr. vem só aqui de passagem, nem sequer dá conta do trabalho incessante que é preciso para defender e preservar as Instituições da Freguesia e seguir com as obras possíveis para combater a desertificação, aumentando e requalificando o Parque Industrial, assim como a abertura de novas ruas. Porque, só por aqui se pode apostar no futuro.

Paulo Catalino confirmado candidato pelo PS

Um comunicado de hoje,18 de junho, do Presidente da Federação do PS, é inequívoco sobre a designação do candidato socialista à presidência da Câmara Municipal de Carregal do Sal.

José Rui Cruz faz saber que “no próximo dia 22 de junho, o nome do distinto médico e presidente da concelhia,Paulo Catalino será ratificado pela Comissão Política Distrital, como candidato à Câmara Municipal”.

O dirigente avança mais uma vez com a “recusa” de Rogério Abrantes, em janeiro de 2021, de ser reconduzido na candidatura à Câmara. No comunicado é referido que o fez de forma “inabalável, invocando motivos de ordem pessoal”.

“O nome de Paulo Catalino mereceu unanimidade e total apoio nos órgãos políticos concelhios e distritais do partido e será o único que, naturalmente, irá apresentar-se às próximas eleições nas listas do PS”, frisa José Rui Cruz.

Lembramos que como noticiámos, já foi colocado um cartaz da candidatura, na vila de Carregal do Sal. Entretanto, soubemos junto de fonte ligada ao PS nacional, que este comunicado do presidente da Federação distrital de Viseu, foi feito com a anuência e em concertação com o Secretário Geral Adjunto dos socialistas,José Luís Carneiro.

Prestação sólida no Campeonato Nacional de Contra Relógio

A Equipa Continental UCI Tavfer-Measindot-Mortágua iniciou hoje a sua participação nos Campeonato Nacionais, hoje com a prova de Contra Relógio numa extensão de 30, 5 quilómetros em Vila Velha de Ródão.

Na prova de Sub23 contávamos apenas com a participação de Pedro Pinto. De entre os 22 participantes, Pedro alcançou a 7a posição com o tempo de 41m48s, registando assim mais 2m08s do que o vencedor Fábio Fernandes (Efapel). Um bom registo do nosso jovem ciclista que tem vindo a melhorar de ano para ano nesta vertente do Contra Relógio.

Já nos Elites contávamos com a participação de Gaspar Gonçalves e Joaquim Silva que se bateram também muito bem. O vencedor foi João Almeida (Deceuninck-Quick Step) venceu por larga margem. Gaspar Gonçalves foi o 7o classificado gastando mais 3m17s do que o vencedor e Joaquim Silva viria a terminar logo a seguir na 8a posição, a 4m22s.

Uma boa prestação dos nossos ciclistas e um bom início de Campeonatos Nacionais. Amanhã terá a lugar a Prova de Fundo de Sub23 onde vamos contar com a participação de pedro Pinto. Serão cerca de 170 quilómetros que terão início às 14:30h.

Classificação Contra Relógio
Vila Velha de Ródão – Vila Velha de Ródão: 30,5Kms Sub23
1.o Fábio Fernandes (Efapel), 39m45s
7.o Pedro Pinto (Tavfer-Measindot-Mortágua), a 2m03s

Elites

1.o João Almeida (Deceuninck-Quick Step), 36m20s
7.o Gaspar Gonçalves (Tavfer-Measindot-Mortágua), a 3m17s 8o Joaquim Silva (Tavfer-Measindot-Mortágua), a 4m22s

Mini Ecopontos instalados em Carregal do Sal

Distribuição de mini-ecopontos domésticos e exposição itinerante de sensibilização da AMRPB arranca dia 21 de junho, em Carregal do Sal

Carregal do Sal recebe, na próxima 2.a feira, 21 de junho, a viatura itinerante de sensibilização da Associação de Municípios da Região do Planalto Beirão.

É o mote para a apresentação do Plano de Sensibilização e Educação Ambiental da Associação, que traz ao Concelho, durante toda a semana, a exposição “Ideia com Futuro – Reciclar no Planalto Beirão”, em viatura itinerante, que a cada dia estará num local diferente.

Aberta ao público em geral e, de forma particular à comunidade escolar, a exposição permite-lhe o acesso a um conjunto de atividades lúdico-pedagógicas, vídeos, apresentações e jogos interativos, cujo objetivo é sensibilizar a população para a importância da Economia Circular e do papel de cada um na separação dos resíduos para reciclagem.

No âmbito do Plano de Sensibilização e Educação Ambiental serão também distribuídos cerca de 2900 mini-ecopontos domésticos nosdomicílios do Concelho, tarefa que estará a cargo de colaboradores da empresa Formato Verde, devidamente identificados e credenciados para o efeito e mediante o cumprimento das normas associadas ao atual contexto de pandemia de Covid-19.

