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Distrital do PS apoia Borges da Silva e indica-o como candidato em 2017 reconhecendo a grande qualidade da sua gestão

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Em comunicado a que tivemos acesso o Secretariado da Federação Distrital de Viseu, em face dos acontecimentos publicamente conhecidos que envolvem a gestão do Município de Nelas e a direção concelhia do PS, no seguimento de reunião realizada que avaliou a situação,  decidiu “levar ao conhecimento do Secretário-geral, da Secretária-geral Adjunta, do Presidente da Concelhia e do Presidente da Câmara Municipal, as conclusões dessa reunião, que orientam e orientarão no futuro a tomada de posição dos órgãos distritais:

1.      Reconhecer a grande qualidade da gestão e do projeto autárquico do PS em Nelas. Reconhecimento esse que vem não só da generalidade dos socialistas do concelho e do distrito, mas também dos mais variados setores sociais, laborais e empresariais, o que tem prestigiado e consolidado a imagem e a influência do PS na região.

2.   Em face das orientações aprovadas no 21º Congresso Nacional e da estratégia autárquica expressa na moção do Secretário-geral, a Federação Distrital de Viseu não só acompanha e apoia por inteiro essas orientações como, no interesse de todos os socialistas, cumprirá e fará cumprir essas orientações em concertação com a direção nacional.

3.      Porque a moção expressa que “o princípio geral será o da recandidatura dos atuais Presidentes de Câmara e de Junta de Freguesia”, o Secretariado, com os dados que possui neste momento, entende que devem ser recandidatos a novo mandato todos os onze Presidentes de Câmara do PS eleitos em 2013. Em Nelas o candidato do PS deverá ser o Presidente José Borges da Silva.

4.      Tudo fará para garantir que na governação local, agora e no futuro, o PS local e todos os seus militantes se encontrem convenientemente representados nos órgãos autárquicos, participando de forma decisiva na definição das politicas do concelho.

5.      Mandatar o Presidente da Federação e o Coordenador Autárquico, José Rui Cruz, no sentido de diligenciar por todos os meios para o reencontro das sensibilidades agora em confronto. Promovendo, nomeadamente, entre os Presidentes da Concelhia e da Câmara – como já antes sugerido – a concertação necessária em nome dos superiores interesses do Partido Socialista.

6.      Solicitar também a participação neste processo da Secretária-geral Adjunta.

O Secretariado da Federação exprimiu ainda a convicção de que os últimos acontecimentos, que têm exposto divisões entre os socialistas, não facilitam uma vitória do PS que todos esperam em Nelas e pela qual todos lutam nas eleições autárquicas de 2017″.

“O Sr. fez uma votação pirata para anunciar que a Concelhia está contra a minha recandidatura”

“Não é qualquer votação pirata que vai fazer com que eu não seja o candidato do PS”, atirou Borges da Silva, durante o acalorado confronto político  com Adelino Amaral, na última reunião de Câmara, que fui subindo de tom ao ponto do edil de Nelas acusar o Vereador e Presidente da Concelhia do seu partido de ter  “mau perder, usando votações piratas como no seu tempo da UDP, ou seja, métodos maoístas”. “Ninguém sabe quem votou e quantas pessoas votaram, como o Presidente da Assembleia Municipal que o questionou a respeito e faz parte da Comissão Política”, aludindo ao comunicado da Concelhia,  divulgado na madrugada anterior à reunião de Câmara, na rede social Facebook. “O senhor age como se andasse com o partido no bolso, usando a sua família”, acusou o Presidente da Câmara. Adelino Amaral, reagiu no mesmo tom : “tenha vergonha ao falar da família das pessoas”, e ainda se levantou no salão nobre, dirigindo-se a António Borges dos Santos, que assistia à reunião, afirmando, visivelmente exaltado : “estão a ver quem andam a apoiar –  alguém que não tem ética nem moral para ser Presidente da Câmara”.

Diretor de campanha de Borges da Silva critica duramente a Concelhia

João Rego tornou públicas as suas grandes dúvidas sobre a forma coma a Comissão Política Concelhia votou a oposição à recandidatura de Borges da Silva, que já tinham sido levantadas na reunião de Câmara pelo próprio autarca, acusando a estrutura de ter feito uma votação em que alegadamente “apareceram mais votos que votantes”, não tendo sido divulgados “o número de votantes e o resultado”.

O nosso jornal contactou de imediato o líder da Concelhia, Adelino Amaral, via mail, para obter uma reação a esta notícia.

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