Fundação Lapa do Lobo lança Prémio Literário “Albertino dos Santos Matias: melhor conto 2018”

Este prémio é um reconhecimento por tão ilustre personalidade de âmbito internacional e uma consideração pelo seu inestimável apreço por valores universais como a paz, igualdade, tolerância e dignidade humana.

Os participantes poderão enviar os seus originais a concurso para a morada da Fundação Lapa do Lobo, a partir do dia 2 de abril e até 29 de junho de 2018.

O Prémio para melhor conto 2018 é uma viagem a Londres de três noites (incluindo voo + hotel + € 250,00 para despesas de alimentação).

Além disso, a Fundação Lapa do Lobo irá promover a edição de um livro com os cinco contos melhores classificados.

Para mais informações deverão consultar o Regulamento do Prémio Literário Albertino dos Santos Matias, disponível em:

www.fundacaolapadolobo.pt

Albertino dos Santos Matias 1910 – 1992

Nasceu em 05 de Março de 1910, em Manaus (Brasil). Fez a Instrução Primária na Lapa do Lobo (Nelas), de onde era originária a sua família. Frequentou o Liceu e a Faculdade de Direito em Coimbra, tendo-se licenciado em Julho de 1932. Durante os seus estudos universitários, pertenceu à tertúlia literária conimbricense, colaborou numa revista de cinema da época e foi guarda-redes do grupo de futebol da Associação Académica de Coimbra. Depois de se ter casado em janeiro de 1935 em Santa Comba (Vila Nova de Foz Côa), de onde era originária a família de sua mulher, fixou residência na Mêda, onde exerceu o notariado e a advocacia. Exerceu o cargo de Presidente da Câmara Municipal da Mêda de 1937 a 1941. Ficou aprovado no concurso, aberto em Agosto de 1943, de admissão ao Quadro Diplomático do Ministério dos Negócios Estrangeiros, onde ingressou como Adido de Embaixada em fevereiro de 1945. Como diplomata ocupou posteriormente os seguintes cargos: 1946 – 53 Cônsul de Portugal em Durban (África do Sul); 1954 – 56 Encarregado de Negócios na Embaixada de Portugal em Tóquio; 1956 – 58 Encarregado de Negócios na Embaixada de Portugal em Banguecoque; 1960 – 61 Encarregado de Negócios na Embaixada de Portugal em Dublin; 1962 – 65 Encarregado de Negócios na Embaixada de Portugal em Quito; 1967 – 73 Embaixador de Portugal em Karachi (e depois em Islamabad); 1973 – 75 Embaixador de Portugal em Atenas; 1975. Regressou definitivamente ao Ministério dos Negócios Estrangeiros. Entre 1977 e 1985 foi Presidente da Associação Portuguesa de Esperanto – a língua artificial mais falada no mundo, que sempre lhe despertou interesse e paixão. Para além de várias traduções, é autor dos livros: – “China – de Confúcio a Mao Tsé-Tung”, Publicações Europa-América, 1967 – “Desarmamento”, Edição de Autor, 1970 – “A violência do mundo moderno”, Bertrand, 1978. Faleceu a 10 de Março de 1992.

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