Nota do presidente da Câmara de Carregal do Sal, Rogério Abrantes

 

Cultura no Dão em Mangualde e Nelas

Cartaz Cultura no Dão propõe drive in no sopé de um monte, concertos de JAZZ e R&B, descoberta dos trilhos pré-históricos do pastoreio e muito mais 

No âmbito do projeto em rede que une os três Municípios intitulado “Cultura no Dão”, os meses de junho e julho arrancam com propostas diversificadas como ir a uma sessão de cinema drive in no sopé de um monte, assistir a uma performance artística multidisciplinar que une associações locais, percorrer os trilhos da pré-história da pastorícia, entre outros. Estes são alguns dos eventos que marcam o arranque do verão cultural em Penalva do Castelo, Nelas e Mangualde.

 O primeiro evento do cartaz Cultura no Dão que deu início à temporada de verão aconteceu com a transmissão do concerto do guitarrista jazz Francisco Sales, dia 13 de junho, às 18 horas no Facebook do Município de Penalva do Castelo. Em Nelas, já no dia 20 de junho, será possível percorrer os trilhos da pré-história da pastorícia e entender como estas comunidades viviam. O encontro está marcado para as 09h na Orca do Folhadal, em Nelas, sítio arqueológico que revelou etapas distintas do Neolítico regional. Já o Município de Mangualde recebe a 25 e 26 de junho, pelas 21h30, sessões de cinema em drive in com uma localização muito especial – o sopé do monte da Sra. do Castelo. No dia 27 de junho, pelas 15 horas poderá assistir no Facebook do Município de Penalva do Castelo ao concerto a solo de José Eduardo Magalhães.

14 de Julho, no largo Dr. Couto em Mangualde será possível assistir à estreia do espetáculo multidisciplinar “Nas Cores da Beira”, projeto artístico a cargo da CulturDão e do Teatro Hábitos. Posteriormente será apresentado em itinerância nos Municípios de Nelas e Penalva do Castelo. No mesmo local, no dia 16 de julho, será a vez dos sons da dança e eletrónica do quarteto Basilda fazerem-se ouvir. Não faltará a oportunidade de ouvir o álbum de estreia.

Mais sobre “Cultura no Dão”

O programa “Cultura no Dão” pressupõe a itinerância e o intercâmbio cultural de eventos nos Municípios de Mangualde, Nelas e Penalva do Castelo. Tem como intuito contribuir para apoiar os agentes culturais e estimular a dinâmica económica, bem como valorizar o património artístico-cultural da região, a sua identidade e comunidades, reforçando a atratividade do território e o incremento do seu valor turístico.

O programa é promovido pelos Municípios de Mangualde, Nelas e Penalva do Castelo e cofinanciado pelo Centro 2020, Portugal 2020 e União Europeia através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

Detido por posse ilegal e armas proibidas

O Comando Territorial de Viseu, através do Núcleo de Investigação Criminal (NIC) de Mangualde, ontem, dia 17 de junho, deteve um homem de 39 anos por posse ilegal de armas, no concelho de Sátão.

No âmbito de uma denúncia de que o suspeito teria, ilegalmente, diversas armas em casa, os militares desenvolveram diligências de investigação que culminaram no cumprimento de um mandado de busca domiciliária, tendo sido apreendido o seguinte material:

  • Três armas de fogo;
  • Uma arma de alarme;
  • 784 munições de diversos calibres;
  • Duas cartucheiras;
  • Uma granada de gás;
  • Um aerossol de defesa.

O detido foi constituído arguido, e os factos foram remetidos ao Tribunal Judicial de Sátão.

Esta operação contou com o reforço do Posto Territorial do Sátão.

Acidente de viação com carro do Ministro Eduardo Cabrita provoca um morto

O Ministério da Administração Interna informa que, hoje, no regresso de uma deslocação oficial a Portalegre, a viatura que transportava o Ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, sofreu um acidente de viação, do qual resultou a morte, por atropelamento, de um cidadão na autoestrada A6.

O acidente em causa foi participado pela Guarda Nacional Republicana e será naturalmente investigado, de acordo com os procedimentos em vigor.

O Ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, lamenta profundamente o sucedido e apresenta sentidas condolências à família enlutada.

Entrada da Lapa do Lobo (Nelas) com mais um Lobo e oliveiras antigas

Numa excelente iniciativa promovida pela Junta de Freguesia da Lapa do Lobo, está agora a principal entrada da Freguesia muito mais bonita, apelativa e representativa do orgulho Lapense, com a plantação de 25 oliveiras antigas, a colocação de um penedo de 8 toneladas e sobre ele um imponente lobo em metal.
A Junta contou com a colaboração da empresa “Agrepor” e da Câmara Municipal neste investimento de atração territorial que orçou no total em mais de 5.000€.
Fonte: CM de Nelas

