PSD de Carregal do Sal elenca mais compromissos não cumpridos por Rogério Abrantes

Rogério Abrantes, candidato em 2009, disse coisas interessantes numa entrevista ao “Diário as Beiras”, em 11/09/2009:

“O modelo seguido pelo atual executivo camarário está desatualizado e ultrapassado.”

“O que é hoje em dia uma Câmara senão uma empresa? É pois a experiência de mais de 40 anos de empresário que eu gostava de colocar ao serviço do meu concelho. (…) penso que o saber e a experiência de 40 anos de empresário trarão qualidade e eficácia à gestão autárquica.”

“Na Câmara sempre prevaleceu a megalomania em detrimento das coisas simples e práticas, gastando dinheiros em luxos que o Carregal e o próprio país não suportam.”

“Não posso aceitar a construção de obras megalómanas em detrimento de outras que as aldeias e as populações do concelho anseiam e esperam há muito tempo. Como é possível a maior parte das ETAR’s do concelho não funcionarem em condições e algumas delas estarem completamente obsoletas enquanto se criam estruturas com custos de funcionamento e manutenção extremamente elevados sem estudos prévios da sua viabilização financeira?”

E propõe: “novo ciclo de abertura e diálogo com o município; nova política de desenvolvimento; privilegiar o investidor local, as pequenas empresas e a criação de empregos; nova relação com as freguesias; (…) nova atenção ao cidadão; reforço e inovação no apoio ao associativismo, o ambiente, o urbanismo e o planeamento.”

É verdade que “Roma e Pavia não se fizeram num dia”, mas exige-se mais do “novo ciclo de abertura e diálogo” proposto. Permitam-nos algumas questões:

Será que um qualquer munícipe mais distraído não tropeça por aí nalguns “luxos”, implementados pela nova gestão autárquica, e até numa ou noutra “megalomania”, tão amaldiçoados no passado?

As freguesias e o associativismo podem gabar-se de apoio privilegiado?

Que política urbanística foi implementada?

Há candidaturas aprovadas para responder a necessidades prioritárias do concelho?

O ambiente teve a preocupação prioritária e investimento que a situação exige?

Foi o espírito de empresa que exigiu aumento das taxas em geral, realçando, de modo particular, os preços praticados nas piscinas que não agradam aos jovens e muito menos aos idosos, com problemas de saúde, que as procuram como terapia?

A Direção de campanha do PSD de Carregal do Sal