Nelas.Grupo de voluntários inicia colaboração no centro de vacinação

Na sequência da criação do projeto para angariação de Voluntários para o Centro de Vacinação de Nelas, através do Banco Local de Voluntariado de Nelas, coordenado pelo Serviço Municipal de Apoio à Economia Social do Município de Nelas, foi celebrado na passada terça-feira, dia 15 de junho, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Nelas, na presença do Senhor Presidente da Câmara Municipal e da Senhora Engª Inês Mendonça, como elemento da Proteção Civil e responsável pelo Centro de Vacinação Local, o Contrato de Voluntário entre o Município de Nelas e parte desse grupo de voluntários.
Destacar que alguns destes elementos, já iniciaram as funções no Centro de Vacinação de Nelas, numa linha de complementaridade ao trabalho que está a ser desenvolvido diariamente no Centro de Vacinação de Nelas, em prol de toda a comunidade.
Este grupo de voluntários foi dotado de formação para iniciar as funções, por forma a garantir o bom trabalho desenvolvido por todos os colaboradores em articulação com a equipa de saúde.
Deixamos aqui o nosso agradecimento a todos os munícipes que de uma forma voluntária, apresentam a sua disponibilidade e dedicação para uma causa também social, contribuindo para o bem-estar e segurança da comunidade local.
De referir que este grupo não se encontra fechado, sendo que o Banco Local de Voluntariado Local se encontra recetivo para a inscrição de novos voluntários.
O nosso bem-haja a todos!
Fonte: Município de Nelas

PSA Mangualde em lay off parcial até 14 de dezembro

Os trabalhadores do Centro de Produção de Mangualde da multinacional do setor automóvel irão entrar em regime de lay-off parcial, com 80% da remuneração. O Tribunal do Trabalho sentenciou recentemente que a empresa “violou objetivamente o direito à greve”.

Segundo fonte do Interior do Avesso, “os trabalhadores têm a possibilidade de optar por estar em bolsa de horas ou lay-off (até esgotarem o saldo da bolsa de horas)”. Depois de esgotado o saldo, “passam para lay-off automaticamente”.

O motivo para adoção desta medida, que afeta a totalidade dos trabalhadores, cerca de 841, prende-se com a falta de componentes.

O lay-off parcial no Centro de Produção de Mangualde está previsto até 14 de dezembro, até lá vai operando conforme a disponibilidade de componentes.

PSA Citroen violou o direito à greve

Pela luta dos trabalhadores, o SITE Centro-Norte (Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Actividades do Ambiente) ganhou recentemente um caso no Tribunal de Trabalho de Viseu, em que “ficou claro que a empresa, com as medidas que colocou em prática durante a greve, violou objetivamente” um direito que é constitucional.

Segundo comunicado, a que o Interior do Avesso teve acesso, do SITE Centro Norte, dirigido aos trabalhadores da PSA – Citroen, ficou ainda reconhecida “a ilegalidade do prémio de assiduidade”, tendo o Tribunal decidido pelo seu pagamento, com mais de 4% de agravamento, aos trabalhadores que o viram cortado estando em greve.

A empresa está também sujeita ao pagamento de coimas, a determinar pela ACT, “em particular derivado do incumprimento dos períodos de descanso dos trabalhadores e das jornadas de 16 horas seguidas que impôs a alguns.” O objetivo desta medida “era substituir os grevistas”, o que também constitui ilegalidade.

“A empresa foi sancionada em toda a linha, lamentando este Sindicato que uma empresa com a grandeza da PSA CITROEN tenha usado de mecanismos ilegais com o único objetivo de contrariar a luta dos trabalhadores e o seu legítimo e justificado recurso do exercício do direito à greve”, resume o sindicato.

Esta é “uma vitória dos trabalhadores”, que, pela sua persistência, “obrigam a empresa a alterar procedimentos”.

In: Interior do Avesso

BE Carregal do Sal volta a denunciar poluição em Beijós

O Núcleo Concelhio de Carregal do Sal do Bloco de Esquerda recebeu, hoje, uma denúncia de um munícipe sobre a situação lastimável que se encontra a Ribeira de Travassos, em Beijós. 

De seguida, alguns membros do Núcleo deslocaram-se ao Poço da Relva, localizado no centro da localidade de Beijós, e puderam comprovar o estado preocupante da Ribeira de Travassos, com grande quantidade de espuma e com cheiro a produtos industriais.

Lembramos que esta Ribeira é um dos encantos naturais do concelho e da freguesia de Beijós. É um local que aviva a memória e traz recordações à população de Beijós, já que era um espaço onde muitas gerações conviveram e aprenderam a nadar. Era o ponto de encontro dos jovens no Verão, mas que hoje em dia não passa de mais de um curso de água poluído e abandonado, à semelhança do que acontece um pouco por toda a região.

Durante décadas foi a população de Beijós que manteve o espaço apto para o seu usufruto, limpando o mato à volta para acondicionar o acesso ao Poço da Relva. Hoje em dia, está num estado de abandono total por culpa das entidades competentes.

O Bloco apresentou, no mês passado, um Projeto de Resolução na Assembleia da República que tem como objetivo despoluir a sub-bacia do Rio Dão, onde está incluída a Ribeira de Travassos. Este projeto foi aprovado por unanimidade e cabe agora às entidades competentes colocá-lo em prática, com a urgência que a situação exige.

Já em 2016, o Bloco de Esquerda levantava esta questão. Nesta altura, algumas unidades industriais sediadas em Nelas viram-se obrigadas a instalar Estações de Tratamento de Águas Residuais para evitar assim uma possível contaminação dos cursos de água, nomeadamente na Ribeira de Travassos. Hoje em dia, o problema mantém-se mostrando um grande desrespeito pelo território onde geram riqueza.

Consideramos que estes atentados ao património comum são inconcebíveis em qualquer parte do mundo, mas sobretudo num território já por si penalizado pela baixa densidade populacional, pela falta de oportunidades e pela falta de acesso aos serviços públicos. As entidades competentes não são proativas na resolução destes problemas perpetuando assim a destruição de locais naturais e com capacidade para serem motores de desenvolvimento local.

O Núcleo Concelhio do Bloco de Esquerda de Carregal do Sal exige que esta solução termine e que se respeite as populações de Beijós e do concelho de Carregal do Sal. O Núcleo vai dar conta desta situação às entidades competentes, nomeadamente à Agência Portuguesa do Ambiente, ao SEPNA e à Câmara Municipal de Carregal do Sal.

Como sempre, podem contar com o Bloco para proteger e preservar o património comum: o meio ambiente.

Nota de imprensa do BE Carregal do Sal

Portugueses que salvaram vidas do Holocausto

Uma comunidade precisa de referências morais. Todos os portugueses que salvaram vidas do Holocausto devem ser considerados como exemplos de dignidade e valentia”, sublinha o ministro dos Negócios Estrangeiros ao DN. Augusto Santos Silva preside nesta quinta-feira, no Palácio das Necessidades, em Lisboa, à cerimónia de lançamento de três livros dedicados à temática do Holocausto, dois deles sobre heróis – a biografia de Aristides de Sousa Mendes e um livro sobre os salvadores portugueses em geral – e outro sobre as vítimas portuguesas do sistema concentracionário nazi.

Trata-se de edições de bolso, da Imprensa Nacional Casa da Moeda, através da coleção “O Essencial sobre”, porque o objetivo é chegar ao maior número de pessoas, dando-lhes a conhecer o que se passou há 80 anos na Europa durante a Segunda Guerra Mundial, nomeadamente o terror de Adolf Hitler contra os judeus, mas não só. Até portugueses sem qualquer ligação ao judaísmo acabaram por morrer por culpa dos nazis.

“Biografar Aristides de Sousa Mendes, como qualquer um dos “salvadores”, é sempre uma tarefa difícil, apesar de existirem já diversos trabalhos de investigação. Todos nós nos perguntamos o que terá levado Aristides, naquele mês de junho de 1940, a desobedecer uma vez mais às diretivas recebidas de Lisboa. Aliás, a questão coloca-se não só à atuação do antigo cônsul de Portugal em Bordéus, mas à de todos os homens e mulheres que colocaram as suas carreiras e muitas vezes as suas vidas em perigo para ajudar pessoas que nem sequer conheciam. Na defesa que Aristides apresentou aquando do seu processo disciplinar, ele explica que o fez por “razões de humanidade que não distinguem raças nem nacionalidades”, diz ao DN Cláudia Ninhos, autora de Aristides de Sousa Mendes.

Acrescenta a investigadora do Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa (IHC-Nova) que a história de Aristides “ficou esquecida durante décadas e tem sido alvo de negacionismo e distorção. Para além das críticas à sua ação (recordo nomeadamente a última polémica em que um dirigente do CDS se referiu a ele como “agiota de judeus”), o processo de reconhecimento e reabilitação foi lento e cheio de obstáculos. O estado de degradação a que chegou a Casa do Passal, que quase ruiu, reflete bem a escassa importância e o fraco reconhecimento a que foi votado. Espero que esta biografia seja mais um dos vários contributos que ajudem a compreender este acontecimento, através do cruzamento e do confronto de fontes e da análise do difícil contexto histórico daquele que foi o mais difícil momento da neutralidade portuguesa”.

Entrevistei um dia Salvador Reis Garrido sobre o seu avô, Carlos Sampaio Garrido, embaixador em Budapeste entre 1939 e 1944 e que se tornou, em 2010, o segundo português a ser reconhecido pelo Yad Vashem, em Israel, depois de Aristides de Sousa Mendes. Na época, o descendente desse “justo” português declarou admirar muito a coragem de Aristides, o famoso cônsul de Bordéus, que terá salvado 30 mil vidas, de judeus e outros perseguidos pelo nazismo, mas pediu também atenção para outros heróis da época e, de certa forma, um outro dos livros da coleção “O Essencial sobre”, intitulado Os Salvadores Portugueses, corresponde a esse desafio. “O Yad Vashem distinguiu, até hoje, quatro portugueses pelo papel que desempenharam na proteção a judeus perseguidos pelo nazismo: o cônsul Aristides de Sousa Mendes, o embaixador Carlos Sampaio Garrido, o padre Joaquim Carreira e o emigrante em França José Brito Mendes”, nota Margarida de Magalhães Ramalho, também investigadora do IHC-Nova, que salienta achar a lista curta.

Para a autora de Os Salvadores Portugueses, “falta ainda reconhecer o importante trabalho desenvolvido, em Budapeste pelo encarregado de Negócios Carlos Teixeira Branquinho. Apesar das pressões do governo húngaro pró-nazi e dos obstáculos que teve de superar, Branquinho conseguiu levar a bom porto o trabalho de proteção aos judeus daquele país iniciado pelo seu antecessor, o embaixador Sampaio Garrido. Mas estes diplomatas portugueses não foram os únicos a fazer a diferença. Sabe-se que muitos outros tentaram ajudar. Emitindo vistos pontuais que não podiam, contornando regras, não pedindo dinheiro por trabalharem fora de horas ou mesmo, como foi o caso de Manuel Homem de Mello, partilhando senhas de racionamento com uma família judia amiga que se encontrava escondida tendo ainda entregue parte das suas poupanças a um elemento da Gestapo para tentar salvar da morte uma jovem dessa família”. Conclui Margarida de Magalhães Ramalho que “nem sempre temos a capacidade ou a coragem de fazer tudo o que é necessário. Mas, se fizermos alguma coisa, já não é mau”.

O terceiro livro a ser hoje apresentado resulta do trabalho de uma equipa liderada pelo historiador Fernando Rosas e tem como título Os Portugueses no Sistema Concentracionário do III Reich. Centrando-se na já numerosa comunidade portuguesa que vivia em França no início da Segunda Guerra Mundial, o livro revela que pelo menos 381 portugueses estiveram presos pelos alemães, 14 deles em campos prisionais, destinados a delitos comuns, 67 em campos de concentração, para onde ia quem se tinha alistado na resistência ou tinha atividades políticas como o sindicalismo, e 300 como prisioneiros de guerra nos Stalag, neste caso portugueses integrados de há muito em França e que serviam nas forças militares francesas, como, por exemplo, a Legião Estrangeira.

Em conversa com o DN, Fernando Rosas sublinha que “nos campos de concentração e nos campos prisionais havia trabalho escravo, trabalho até à exaustão total, até morrer. Identificámos 30 portugueses que morreram. Há mais dez mortos sobre os quais existem dúvidas se são portugueses”. O trabalho de investigação desenvolvido por uma equipa onde se incluem também Ansgar Schaefer, António Carvalho, Cláudia Ninhos e Cristina Clímaco, inclui ainda os portugueses obrigados a trabalhar na Alemanha nazi.

“Falta agora estudar o que se passou na Bélgica, outro país europeu ocupado onde existia uma presença significativa de portugueses, para se ter uma ideia mais completa do número total de vítimas portuguesas do sistema concentracionário nazi”, acrescenta o historiador.

Este lançamento dos três livros insere-se no projeto governamental Nunca Esquecer – Programa Nacional em torno da Memória do Holocausto, comissariado por Marta Santos Pais, e destinado a assinalar ao longo de 2020 e 2021, por ocasião dos 80 anos da ação de Aristides (17 de junho de 1940), uma temática da história do século XX que afetou toda a Europa e Portugal não foi exceção, apesar de ser um país neutral.

Também os CTT se associam hoje a esta celebração do heroísmo de alguns portugueses, no caso dos diplomatas desobedecendo às diretivas de Lisboa. “Vamos pôr em circulação mais cinco selos homenageando as grandes figuras da nossa história que são Aristides de Sousa Mendes, Alberto Teixeira Branquinho, Carlos Sampaio Garrido, José Brito Mendes e o padre Joaquim Carreira”, diz Raul Moreira, diretor de Filatelia dos CTT, acrescentando que a empresa cumpre assim “a nossa obrigação de dar a conhecer através dos nossos selos de correio aquilo que de mais importante se fez em Portugal e no mundo e as individualidades que mais contribuíram para honrar o país e os valores supremos da humanidade”.

In: Diário de Notícias

“Borges da Silva continua no seu registo de mentira e de baixa política”

A VERDADE DA MENTIRA Uma saga sem fim.

Borges da Silva continua no seu registo de mentira e de baixa política.

A última foi a nota de imprensa sobre a agregação e a reversão das freguesias de Aguieira e Moreira. Saliente-se que estas freguesias foram agregadas devido ao memorando da troika negociado e assinado pelo PS e pelo Primeiro Ministro de então, de seu nome José Sócrates.

Ao contrário do que Borges da Silva, deliberadamente, refere, foi o trabalho realizado pelo executivo c marário do PSD/CDS, pelos executivos das juntas de freguesias à época, bem como pelos restantes órgãos autárquicos, que permitiu reverter quase a totalidade das agregações. Deve-se recordar que no projeto inicial de agregação das freguesias o Concelho de Nelas apenas mantinha 5 freguesias.

Apesar de todo o empenho dos órgãos autárquicos de então não foi possível reverter o processo em duas dessas freguesias. Ainda assim, foram utilizados todos os meios judiciais possíveis, tentando que a lei fosse julgada como inconstitucional, recorrendo para o Tribunal Constitucional, mas também políticos e cívicos, com reivindicações e manifestações no Terreiro do Paço, para que Aguieira e Moreira não fossem agregadas, como facilmente se pode comprovar.

Antes de lançar mentiras ostensivas e deliberadas para enganar as populações – até porque, ao contrário do que quer fazer parecer, infelizmente, a reversão não será ainda para já, – Borges da Silva podia e devia ter falado com quem esteve no processo, como por exemplo o seu Vice Presidente atual, Fernando Silvério, nesse tempo Secretário da Junta de Freguesia de Moreira, que, estamos certos, lhe diria a verdade dos factos.

A um Presidente de Câmara pede-se um outro caráter político.
Os Munícipes merecem que se fale a verdade.
Merecem que não os tentem enganar por interesses pessoais políticos. A mentira não pode ser o dia a dia de um Presidente de Câmara.

Candidatura de Joaquim Amaral (PSD/CDS)

Estala o verniz no CF Carregal do Sal. Comunicado da direção cessante

Clube de Futebol de Carregal do Sal

Comunicado da Direcção cessante

Em face do ruído que surgiu subitamente quanto à não continuidade da actual Direcção cessante do Clube de Futebol de Carregal do Sal, faz a mesma saber o seguinte:

1. Após o anterior Presidente da Direcção do Clube, Gonçalo Abrantes, há 4 anos atrás, ter manifestado a intenção de sair da Direcção do Clube, os restantes membros da Direcção manifestaram também vontade de sair, o que acabou por não acontecer porque, entretanto, aquele convidou o actual Presidente, Paulo Catalino, para assumir a Direcção, tendo a equipa então formada assumido o compromisso com o Clube por mais 2 anos.

2. Foram prioridades e objectivos assumidos pela Direcção em Junho de 2017:

– Encontrar melhores condições de habitabilidade e alimentação dos atletas, custeando grande parte das respectivas despesas, tais como rendas e alimentos;

– Realizar obras de remodelação nas infra-estruturas de apoio à actividade desportiva, por forma a converter as duas salas anteriormente utilizadas como dormitórios numa sala de reuniões e numa sala para uso das camadas de formação; remodelar o espaço que era apelidado de “cozinha” e dotá-lo das condições de higiene e salubridade necessárias; remodelar o bar do clube, dotando-o também das condições de conforto, higiene, segurança necessárias, e que não existiam; remodelar a lavandaria e a zona técnica para arrumação do material das camadas jovens, cujos espaços se encontravam degradados e eram exíguos; remodelar as casas de banho, que se encontravam em condições deploráveis, não reunindo as mínimas condições de higiene, sendo impensável que as mesmas fossem utilizadas por quem que seja;

– Aquisição de diverso mobiliário de escritório, sobretudo para a criação da sala da formação das camadas jovens e sala de reuniões, que não existiam até então, dotando-as de secretárias, mesas, estantes, cadeiras, impressora e computador;

– Aquisição de novos equipamentos para a sala de tratamentos, utilizados na reabilitação física de forma a permitir uma melhor performance dos atletas, evitando assim custos acrescidos e a contratação de serviços externos;

– Aquisição de diversa maquinaria nova necessária para tratar dos equipamentos desportivos utilizados pelos atletas, como máquinas de lavar e secar roupa, o que até então era assegurado por máquinas velhas e obsoletas, que necessitavam de reparações constantes, com custos para o Clube e que perturbaram o normal funcionamento da estrutura;

– Aquisição dos electrodomésticos necessários para equipar a cozinha, nomeadamente frigorífico, micro-ondas, fogão, exaustor, esquentador, móveis, banca e TV, evitando-se assim os custos das reparações constantes e do normal funcionamento do Clube.

3. Tudo isto com vista a melhoria das condições das infra-estruturas e assim dignificar e potenciar a prática desportiva dos nossos cerca de 150 jovens atletas. O que foi conseguido!

4. Foi também objectivo da Direção investir na aquisição de LEDs para os holofotes do estádio, o que se conseguiu a expensas próprias e com o apoio do IPDJ, permitindo diminuir em cerca de 50% o consumo energético e o valor das contas, situação que aproveitou não apenas a Direcção cessante, mas também as vindouras, e que constituiu um passo importante na protecção do nosso meio ambiente.

5. Todas estas medidas, trabalhos e aquisições, absolutamente essenciais e indispensáveis a qualquer associação com a dimensão do Clube de Futebol de Carregal do Sal, e em pleno século 21, comportaram, naturalmente, gastos na ordem dos 50 mil euros.

6. O que foi possível graças aos apoios prestados pelo IPDJ (que custearam uma parte dos investimentos realizados), bem como a patrocínios de entidades privadas, tudo perfazendo cerca de 30 mil euros, tendo o Presidente do Clube emprestado o valor residual de 18.800 mil euros (estando actualmente em dívida 15.000,00 €), o que o clube muito agradece, já que o fez de forma gratuita (sem juros) e sem prazo convencionado.

7. Pois, não é normal alguém emprestar dinheiro, neste caso a um Clube, para que o mesmo possa honrar os seus compromissos, e que em vez de ser agraciado com esse gesto nobre, só ao alcance de muitos poucos, seja, pelo contrário, apontado como um agiota malfeitor, que apenas pretende protagonismo e destruir o clube.

8. Em fevereiro 2019, o Sr. Rogério Abrantes, na qualidade de Presidente da Câmara Municipal de Carregal do Sal, sabendo de antemão que a Direcção não tinha intenção de continuar em funções, deslocou-se às instalações do Clube e solicitou um esforço extra à equipa de então para cumprir mais um mandato de 2 anos, de forma a colaborar e acompanhar as obras da nova bancada e balneários do clube.

9. Curiosamente, nessa altura, com as obras realizadas e equipamentos já adquiridos, não foram lançadas à Direcção quaisquer acusações de má gestão, antes pelo contrário, houve sim reconhecimento pelo trabalho realizado, tendo inclusive o Sr. Rogério Abrantes sugerido à Direcção que dirigisse à autarquia um pedido de apoio financeiro, através da medida 6 do regulamento das associações, para ajudar na comparticipação do investimento feito até então. O que a Direcção fez, mas não teve qualquer tipo de acolhimento pela autarquia.

10. Estranha-se que 2 anos volvidos desde então, e depois de se ter melhorado substancialmente o activo do Clube e bem assim as condições para a prática desportiva dos atletas, se venha atirar areia para os olhos dos sócios, desconhecendo-se as reais e verdadeiras intenções de tal comportamento, e percebendo-se que o que está em causa não é o futuro do Clube.

11. O Clube de Futebol de Carregal do Sal sempre teve, ao longo dos anos, passivo, e assim aconteceu também no tempo das Direcções anteriores, apenas com os custos inerentes às equipas seniores e sem qualquer obra visível.

12. Ademais, cumpre esclarecer que o Clube de Futebol de Carregal do Sal não apresenta actualmente qualquer dívida a fornecedores, treinadores, atletas, Finanças, Segurança Social, Associação de Futebol de Viseu, GNR ou a qualquer outra entidade com quem se relaciona.

13. O Clube de Futebol de Carregal do Sal tem obra realizada e visível nas suas instalações, que em muito valorizam e dignificam o Clube, os sócios, os atletas e toda a comunidade de Carregal do Sal. Obra essa que, infelizmente e dada a simplicidade da contabilidade do Clube, não se encontra reflectida nas contas, como incremento patrimonial de grande valor.

14. A autarquia, em face do investimento que foi feito no Clube, poderia e deveria ajudar a financiar as obras e os melhoramentos que aqui foram realizados, tanto mais que ainda está em vigor um contrato de comodato celebrado entre o Clube e o Município de Carregal do Sal, no qual se encontra prevista a obrigação da autarquia proceder a todos os trabalhos de reparação e manutenção do estádio, sendo certo que este Clube nunca recusou a cedência das suas instalações a outras colectividades do concelho.

15. A autarquia podia e deveria ter apoiado as obras imprescindíveis do Clube, como fez transparecer que iria fazer no dia em que solicitou que esta Direcção continuasse à frente dos seus destinos. Podia e deveria ter atribuído ao Clube a verba relativa ao subsídio da época 2020/2021 na sua totalidade, como fez com outras associações do concelho relativamente ao ano de 2020, mesmo não tendo realizado a totalidade das suas actividades nesta época pandémica, como, aliás, o fez com as restantes associações, exceptuando o Clube de Futebol de Carregal do Sal.

16. Podia ter feito a aquisição de um terreno propriedade do Clube, que ficou descontinuado com a abertura do novo arruamento, que a autarquia referiu ter interesse para um futuro espaço de lazer, em complemento de uma futura urbanização da área envolvente. Apesar da insistência informal e formal no mesmo, e sem prejuízo da decisão dos sócios, que ainda seria necessário obter em Assembleia Geral, fomos recentemente informados pela autarquia que o negócio carecerá da realização de uma avaliação a efectuar ao terreno, e ficará para momento oportuno.

17. A Direcção cessante tinha previsto sair em 2019, ficou mais um mandato a pedido do Sr. Presidente de Câmara.

18. A Direcção cessante informou em devido tempo que não se recandidataria e, por isso, não entende porque é que apenas o Presidente da Direcção tinha de fazer pontes para encontrar nova direcção, esquecendo o Sr. Presidente da Mesa da Assembleia, Vasco Jorge, que o esforço deve ser colectivo, inclusive da sua pessoa, dado ser essa uma das suas atribuições e à semelhança do que já fez no passado, nessa mesma qualidade.

19. Esta Direcção, sabendo que a maioria dos elementos não iria continuar para além do ano de 2021, desde o início do seu mandato começou por fazer/estabelecer pontes, atribuindo as funções que tipicamente estavam confiadas ao núcleo duro da Direcção a outras pessoas do staff do Clube e de Direcções anteriores, mas que neste momento também não se encontram disponíveis para continuar.

20. A Direcção lamenta que pessoas com grandes responsabilidades com o Clube, ao invés de estarem gratos e incentivar a participação dos sócios na gestão do clube, sejam aqueles que, infelizmente, agora mais têm contribuído para o vazio directivo de uma colectividade importante e imprescindível para o nosso Concelho.

21. Lamenta ainda esta Direcção o comunicado que o Sr. Presidente da Mesa da Assembleia fez publicar nos meios de comunicação social do Município de Carregal do Sal, sem antes dar conhecimento do mesmo à Direcção cessante e ao Conselho Fiscal, como também não deu conhecimento aos restantes elementos da Mesa com quem foi eleito, actuando de forma singular, e sem cuidar de utilizar os meios do próprio Clube para divulgar aquele comunicado.

Carregal do Sal, 16 de Junho de 2021.

A Direcção Cessante

Equipa Continental UCI Tavfer-Measindot-Mortágua disputa os nacionais

A Equipa Continental UCI Tavfer-Measindot-Mortágua volta à competição de 18 a 20 de junho, com os Campeonatos Nacionais que se disputam em Vila Velha de Ródão e Castelo Branco. Na sexta feira serão atribuídos os títulos de Campeão Nacional na vertente de Contra Relógio Individual, enquanto que as provas de fundo estarão reservadas para sábado e domingo.

Sexta feira as provas de Contra Relógio Individual disputam-se em Vila Velha de Ródão. Os Sub23 e os Elites irão percorrer o mesmo percurso, numa distância de 30,5 quilómetros. Para esta prova iremos contar com três ciclistas, Pedro Pinto nos Sub23 e Gaspar Gonçalves e Joaquim Silva, marcam a presença na prova de Elites. A partida da prova de Sub23 está marcada para as 12h enquanto que os Elites partirão às 13h.

Sábado será dia da Prova de Fundo Sub23, onde novamente contamos com a participação de Pedro Pinto, o único Sub23 português da equipa. Pela frente os ciclistas irão ter 170,5 quilómetros são numa primeira fase corridas numa volta inicial e depois terão que completar mais 4 voltas a um circuito de cerca de 20 quilómetros.

No Domingo serão os Elites a entrar em prova e terão pela frente um percurso de 192,2 quilómetros. Haverá uma volta inicial e depois terão que cumprir mais 5 voltas num circuito de cerca de 20 quilómetros. Nesta prova vamos estar representados por 5 ciclistas, são eles Gaspar Gonçalves, Joaquim Silva, Pedro Paulinho, Iúri leitão e Rui Carvalho. De fora ficam Tiago Antunes e Francisco Morais, ambos a recuperar de lesões.

Em antevisão, o diretor desportivo adjunto Xavier Silva afirma que “Os campeonatos nacionais são sempre uma prova bastante especial, que todos querem vencer. Vamos para estas provas com ambições altas de conseguir chegar às medalhas e mesmo a uma camisola de Campeão Nacional. A equipa está bem e queremos dar seguimento à maré de bons resultados que temos alcançado nas últimas provas.”

João Azevedo com estado clínico agravado

O ex presidente da Câmara de Mangualde e atual deputado no Parlamento, viu o seu estado de saúde agravar-se nas últimas horas.
Segundo fonte oficial da campanha de João Azevedo, será realizado amanhã,17 de junho, um “cateterismo para detectar a origem do problema de saúde que levou ao internamento de João Azevedo, no Hospital de São Teotónio de Viseu, no passado domingo,13de junho”.

Covid-19.Números voltam a disparar em Portugal

Estão confirmadas 17.055 mortes devido à Covid-19 em Portugal, mais seis do que no último boletim epidemiológico.

O número de pessoas infetadas pelo novo coronavírus, situa-se agora em 860.395. Foram mais 1350 novos casos registados nas últimas 24 horas.

Neste momento o total de casos ativos é de 26.248 casos ativos. O Rt situa-se em 1,12.